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Ozil Alemanha

Alemanha: Jogo cem a 100%

Apesar de uma passagem rápida de Schweinsteiger pelo hospital, este Domingo, a versão oficial da comitiva alemão é a de que os vinte e três jogadores às ordens de Low estão aptos e prontos a jogar. A Mannschaft apresenta-se assim na máxima força para defrontar Portugal, no jogo de estreia neste Mundial de Futebol. Será a centésima partida em fases finais do Campeonato do Mundo, e os germânicos são os primeiros a atingir esse número redondo, e a prova mais conclusiva de que nos momentos decisivos os alemães não fraquejam.

Condição física a cem por cento

Na antevisão do jogo com Portugal, Joachim Low descartou problemas físicos na sua formação, e que tem todos os jogadores do plantel à sua disposição a cem por cento. Esclareceu ainda que a ida do médio do Bayern – Bastian Schweinsteiger – ao hospital para uma ressonância magnética foi apenas o cumprir de uma formalidade da FIFA, que exige que jogadores que constem em relatórios médicos tenham todos os meios de diagnóstico, para efeitos de seguro. Supostamente, Manuel Neuer, Sami Kedira e Philipp Lahm já teriam passado pelo mesmo procedimento ainda em Munich. De qualquer maneira, com a anunciada colocação de Lahm no meio-campo defensivo, para dar apoio a Jerême Boateng, é pouco provável que Schweinsteiger faça parte dos planos iniciais de Low para este encontro.

A pressão dos resultados

A Alemanha é a primeira equipa nacional a atingir os cem jogos em fases finais de Mundiais de Futebol, um marco a assinalar esta segunda-feira, na Arena Fonte Nova, frente à seleção portuguesa. As duas formações – segunda e quarta do ranking FIFA, respetivamente – são legitimamente consideradas as mais fortes do Grupo G, que conta ainda com Estados Unidos e Gana. Espera-se um jogo equilibrado apesar da tricampeã Alemanha ter um registo bastante favorável nos últimos três encontros oficiais com a congénere portuguesa. As duas seleções cruzaram-se no Mundial 2006, Euro 2008 e Euro 2012, e a Mannschaft saiu vitoriosa em todas as ocasiões. Mas nem assim o técnico alemão fica mais descansado. Ele considera Portugal “campeão mundial do contra-ataque” e tem bem presente os riscos que a sua equipa corre com Cristiano Ronaldo e João Moutinho em campo. Além do mais, Low está sob fogo-cerrado. Embora ninguém ponha em causa o excelente trabalho que tem feito nestes anos que leva ao comando da seleção alemã, criando um estilo de jogo apelativo e excitante, agora está na hora de cobrar resultados. Não se trata de voltar ao modelo dos anos setenta, em que os alemães jogavam feio mas ganhavam, invariavelmente. Mas que a beleza se converta em algo mais que vitórias morais, que essas não ganham Mundiais nem Europeus.

Klose bate o Fenémeno?

O veterano Miroslav Klose tem uma motivação extra para esta Copa. Com catorze golos marcados, avançado está a um do recorde de tentos marcados por um jogador em fases finais do Campeonato do Mundo, pertença do brasileiro Ronaldo, o Fenómeno. Aos trinta e seis anos, e com mais de cento e trinta internacionalizações, este será o quarto mundial em que Klose marca presença. Ainda sem a satisfação de ter ganho um título.

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