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Grecia treino

Acabaram as férias, agora é a doer

A pobre exibição e derrota contundente frente à Colômbia teve a sua utilidade. Serviu para expor as fragilidades da equipa grega, a começar pela falta de concentração adequada a uma competição deste nível. Serviu também para que os jogadores e equipa técnica dessem um murro na mesa. Depois do apontar do apontar de dedos generalizado, a comitiva grega isolou-se no seu local de estágio, em Aracaju, e parece estar focada unicamente no próximo jogo, com o Japão. Se alguém ainda estava com a ilusão de que tinham vindo ao Brasil de férias que se desengane. Uma segunda derrota na quinta-feira pode selar desde já o regresso a Atenas. Está na hora de dar o litro.

Tua-culpa

No rescaldo de derrota por 3 a 0 com a Colômbia, os Gregos desataram a atribuir culpas. Aliás, mesmo dentro de campo foram visíveis alguns gestos de desagrado e desentendimento entre jogadores. Konstatinos Katsouranis e Fernando Santos não foram de paninhos quentes. O veterano capitão não se ficou pelo calduço aplicado a Torosidis em pleno relvado. No final do encontro, criticou vivamente a atuação defensiva da equipa, classificando o primeiro golo, logo aos cinco minutos, de verdadeiramente “ridículo”. Segundo o antigo jogador do Benfica, no segundo também não foram brilhantes mas a forma como deixaram Pablo Armero sozinho, sem marcação, é inaceitável e um erro que não se podem dar ao luxo de repetir. Do terceiro Katsounaris nem falou, mas Fernado Santos não se esqueceu. O selecionador português acusou disse mesmo que nessa altura era como se alguns elementos da sua equipa já se ido embora. Quem o conhece sabe que Santos é um homem muito calmo mas quando lhe chega a mostarda ao nariz não poupa nas palavras. Nas declarações aos jornalistas foi contundente quando disse que era como se certos jogadores se tivessem esquecido de que estavam num Campeonato do Mundo. O grupo há-de ter ouvido das boas no balneário.

Objectivo bem definido

De regresso à base, em Aracaju, foi notória a mudança de atitude. Se outras seleções aproveitaram os dias de intervalo para alguns momentos de descontração, a Grécia optou pelo recolhimento. O médio Alexandros Tziolis, em conferência de imprensa, mostrou-se muito sisudo e apressou-se a garantir que o isolamento não foi imposição do treinador português. “A decisão foi nossa. Viemos aqui com um objetivo e não nos podemos desviar dele. No Campeonato do Mundo o tempo é muito apertado, temos que o aproveitar da melhor maneira, trabalhando muito para atingir os nossos objetivos.” A meta dos Campeões Europeus de 2004 é mesmo chegar pela primeira vez aos oitavos-de-final de um Mundial. Ou, como diria Katsouranis, citando Scolari, ao mata-mata. É essencial que o grupo recupere da má experiência da estreia e se concentre na árdua tarefa que os espera. Na quinta-feira, têm pela frente um Japão que, tendo perdido também no jogo de estreia, dará tudo em campo para assegurar a vitória.

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