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Grécia

Antes dos oitavos, é preciso estudar

Fernando Santos era um homem feliz, depois da Grécia ter garantido o apuramento para os oitavos-de-final, onde irá encontrar a Costa Rica. O técnico português está de saída do comando da seleção helénica, mas não o fará sem deixar o seu nome gravado na história, já que esta é já a melhor participação dos gregos em Mundiais. No entanto, Fernando Santos não quer ficar por aqui.

“Já começamos a estudar a Costa Rica, mesmo antes de garantirmos a qualificação” – confessa o Engenheiro, revelando que havia muita esperança no seio da sua equipa. “Se queremos continuar a fazer história, teremos que jogar como nas duas últimas partidas. A Costa Rica é muito forte, isso está aos olhos de toda a gente. Teremos que ter cuidado e não cometer erros, se nos quisermos apurar”.

Para Fernando Santos, é fundamental “não subestimar um adversário que saiu do Grupo da Morte, que venceu Uruguai e Itália e ainda empatou com a Inglaterra”. Por estes dias, Santos estará com a sua equipa “concentrados na nossa base, a estudar os nossos adversários, a perceber como iremos estar em campo e fazer tudo para ganhar”.

História do passado e do futuro

Para muita gente, a Grécia transporta uma etiqueta de futebol defensivo, impregnada desde a vitória no Europeu 2004. Fernando Santos sucedeu a Ottmar Hitzfeld no comando da equipa e não está de acordo. “Quando oiço esse tipo de coisas, só me apetece rir, como se me contassem uma anedota. O futebol joga-se ao ataque e à defesa. É verdade que somos muito fortes a defender, mas a nossa principal arma até é a forma como atacamos, com contra-ataques muito organizados.

O Engenheiro revelou, ainda, estar muito satisfeito “por estar a proporcionar uma alegria tão grande ao povo grego”. E, para muitos dos adeptos desta seleção, a oportunidade de ver o nome do seu país falado no mundo sem ser ligado a questões de crise financeira ou política é quase uma benção. No dia de ontem, a Grécia fez as manchetes da imprensa internacional pela positiva. Vários jornais sublinharam a forma como os gregos fizeram história no último minuto, com os franceses do L’Équipe a serem os mais expressivos no seu título: “Elefantes caem do Olimpo grego”.

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