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Argentina 1 - 0 Bélgica

De joguinho em joguinho a Argentina já está nas meias-finais

Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília. Cerca de 70.000 espectadores. Bom tempo e céu limpo.

Selecção da Argentina – Sergio Romero, Pablo Zabaleta, Martín Demichelis, Ezequiel Garay, José María Basanta, Ángel di María (33′ Enzo Pérez), Javier Mascherano, Lucas Biglia, Lionel Messi, Gonzalo Higuaín (81′ Fernando Gago), Ezequiel Lavezzi (70′ Rodrigo Palacio).

Treinador – Alejandro Sabella.

Selecção da Bélgica – Thibaut Courtois, Toby Alderweireld, Daniel van Buyten, Vincent Kompany, Jan Vertonghen, Kevin de Bruyne, Axel Witsel, Marouane Fellaini, Kevin Mirallas (60′ Dries Mertens), Divock Origi (60′ Romelu Lukaku), Eden Hazard (75′ Nacer Chadli).

Treinador – Marc Wilmots.

Golos – 8′ Gonzalo Higuaín – Argentina 1 – 0 Bélgica.

E eram 17:00′ em Portugal continental quando começou mais um encontro dos quartos-de-final, e a colocar frente-a-frente as selecções da Argentina e da Bélgica.

Duas selecções que chegaram rodeadas de muitas expectativas, e que no fundo já atingiram os quartos, mas que ainda não cumpriram o seu destino. A Argentina, que é sempre uma forte candidata, tem vivido, muito, das mais valias individuais de Lionel Messi e Ángel di Maria. Por seu lado a Bélgica apareceu aqui com a sua melhor selecção em anos, com o maior leque de estrelas  que alguma vez concebeu e, no entanto, continua muito apagada.

Depois dos apuramentos, ontem, da Selecção da Alemanha e da Selecção do Brasil, e antes do jogo que vai opor as selecções da Holanda e da Costa Rica mais logo, às 21:00′, é aqui que se discutia o outro dos semi-finalistas.

E ambas as equipas a quererem continuar em prova.

A Primeira Parte

E foi a selecção belga a sair com a bola, e logo arrancaram para o meio-campo argentino, tentando forçar a passagem e aproximar-se da baliza de Sergio Romero. Os sul-americanos foram apanhados de surpresa com esta subida em peso dos belgas, mas logo que o conseguiram, os argentinos fizeram dois raids rápidos e perigosos sobre a baliza de Thibaut Courtois, primeiro por Lionel Messi, depois por Ángel di Maria. Mas logo os belgas voltaram a pegar no jogo e tornaram a partir para o meio-campo argentino.

Os argentinos, no entanto, recuperaram uma bola a meio-campo, Lionel Messi saiu com a bola nos pés, a fazer um belo slalon sobre os seus adversários, passou a bola a Ángel di Maria, que fez um passe em profundidade para Gonzalo Higuaín que, no interior da área belga, disparou um remate à primeira, batendo o guarda-redes Thibaut Courtois que se esticou, mas não foi o suficiente. Aos 8′, a Argentina inaugurava o marcador, começando, cedo, a ganhar.

Foi um balde de água fria o que tombou sobre a equipa belga que, contudo, tentou sacudir a pressão do golo sofrido e voltou a ocupar o meio-campo sul-americano.

Gonzalo Higuaín

Gonzalo Higuaín colocou bem cedo os sul-americanos em vantagem no marcador

O jogo tendeu a ficar-se por ali, pelo meio-campo, e começou também a ficar um pouco viril, principalmente, por parte dos argentinos. A linha de meio-campo sul-americano, começou a mostrar toda a sua classe, com passes e dribles e desmarcações que eram autênticos bailados. Mas a defesa europeia estava muito forte e segura, um autentico muro a bloquear a passagem dos jogadores argentinos.

A melhor oportunidade da selecção belga surgiu ao 26′ quando Kevin de Bruyne apanhou a bola, correu para a baliza de Sergio Romero e, ainda fora da área, disparou um potente e colocado remate ao qual o guarda-redes da argentina teve de se aplicar bastante para o parar. Nas resposta, Ángel di Maria subiu pelo lado direito do ataque argentino, num contra-ataque rápido, mas acabou por ser parado em falta e assistido em campo. Di Maria ficou mesmo lesionado e teve de ser substituído. Aos 33′ Ángel di Maria deu o seu lugar a Enzo Pérez que fez, assim, a sua estreia neste Mundial.

Aos 39′ de jogo, Lionel Messi pegou na bola, dançou, bailou, driblou uma série de adversários, e acabou por sucumbir a uma dupla falta de Marouane Fellaini, na meia-lua que antecede a grande área. O próprio Messi marcou a falta, disparando um forte remate que levou a bola a passar rente à barra da baliza de Thibaut Courtois.

