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Jorge Luis Pinto Costa Rica

Costa Rica mostra precaução

Escrita uma página de história, com o apuramento invicto num grupo onde estavam três antigos campeões mundiais, Jorge Luís Pinto quer mais. O colombiano de 61 anos atinge o ponto alto da sua carreira na liderança da Seleção da Costa Rica e espera continuar a fazer história, mas prefere não ser visto como favorito. “Ser favoritos é algo que não é atrativo para nós, não sei sequer se será bom, somos uma equipa que respeita o adversário e que vai dar tudo para continuar a ganhar.” O que se passou nesta primeira fase é um excelente bálsamo para o conjunto da América Central. “Ganhamos confiança, segurança, estabilidade nos jogadores. Eles estão agora mais compenetrados e totalmente preparados mentalmente”, afirmou Pinto.

Pela frente terão a Grécia, uma equipa que também chega com alguma surpresa aos oitavos-de-final e que será mais conhecida pela forma como consegue dominar perfeitamente os ritmos de jogo a seu favor. “Vai ser difícil, o próximo jogo, mas vamos entrar da mesma maneira, com entrega, preparados para dar luta ao adversário e mostrar, uma vez mais, que sentimos ter qualidades para estar neste nível competitivo.” Jorge Luís Pinto espera que tudo continue a correr bem. “Chegamos cá para competir e as coisas correram bem. O meu trabalho mostrou-se com qualidade, critério e conceitos”.

Ultrapassar as expetativas

Inserida no Grupo da Morte, a Costa Rica era vista como uma equipa que deveria passar sem deixar nota neste Mundial. Jorge Luís Pinto sempre acreditou que poderia ser diferente, mas nunca tal como aconteceu. “Tínhamos noção de que seria muito difícil ganhar. Queríamos competir e atingir bons resultados.” O seu balanço, como é óbvio, não podia ser mais positivo. “Jogamos bem, fomos regulares e muito estáveis em todos os sentidos, e julgo ter sido isso que nos permitiu alcançar os pontos conquistados. No início, talvez não acreditasse que poderíamos ter quatro ou sete pontos, mas durante as partidas frente ao Uruguai e Itália, as coisas aconteceram com naturalidade”.

Antigos jogadores conhecem bem a Grécia

Três antigos internacionais da Costa Rica sabem do que falam quando se trata da Grécia, visto terem ali jogado. Alonso Solís passou pelo OFI Creta, Walter Centeno foi jogador do AEK Atenas, tal como Maurício Wright. Centeno é quem chama a atenção para o que se segue. “Temos que olhar os gregos como campeões da Europa”, afirma, relembrando 2004. “O seu futebol é muito organizado e fechado, e da mesma forma que brilharam nesse torneio, tentarão fazê-lo de novo”.

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