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Comité de Disciplina da FIFA: nada feito

No rescaldo da partida dos quartos-de-final a CBF, Confederação Brasileira de Futebol, apresentou os seus recursos. Queria ver Zúñiga punido pela entrada dura a Neymar e a punição ao capitão Thiago Silva anulada. O Comité de Disciplina da FIFA recusou sumariamente ambas as petições, considerando não haver fundamento jurídico para reavaliar as duas decisões.

A CBF tentou

Foi no auge da emoção. As imagens de Neymar sendo levado em maca, ou mais tarde em ambulância, enchiam os ecrãs, e o povo brasileiro estava indignado. O autor do lance polémico, que destruiu o sonho do menino, e com isso levou boa parte das esperanças da torcida nem sequer tinha visto um cartão. Como se não bastasse, Thiago Silva, um dos jogadores brasileiros em risco de falhar o jogo seguinte se visse um cartão, viu mesmo. E num lance idiota. A CBF fez o seu papel, acrescentando a sua voz oficial ao protesto popular.

A decisão do árbitro é soberana

A decisão do Comité de Disciplina da FIFA foi lapidar. O cartão mostrado ao defesa não admite contestação, por não se considerar que existam circunstâncias excecionais, única situação em que o Comité analisa uma decisão desse tipo. Talvez a regra já não faça muito sentido mas está nas regras e o capitão brasileiro deixou-se levar pela situação de jogo. No caso da suposta agressão, a entidade considerou “não haver lugar a ação retroativa dado que o incidente envolvendo o jogador colombiano Juan Camilo Zúñiga Mosquera não escapou aos árbitros do jogo”. Velasco Carballo acompanhou de perto o choque e mandou seguir. Sabendo que esta decisão vai deixar os brasileiros ao rubro, o presidente do Comité não deixou de lamentar, em seu nome pessoal e da instituição a que preside, o incidente de Neymar e as complicações sofridas. Desejou ao craque brasileiro rápida recuperação mas as regras para uma ação retroativa são bem claras. Só acontece quando o juiz da partida não se apercebeu da jogada, como aconteceu na mordidela de Suárez a Chiellini, por exemplo.

Capitão continua amarelado

Thiago Silva foi admoestado com um amarelo por se ter atravessado na frente do guarda-redes David Ospina numa reposição de bola. Foi um ato irrefletido que custou muito caro ao capitão canarinho. Verdade seja dita, durante os primeiros quarenta e cinco minutos foram várias as situações em que diferentes jogadores brasileiros tentaram retardar a colocação da bola em jogo por parte da equipa adversária. Mas nessa altura a estratégia do árbitro espanhol para lidar com os jogadores em risco era agir como se as cartolinas coloridas não existissem. Silva teve azar, o seu gesto foi demasiado evidente. Os recursos para anular cartões só são admitidos em circunstâncias excecionais, como quando o castigo é imputado ao jogador errado, o que não se verificou na situação do defesa central.

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