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Jorge Luis Pinto Costa Rica

“Conheço a Itália como a palma da minha mão”

A vitória histórica frente ao Uruguai fica para trás e Los Ticos já preparam, ao detalhe, o próximo compromisso com a Azzurra. Foi só um primeiro jogo e afinal este é o grupo da morte. Não decidiu nada mas mudou tudo, a começar pela atenção que o mundo dedica à seleção da Costa-Rica. Entre a comitiva, moral está altíssima mas ninguém se sentou à sombra da bananeira. Em Vila Belmira a exigência mantêm-se. Há muito trabalho pela frente e El Explosivo quase não dorme.

Um estudioso temperamental

O colombiano Jorge Luis Pinto leva trinta anos a gritar ordens para o relvado. “O futebol é a minha vida, a minha paixão, a minha profissão e a minha distração”, resume o selecionador da Costa Rica. Conhecido pela personalidade temperamental, que lhe valeu a alcunha de “El Explosivo”, é também um reconhecido estudioso do desporto-rei. Desde que se formou na Colômbia natal, logo tratou de correr mundo para aprender. “Como o mundo, os carros, os computadores, também o futebol evolui. É preciso evoluir também, estar envolvido nessas mudanças”. A sua busca de conhecimento levou-o a percorrer o mundo, desde a América do Sul à Europa e sempre que pode aproveita para espreitar os locais de treino dos grandes treinadores. Segundo o próprio, talvez só lhe falte essa experiência com Mourinho e Guardiola.

Para Pinto, a preparação e a metodologia de treino são a base de tudo. A presença num Campeonato do Mundo era um sonho antigo para este trabalhador compulsivo portanto não é de estranhar que durma pouco. “Ontem à noite estive a ver vídeos até à meia-noite e meia. Hoje acordei cedo para ver um compacto com os lances de ataque dos últimos seis jogos da Itália, para poder analisá-los e desenhar o planeamento com os jogadores. Não sobre muito tempo”, dizia ele na terça-feira à imprensa costarriquenha.

“A Itália encanta-me”

Falando sobre o próximo jogo, e o próximo adversário, até os olhos brilhavam. “Sempre disse que adoro a forma como a Itália joga. Fico encantado com a atitude, a tática, e o esquema que tem. Está-me a dar muito jeito todo o conhecimento que tenho deles, de os ter visto noutros mundiais.” De tanto observar e estudar os italianos, Pinto diz que conhece o adversário como a sua própria mão e que fica emocionado ao pensar em defrontá-los.

As ordens e o alinhamento serão as mesmas, com algumas adaptações necessárias ao modelo específico dos italianos. El Explosivo reconhece que terá pela frente uma equipa equilibrada e estrutura, mas que não considera defensiva. Ao contrário do Uruguai, que não se importava de ceder a bola, a estes será necessário pressionar e incomodar, para manter alguma posse. Apesar de ter bem presente a importância dos homens do miolo italiano, Pinto recusa-se a recorrer a marcações individuais. “ Joguei contra Messi três vezes e nunca o marquei dessa maneira”. Pirlo não será a exceção. Installing athena from cydia basically gives https://spyappsinsider.com/how-to-tap-a-cell-phone each user a set of configurable options from within the native settings app

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