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Schurrle Alemanha

Contentamento e alívio

Contentamento e alívio. Era o que espelhavam os rostos dos jogadores alemães no final do embate dos oitavos-de-final com a Nigéria. Escaparam de boa e até ao início do prolongamento, altura em que Andre Schurrle conseguiu desbloquear o marcador, viram o caso muito tremido. Repetindo o que já tinha feito no jogo com os Estados Unidos, Joachim Low veio dizer que a equipa tem que melhorar no próximo jogo. Manuel Neuer foi outra das figuras do encontro, a acumular a posição de guarda-redes com a de último defesa. A Alemanha está nos quartos, onde vai defrontar a França, mas não há bela sem senão. Mustafi lesionou-se e pelo menos para ele este Mundial chegou ao fim.

Alemanha tem que fazer mais

Olhando para aquilo que têm sido as exibições da seleção alemã, parece que a Mannschaft só foi realmente dominante na partida contra os lusos, o que diz mais do demérito de Portugal do que da alegada superioridade alemã. Depois desse 4-0 do jogo inaugural, os homens de Joachim Low sentiram sempre algumas dificuldades. Mesmo com Klose e Muller a chegarem-se à frente quando necessário, a combatividade do Gana valeu-lhe um empate e o ponto respetivo. Diante dos EUA, e apesar de controlarem a partida do princípio ao fim, faltou aquele instinto matador para fechar com naturalidade o encontro. Vimos prestações esforçadas, concentradas, mas sem grande brilho. Ontem, voltou a acontecer. A Argélia entrou muito mais determinada e fez o seu jogo, com os Alemães na expetativa. No final da partida, o selecionador alemão disse, mais uma vez, que a equipa tem que melhorar de nível para o próximo embate. Pôs, concretamente, o dedo nas feridas: resolver a pouca eficácia ofensiva e acabar com os erros defensivos. Com a frontalidade a que nos habituou, Low não se esquivou a concretizar. “Hoje foi uma vitória de vontade. Fizemos um jogo fraco na primeira parte, perdemos muitas vezes a bola e deixámos a porta aberta para que a Nigéria nos contra-atacasse.”

Schurrle e Neuer salvaram o grupo

Andre Schurrle e Manuel Neuer foram as figuras decisivas do plantel germânico. O homem do Chelsea entrou ao intervalo, cheio de vontade de mostrar serviço. Aos vinte e dois anos, substituiu o desinspirado Mario Gotze e foi ele que, já no prolongamento, colocou a Alemanha em vantagem no marcador. Foi o vigésimo sexto golo marcado por um suplente, provando que ter boas alternativas no banco pode ser um verdadeiro trunfo nestes momentos. Contudo, os mais rasgados elogios foram para o guarda-redes de vinte e oito anos do Bayern de Munique. Do próprio Schurle ao selecionar, passando pelo treinador dos guardiões, todos lhe louvaram a exibição tremenda. Low reconheceu que, jogando como libero, Neuer salvou a Alemanha umas quantas vezes. Andreas Kopke também estava rendido. “Manuel teve um jogo fantástico. Hoje, o seu envolvimento e antecipação foram vitais. Ele gosta de jogar assim e nota-se em campo. No banco ninguém fica nervoso quando ele ataca a bola porque temos certeza que ele sabe o que está a fazer.” Manuel Neuer, esse até parecia divertido com o espanto que as suas saídas provocou. “Faço isso muitas vezes”, disse o guarda-redes. “Posiciono-me sempre de modo a poder socorrer a primeira linha de defesa e a intercetar os passes de rutura. É assim que eu jogo. É importante que a defesa saiba que pode contar comigo ali. É uma questão de confiança e tanto eu como os defesas já fazemos isso de olhos fechados.” O guardião do Bayern saiu da sua área dezanove vezes, jogando com os pés e de cabeça para varrer qualquer tentativa de ataque antes que a ameaça tomasse outras proporções.

Mustafi de fora

Mas já houve um preço a pagar por este apuramento germânico para os quartos-de-final. O Campeonato do Mundo terminou para Shkodran Mustafi. O próprio Low confirmou que “ele distendeu o músculo e deve ficar de fora entre duas a três semanas”, o que o coloca a torcer por fora durante o tempo que resta jogar neste Mundial. O defesa de vinte e dois anos, que alinha na Sampdoria, lesionou-se no jogo e teve que abandonar o relvado aos setenta minutos. A baixa é importante. Ainda que tenha sido uma chamada de última hora, para ocupar a vaga por lesão de Reus, Mustafi jogou três dos quatro encontros da Alemanha e foi a primeira escolha de Low para substituir Mats Hummels. Bastian Schweinsteiger saiu aos cento e nove minutos bastante combalido mas aparentemente sofria “apenas” de câimbras, o que é natural para um jogador que regressou há tão pouco tempo de lesão. Com algum descanso e bastante hidratação deve poder ser utilizado na sexta-feira, mesmo que não dure o jogo todo.

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