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Alemanha Joachim Low

Alerta de Gripe na Mannschaft

Joachim Low tenta minimizar o problema mas a seleção alemã tem, pelo menos, sete elementos com sintomas gripais. Não é sequer de admirar, com as mudanças de temperatura a que os alemães têm estado sujeitos nas suas deslocações pelo Brasil. Já para não falar do encharcado que levaram em Recife. Nem preocupação de maior, não fosse o caso de estar um jogo dos quartos-de-final, frente à França, ao virar da esquina.

Pelo menos sete afetados

A declaração do selecionador alemão foi curta e sem grandes detalhes. “Temos sete jogadores ligeiramente adoentados com sintomas de gripe. De momento, a situação não é assim tão má e é natural que se deva ao ar condicionado, às viagens, às diferenças de temperatura. Não quero fazer um drama disto. Esperamos que tudo melhore.” Supostamente, a ausência de Mats Hummels do jogo contra a Argélia já se deveu a esse mal-estar que, entretanto, terá alastrado a outros elementos do plantel. Esse é um dos perigos, que este surto gripal não esteja já controlado mas ainda possa contagiar mais jogadores. A equipa germânica foi obrigada a deslocações longas. Depois das partidas com Portugal e Gana, em Salvador e Fortaleza, respetivamente, sob calor escaldante e elevados índices de humidade, os alemães apanharam o lado chuvoso do clima tropical, em Recife. Nos oitavos-de-final, em Porto Alegre, ficaram a conhecer o friozinho invernoso do sul do Brasil. Uma montanha russa de temperaturas, que o ar condicionado dos transportes utilizados – camioneta e avião – só terão sublinhado. Na sexta-feira, a Mannschaft tem compromisso com a seleção francesa no Rio de Janeiro. E precisará de estar a cem por cento, o que, como todos sabemos por experiência própria, não é fácil de fazer cabeças pesadas, gargantas doridas e narizes entupidos.

Desculpem qualquer coisinha

Para os jogadores alemães a passagem aos quartos-de-final foi um misto de emoções. Satisfação, claro, por mais um objetivo cumprido. Alívio, porque o apuramento foi muito duro e longo. E depois chegou a indignação. O plantel germânico sente-se injustiçado pela chuva de críticas, como se viu pela reação de Per Mertesacker. Hoje, em entrevista à revista alemã Kicker, o goleador de serviço, Thomas Muller, dava conta desse sentimento. “É quase como se tivéssemos de pedir desculpa por ter passado aos quartos-de-final. Cometemos vários erros em todas as áreas do campo mas segurámos o jogo. Quando os italianos ganham dessa maneira todos lhes elogiam a esperteza. Quando é a Alemanha, cai o Carmo e a Trindade.” Muitos adeptos continuam a suspirar pelas exibições empolgantes com que os germânicos encantaram o mundo no Mundial da África do Sul, em 2010. Momentos como o 4-1 à Inglaterra, ou os 4-0 à Argentina perduram na memória e os apoiantes da Mannschaft sente-se defraudados com prestações da sua seleção nesta Copa. Contudo, os jogadores alemães têm alguma razão. Até agora, eram criticados por jogar um futebol sedutor que não rendia troféus. Agora, caem-lhes em cima porque o futebol já não tem a mesma beleza, ainda que os faça progredir na competição. Onde está a equipa dominante, com um futebol de pendor atacante, perguntam os fãs? Recuperou um pouco, só um pouco, da tradicional eficácia alemã. Continua no mesmo lugar mas espera chegar mais longe que antes.

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