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Colômbia

Colômbia e Costa do Marfim de olhos nos olhos

Hoje é a hora das estrelas periféricas.

As selecções da Colômbia e Costa do Marfim, ambas vencedoras na primeira jornada no Campeonato do Mundo, vão defrontar-se hoje, no Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília, num jogo onde irão estar alguns dos melhores jogadores do Mundo, de um patamar abaixo das estrelas cintilantes: Cristiano Ronaldo e Lionel Messi.

Vão defrontar-se duas fortes selecções, recheadas de jogadores que actuam nas melhores equipas dos grandes campeonatos, mas cujo todo nunca brilhou tanto como as partes. Talvez esteja na hora da mudança. A Colômbia com uma selecção renovada e já bastante oleada a jogar muito bem em conjunto, a Costa do Marfim com o apuramento veterano de uma geração de ouro em fim de vida. É agora, ou nunca.

Mas ambas as equipas estão conscientes do poder da outra equipa. Sabri Lamouchi, o seleccionador costa-marfinense, já veio dizer, em conferência de imprensa, que tem muito respeito pelos sul-americanos, que são donos de um futebol completo e bem articulado, que termina num poder de remate poderoso: “[a Colômbia] é uma equipa experiente, que tem um ataque forte, quase completa, e raramente perde a posse de bola.” Respeito é o que está nas palavras de Lamouchi, conhecedor do futebol e dos seus agentes. Depois de ter ganho o primeiro jogo contra a Selecção do Japão, Sabri Lamouchi quer continuar em frente no Campeonato do Mundo, mas, diz, “será diferente do que foi contra o Japão.” O respeito e o realismo de um treinador que não quer dar passos maiores que a perna para não perder o pé.

Outra preocupação do técnico africano é com a hora do jogo. É que na primeira jornada, entraram em campo às 2:00′ da manhã de Portugal continental, enquanto que agora, vão entrar em jogo às 17:00′. Horas do dia diferentes, com temperaturas, luz, humidade e calor diferentes que obrigarão a treinos diferentes e terão, consequentemente, resultados diferentes na hora do jogo. Mas Sabri Lamouchi espera conseguir ultrapassar esses pormenores, que fazem a diferença, mas não podem, nem devem, condicionar a vontade de ganhar os jogos. Afinal, estão ali para continuar em frente, para que esta geração que está agora a terminar, deixe um legado.

Costa do Marfim

Costa do Marfim e Colômbia, dois ossos duros de roer

Entretanto, ontem a selecção da Colômbia chegou a Brasília, onde vai disputar hoje o jogo com os costa-marfinenses, e foi recebida por cerca de 50 adeptos que receberam a sua selecção cantando o êxito de Michel Telô, Ai Se Eu Te Pego, o que motivou boa disposição aos elementos da equipa.

A Colômbia derrotou a Selecção da Grécia, na primeira jornada, por 3 a 0, mas José Pékerman, o seleccionador colombiano, considera que este jogo é muito mais difícil que o anterior, pelo poder de ataque dos africanos, e pela sua experiência neste palco: “é um jogo mais difícil do que o primeiro contra a Grécia porque a Costa do Marfim tem jogadores já acostumados a disputar Mundiais.”

A juntar ao respeito demonstrado por Sabri Lamouchi pela selecção da Colômbia, também José Pèkerman demonstra um enorme respeito pela selecção da Costa do Marfim, porque, como afirma, “será uma partida muito difícil, diante de um adversário experiente e complicado.”

José Pékerman frisa ainda que foi muito bom à Colômbia voltar a uma fase final de um Campeonato do Mundo e por isso, não trabalharam tanto para agora irem embora antes de tempo. Por isso este jogo revela-se de especial importância. A Colômbia a mostrar respeito pelos adversários, mas consciente da sua qualidade e a assumir a sua ambição.

Um jogo de estrelas, entre iguais, que promete bastante.

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