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Messi argentina x bosnia

Argentina puxa dos galões para vencer a Bósnia

No Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, a Argentina e a Bósnia-Herzegovina deram o pontapé de saída à jornada 1 do Grupo F deste Mundial do Brasil. O jogo terminou num escasso 2-1 visto que ambos os conjuntos produziram um futebol de qualidade e podiam ter feito a bola entrar na baliza em mais ocasiões. A Argentina lidera agora o grupo, mais ainda de forma provisória visto que os dois restantes figurantes actuam apenas amanhã.

1ª Parte: 

O jogo começou praticamente com a Argentina a vencer. Logo aos 3 minutos, quando as equipas procuravam ainda conhecer-se, de um livre batido na esquerda do ataque sul-americano por Messi e após um desvio de cabeça por Marcos Rojo na grande área bósnia, a bola acabou por embater no lateral esquerdo do Schalke 04, Sead Kolasinac e, caprichosamente entrar na baliza defendida por Asmir Begovic. Depois deste contra-tempo a Bósnia-Herzegovina mostrou saber realmente ao que vem nesta estreia em campeonatos do Mundo, tendo adoptado uma postura que, por várias vezes quase lhes valia o empate. Os jogadores bósnios começaram por definir bem o seu posicionamento, começando depois por trocar a bola de forma segura entre si.

Logo aos 10 minutos começou a notar-se a diferença de estaturas entre os dois conjuntos, com a seleção europeia a mostrar saber tirar partido dessa vantagem nas bolas paradas. Também devido à sua dificuldade em ultrapassar a equipa coesa da Argentina, aos 13 minutos viu-se a primeira bola longa a cair na área de Sergio Romero. A Bósnia quase empatava.

A partida acabou então por cair numa fase de estagnação, sempre com a Bósnia-Herzegovina a gerir a posse de bola, mas com a Argentina a controlar todas as situações em que a equipa de Edin Dzeko procurava chegar à sua baliza. Á passagem do minuto 30′ a Argentina esboçou duas tentativas de resposta mas os remates, sempre de longe, acabaram ao lado ou defendidos por Begovic.

Á entrada dos últimos 5 minutos do 1º tempo, de canto a Bósnia volta a estar muito perto do empate, o cabeceamento de Lulic acabou defendido por Sergio Romero. A assim seguia o jogo para o intervalo, com uma Bósnia a mostrar grande atitude e a querer sempre ter a bola, a Argentina limitava-se a controlar as ocorrências, ficando por isso encostada à sua baliza.

2ª Parte

Descontente com a prestação dos 11 titulares da seleção das Pampas, Alejandro Sabella decidiu lançar dois para dentro de campo, sendo então sacrificados Maxi Rodríguez e Walter Campagnaro em prol de Gonzalo Hinguaín e Fernando Gago. Isto mudou também a maneira de jogar da Argentina que passava agora a ter três referências de luxo no ataque – Kun Aguero, Lionel Messi e Hinguaín, contando ainda com Di María mais recuado que ficou encarregue das transições defesa-ataque.

Desta maneira a equipa sul-americana começou a chegar mais e melhor à baliza bósnia, anulando completamente o estilo de jogo que vimos no 1º tempo por parte da seleção dos Balcãs. Completamente impotente perante a qualidade argentina, aos 63′ minutos a Bósnia-Herzegovina permitiu mesmo que Messi avançasse pelo centro do terreno, desequilibrasse a sua defesa e, da entrada da área, desferisse um remate colocado que tocou ainda no poste antes de entrar na baliza. Estava feito o 2-0.

Vedad Ibisevic, o autor do golo bósnio.

Vedad Ibisevic, o autor do golo bósnio.

Os argentinos pareceram ganhar motivação e começaram então numa incessante procura do golo remetendo o adversário ao seu meio campo. Pontualmente e sempre de bola parada, na sua maioria, cantos, a Bósnia tentava criar perigo mas nem isso conseguia. Ainda assim, depois de mais de 20′ minutos a tentar não sofrer o 3º golo, a Bósnia-Herzegovina conseguiu finalmente uma combinação de sucesso no ataque que resultou mesmo no golo. Marcava aos 84′ minutos Vedad Ibišević que havia entrado em campo ao minuto 69′ para o lugar de Mensur Mujdža.

Este golo levou novamente o jogo para outros contornos, muito mais acelerados e com a posse de bola a mudar repetidamente de conjunto. Numa altura em que equipas estavam já a acusar o desgaste e se partiam facilmente, foi para o lado da Argentina, mais precisamente por Lionel Messi que surgiu nova oportunidade de golo. Passavam-se os 91′ minutos quando o avançado do Barcelona saiu com a bola em contra-ataque, levando-a até à baliza onde o individualismo o acabou por faz rematar de angulo apertado enviando assim a bola às malhas laterais.

Até ao final do jogo pouco mais se viu, com a Bósnia a tentar a todo o custo meter a bola na área Argentina que, por sua vez procurava tirar partido dos seus jogadores mais rápidos para surpreender no contra-ataque. Sempre sem sucesso.

Conclusão

Este foi um interessante jogo de futebol com duas partes completamente distintas. Nos primeiros 45′ minutos podemos observar uma Argentina mais retraída, o que deixou espaço para que a Bósnia-Herzegovina tomasse conta da posse de bola e dominasse a maioria das ocorrências do jogo. Já no 2º tempo as alterações de Alejandro Sabella mostraram ser acertadas, e acabaram por resultar no 2-0 da Argentina que parecia partir para a goleada. Ainda assim este foi um caso em que as aparências iludiram e foi mesmo a Bósnia quem acabou por marcar, reduzindo assim a desvantagem para apenas 1 golo. Acabou por valer à Argentina o auto-golo de Kolasinac que os faz assim acender, ainda que de forma provisória, à liderança do Grupo F.

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