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Carlos Queiroz

Carlos Queiroz apurado para o seu terceiro Mundial

Carlos Queiroz consegue, pela terceira vez, o apuramento de uma selecção A para um Mundial de Futebol. Tudo começou na África da Sul, ao apurar a selecção africana para o Campeonato do Mundo na Coreia do Sul / Japão, em 2002. Os Bafana Bafana foram apurados, pela segunda vez na sua história, para a fase final de um mundial, graças ao trabalho de um treinador que tinha sido bi-campeão mundial de sub-20, em 1989 na Arábia Saudita, e em 1991 em Portugal.

Depois, e por uma ironia do destino, Carlos Queiroz voltou à África do Sul em 2010, para uma nova fase final de um mundial mas, desta vez, a orientar a selecção portuguesa pela segunda vez, já depois de ter falhado, em 1994, o apuramento para o Campeonato do Mundo nos E.U.A.. Depois de uma campanha de apuramento muito sofrível, na fase final Portugal caiu nos oitavos-de-final sem ter merecido ir mais longe. No meio de tudo isto houve várias situações menos dignificantes por parte do treinador e que terminaram com um processo e a sua suspensão do cargo de seleccionador. No final do processo, Carlos Queiroz seria afastado pela Federação Portuguesa de Futebol do cargo de seleccionador e substituído por Paulo Bento, actual treinador.

O Apuramento do Irão

Finalmente, já este ano, e provavelmente contra todas as expectativas, Carlos Queiroz conseguiu apurar a selecção do Irão para o Campeonato do Mundo do Brasil em 2014, tornando-se numa das 5 selecções já apuradas e numa altura em que a selecção portuguesa está muito longe de conseguir esse mesmo apuramento.

Carlos QueirozPara conseguir chegar ao Brasil, a selecção do Irão teve de ultrapassar as selecções da Coreia do Sul, do Uzbequistão, do Catar e do Líbano. Com esta qualificação, a selecção do Irão garante a sua quarta participação numa fase final de um Campeonato do Mundo de Futebol, depois da Argentina ’78, França ’98 e Alemanha ’06.

As Polémicas do Treinador

No entanto, e mais uma vez, Carlos Queiroz voltou a ser protagonista de uma polémica ao entrar em disputas verbais com o treinador sul-coreano. É de referir que Carlos Queiroz tem tido muito problemas como este desde o seu início como treinador principal de equipas seniores. Desde logo, com o não apuramento da selecção portuguesa para o mundial dos E.U.A., ficou célebre a sua expressão de que “é preciso varrer a porcaria” que estaria na Federação Portuguesa de Futebol. Pouco tempo depois aceitaria o convite para treinar o Sporting Clube de Portugal, no qual só ganharia uma Taça de Portugal. Depois ainda passaria pelos E.U.A. e pelo Japão até ser seleccionador dos Emirados Árabes Unidos. Segue-se a África do Sul e a equipa do Manchester United, onde  seria treinador adjunto de Alex Ferguson, projecto que interrompe para uma passagem breve e inglória pelo Real Madrid. Depois da segunda passagem por Manchester, Carlos Queiroz aceita o convite para substituir Luiz Felipe Scolari à frente da selecção portuguesa com os resultados já conhecidos.

É no final desse processo após o Mundial da África do Sul que se dá o divórcio entre Carlos Queiroz e os portugueses. Devido à sua carreira algo irregular, se bem que carregada de prémios, não deixa de constituir uma surpresa o apuramento para a fase final do Brasil ’14 da selecção do Irão. No entanto, não deixa também de se acentuar o facto de, mais uma vez, um português, e ainda por cima o Carlos Queiroz, estar numa fase final de um campeonato do mundo. Vejamos até onde vai.

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