Nos últimos minutos da primeira parte, os jogadores belgas instalaram-se no meio-campo argentino, com um tridente atacante, formado por Axel Witsel, Marouane Fellaini e Eden Hazard, a controlar bem a bola, mas sem, contudo, a conseguir levar até ao interior da baliza de Sergio Romero.

A Segunda Parte

No recomeço do jogo, parecia que a equipa belga vinha disposta a virar o resultado, mas logo foram desarmados pelos argentinos que acabaram por fazer o primeiro e mais perigoso remate à baliza. E acaba por ser a Argentina que acaba por assentar arraiais frente à grande área belga, ficando, várias vezes, muito próximo do segundo golo. Por seu lado, e tendo ficado amarrada à sua defesa, sem conseguir sacudir a pressão argentina, os belgas começaram a ser muito faltosos, o que acabou por valer o cartão amarelo a Eden Hazard.

Finalmente os belgas lá conseguiram um roubo de bola e arrancaram para cima da Argentina, mas acabaram por perder a bola que foi direccionada a Gonzalo Higuaín, que arranca numa corrida solitária, levando a bola nos pés e, à aproximação  da linha de grande área bela, disparou um potente remate que embateu na trave e acabou por sair do campo.

Lionel Messi

A Argentina mostrou ser Lionel Messi e pouco mais

Depois, ao fazer 1 hora de jogo, Marc Wilmots fez duas substituições de uma assentada, fazendo sair Divock Origi e Kevin Mirallas, para a entrada de Romelu Lukaku e Dries Mertens e, o certo é que a selecção belga ganhou o meio-campo e instalou-se no território argentino, que vinha a fazer muita pressão sobre a defesa belga, mas a partir desta altura, começou a recuar e a acusar a falta de di Maria.

Começava a sentir-se o cheiro do golo belga. Os médios europeus começaram a ganhar a bola e não baixavam do campo argentino. Os remates à baliza de Sergio Romero sucediam-se. Os sul-americanos não conseguiam passar da linha de meio-campo. Lionel Messi apagou-se e Enzo Pérez não foi ocupar o lugar de Ángel di Maria.

Por seu turno, Marc Wilmots faz nova substituição, fazendo sair Eden Hazard, que também passou um pouco ao lado deste jogo, e fez entrar, para o seu lugar, Nacer Chadli, para tentar cravar as unhas no meio-capo argentino e procurar o golo a todo o custo, sob pena de ser eliminado do Mundial nos quartos-de-final.

Mas os ataques belgas não resultavam em nada de interessante. Nem a defesa argentina precisou de se aplicar muito no trabalho. Era com facilidade que anulavam os ataques belgas.

Perto do final do encontro ainda surgiu uma grande oportunidade para a selecção argentina ampliar o marcador com uma subida veloz de Lionel Messi, que se encontrou sozinho frente a Thibaut Courtois, mas não foi lesto o suficiente para o ultrapassar e o guarda-redes belga fez uma grande mancha a defender o remate de Messi.

Depois, chegou o final do jogo, com uma vitória da Argentina, num jogo sem grande emoções.

Conclusão

Não foi uma grande partida de futebol, este Argentina – Bélgica.

Não foi uma grande partida de futebol para uns quartos-de-final de um Campeonato do Mundo de Futebol, principalmente entre uma equipa que se assume como potencial vencedora do torneio, e outra que se apresentava como uma das grandes surpresas do ano.

Bélgica

A grande selecção belga acabou por nunca aparecer neste Mundial

Ora, nem uma nem outra fizeram justiça ao que delas se esperava.

Foi um jogo sem grande emoção. Um jogo muito jogado a meio-do-campo, com subidas de parte-a-parte, mas sem grandes situações de perigo, sem grandes jogadas, sem grandes brilhantismos.

Quando a selecção argentina se apanhou a ganhar logo aos 8′ de jogo, predispôs-se logo a defender a vantagem que a colocava nas meias-de-final.

Mas a verdade é que a Argentina não teve de forçar muito porque o ataque belga também se revelou muito incipiente, com Eden Hazard a passar completamente ao lado do jogo. Ainda houve duas alturas em que parecia possível à Bélgica mudar o rumo dos acontecimentos, nomeadamente quando saiu di Maria, e quando Marc Wilmots faz a dupla substituição. Mas afinal, nada de novo se passou. A Bélgica não tinha arte para dar a volta ao resultado. E os argentinos aproveitaram ao máximo essa incapacidade europeia.

No final, ficou-se com a sensação de que a famosa equipa belga que tanto prometia, acabou por nunca aparecer neste Mundial.

A Argentina, sem ter feito grandes jogos, dá consigo nas meias-finais, onde irá defrontar o vencedor do Holanda – Costa Rica.

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