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França 3 - 0 Honduras

A nova França e a nova tecnologia

Ontem foi dia de estreias. Quando, às 20:00′ de Portugal continental, a França entrou em campo para defrontar as Honduras na sua estreia no Campeonato do Mundo do Brasil, ninguém imaginava que este jogo ficaria para a história.

E ficaria para a história por dois motivos. O primeiro, por a selecção gaulesa ter entrado a ganhar no Mundial. É claro que as Honduras são uma selecção tenrinha, mas também a Costa Rica o era e destroçou o Uruguai. É que já não se acreditava muito na selecção francesa desde há vários anos e, o afastamento por lesão de Frank Ribéry, não ajudou à sua recuperação. Assim, quando Karim Benzema, que bisou, e Noel Valladares, guarda-redes das Honduras que fez auto-golo, mas depois de um cabeceamento de Benzema que roçou a linha da baliza, e a França se viu a ganhar por 3 a 0 na sua estreia no Mundial, pareceu que tudo o que de mau tem ensombrado esta equipa se esfumou. Ok, mas não é preciso embandeirar em arco, afinal esta vitória foi contra as Honduras que, ainda por cima, apresentaram um futebol muito fraquinho. Estas Honduras são uma equipa que nunca na sua história conseguiu algum ponto numa fase final de um Campeonato do Mundo.

No entanto, este resultado vem no seguimento dos jogos anteriores deste Mundial. Estão a haver golos. E bastantes. Ainda não houve um único jogo em que não houvesse golos. E só 3, das 22 equipas que já entraram em campo, não conseguiram marcar. Neste sentido, este tem sido um grande início de Mundial, e os franceses não quiseram ser afastados desta glória goleadora. É preciso lembrar que desde o Mundial de 1998, em França, que os franceses não entravam a ganhar e a marcar golos nos Campeonato do Mundo.

O segundo motivo, foi por ter sido utilizado, finalmente, o sistema de controle de golos em tempo real. Ou seja, o segundo golo da selecção francesa, que fora marcado por Noel Valladares, o guarda-redes hondurenho que deixou a bola rolar para dentro da baliza, foi decidido pela tecnologia que o validou.

Esta tecnologia socorre-se de uma série de câmaras que estão a filmar as balizas de ângulos pré-determinados e cuja análise do resultado da bola em relação com a linha de golo é enviado em tempo real para um receptor que tem o árbitro, que valida, ou não, uma possível jogada. No caso da jogada de ontem, quando Benzema cabeceia a bola ela vai ao poste e cai sobre a linha de golo sem entrar, e o árbitro nada marca, mas depois, quando Noel Valladares a tenta agarrar, dá-lhe um toque que a faz entrar alguns centímetros e o árbitro recebe a confirmação que foi golo, validando-o.

Ora vejam:

Se, por um lado, a tecnologia vem repor alguma justiça com a confirmação efectiva se uma bola entrou, ou não, na baliza, por outro lado veio matar a discussão à volta do mesmo assunto. Agora não há argumentação que valha a combater os factos em imagem. Mas é a evolução do futebol. E não deixa de ser irónico que ela surja a funcionar logo num jogo francês.

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