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Costa Rica na rua para receber “La Sele”

Na terça-feira, uma multidão de mais de duzentas mil pessoas saiu à rua para receber a “Sele”. Mesmo conscientes do feito realizado no Mundial, ninguém na comitiva tica podia imaginar a loucura que os esperava. La Sabana foi pequena demais para a comoção popular na receção aos heróis costarriquenhos. Nem o presidente do país faltou à festa, que ainda não terminou. Como um casamento cigano, as celebrações vão durar dias. Duas decisões já estão tomadas: os estádios do país vão ser rebatizados com os nomes do plantel tico e Jorge Luis Pinto vai ser cidadão honorário da Costa Rica.

La Sabana foi pequena para tanta emoção

Ainda no avião, os jogadores costarriquenhos iam dando sinais de ansiedade para por os pés na terra natal. Sabiam que os esperava uma receção popular mas nada os preparou para a loucura que encontraram. Graças a esta campanha impressionante no Campeonato do Mundo do Brasil, Los Ticos ganharam uma visibilidade mundial. Inteiramente merecida. À chegada ninguém dava nada pelos costarriquenhos mas à saída de Santos eram a grande sensação da competição. O lugar na história, da Costa Rica e do mundo, já ninguém lhes tira. Dentro do tempo de jogo, Los Ticos não sofreram uma única derrota neste Mundial. A eliminação só chegou nos quartos-de-final, onde chegaram pela primeira vez, às mãos da Holanda, e mesmo assim só na marcação de grandes penalidades.
Keylor Navas e Bryan Ruiz foram os primeiros a dar a cara. Na Praça La Sabana, centro político e social da capital San José, esperava-os uma multidão de duzentas mil pessoas. Ninguém quis faltar a esta homenagem aos homens que levaram tão longe o Costa Rica. A comoção era imensa e nem o presidente da república quis deixar de estar presente para receber os heróis. Luis Gullermo Sollis, que no início da aventura confessou estar preparado para perder, estava visivelmente emocionado. Navas, Ruiz, Campbell, Borges e todos os outros receberam o carinho da população, enquanto circulavam no autocarro panorâmico de dois andares. Joel Campbell, entre selfies e festejos ia dando testemunho do que via e sentia no Instagram. As hashtags, essas, era sempre as mesmas: #incrível e #obrigado.

Estádios recebem nomes dos craques da “Sele”

Não se pense que a celebração nacional fica por aqui. No dia seguinte, Campbell, Umaña, Barrantes e Miller estiveram numa sessão de autógrafos, organizado pela Nike, e parecia que os quatro Beatles tinham descido à terra. À medida que os jogadores chegam às suas terras, novas receções e homenagens estão previstas. Vários estádios municipais estão a ser rebatizados para carregarem o nome dos heróis de 2014. A primeira iniciativa aconteceu em Pérez Zeledón, terra natal do guarda-redes Keylor Navas, que decidiu atribuir essa honra ao “filho dileto”, “um gesto pequeno para o muito que lhe devemos”, nas palavras das autoridades locais. Santa Ana não quis ficar atrás e o Estádio e Polidesportivo local vai passar a chamar-se Michael Umaña. Espera-se que a tendência alastre a todo o território costarriquenho, como fogo de palha.

Pinto, cidadão tico honorário

Um gesto repleto de significado, que demonstra bem a importância que estes quartos-de-final tiveram na sociedade tica, foi o acordo entre as várias forças representadas nos parlamento para agilizar o processo para atribuir a cidadania honorária ao selecionador colombiano Jorge Luis Pinto. Um justo reconhecimento do papel essencial que desempenhou neste enorme sucesso.

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