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Lionel Messi

Diário do Mundial – Dia 4

O quarto dia do Mundial de Futebol do Brasil trouxe duas partias amplamente desejadas, com as estreias da França e Argentina na competição. Mas o dia começou com o Suíça – Equador, e só quem se manteve atento, teve oportunidade de assistir a uma bela partida de futebol e a uma reviravolta fantástica dos suíços sobre os equatorianos. Por momentos pensou-se em surpresa no Estádio Mané Garrincha em Brasília, quando o Equador cedo tomou vantagem no jogo. Mas a história ainda tinha muito para contar. Assim como a história entre Franceses e Hondurenhos, marcada pela dureza dos Sul Americanos, que sem entenderem muito bem porquê, fizeram tudo menos jogar futebol. E por fim, uma Argentina a muito meio gás, salva pela genialidade de Lionel Messi, que acordou a meio do jogo para dar a vitória à Selecção Albiceleste, quando a Bósnia tinha tudo para sair do Rio de Janeiro com um empate.

Foi até ao último segundo…

O duelo entre Suíça e Equador fazia antever uma partida marcada pelo domínio Suíço, mas logo cedo o Equador começou a demonstrar que não vinha fazer turismo ao Brasil. Numa falha defensiva do conjunto suíço, Enner Valencia, aos 22″ minutos do primeiro tempo, cabeceia dentro da área e faz o 0-1 para o Equador. O jogo tinha tudo para dar a volta, mas a apatia e falta de ideias da Suíça, levaram o jogo dessa forma para intervalo, com o Equador a vencer e a Suíça a não criar oportunidades dignas de registo.

Suiça entrou a vencer

Suiça entrou a vencer

No segundo tempo as coisas foram bem diferentes. A Suíça entrou bem na segunda metade, tomou as rédeas do jogo e foi à procura de um resultado que lhe permitisse continuar a sonhar com a presença nos oitavos-de-final da competição. E assim foi. Ao minuto 48″ da segunda parte, Admir Mehmedi faz o empate no Mané Garrincha e colocava a Suíça novamente em jogo, com ainda muito tempo para disputar. Mehmedi tinha acabado de entrar em campo, ao substituir Stocker na vinda dos balneários para o segundo tempo. Substituição feliz para Ottmar Hitzfeld que viu o seu pupilo marcar na primeira oportunidade de que dispôs. O jogo fica marcado por um golo mal anulado a Josip Drmic, ao minuto 77″ da partida, que daria a reviravolta aos Suíços na partida. Como por norma as injustiças se escrevem por linhas tortas, a Suíça não desistiu e ao minuto 90+3″ da partida, chega finalmente à vantagem por intermédio de Haris Seferovic, com um desvio primordial que valeu os três pontos à Suíça.

O empate teria sido na verdade o resultado mais justo por aquilo que ambas as equipas fizeram durante os 90 minutos.

Muita dureza e pouco futebol

Karim Benzema

Benzema foi o melhor em campo

O jogo entra França e Honduras, fica marcado pela dureza dos Hondurenhos. Não fizeram absolutamente nada de marcante durante os 90 minutos de jogo, excepto deixarem todo o plantel Gaulês amassado e a necessitar de massagens. A França foi superior, muito superior aos Hondurenhos, mas só conseguiu desbloquear o jogo após a expulsão de Palacios já no final da primeira parte, que deu origem ao primeiro golo da França por intermédio de Karim Benzema, da marca de grande penalidade. E foi mesmo Benzema o homem do jogo. No início da segunda parte envia a bola ao poste esquerdo da baliza defendida por Valladares, a bola bate na parte interior do poste, encaminha-se no sentido do poste direito e ao tentar defendê-la, é Valladares que a coloca para lá da linha de golo. Por infortunio ou estupidez alheia, Benzema vê o golo atribuído ao guardião Hondurenho.

Ainda na segunda parte, a França não precisou de carregar muito para chegar ao 3-0. Em livre estudado e mal executado, Debuchy recebe a bola à entrada da área, faz um disparo rasteiro e violento, só que encontra Evra à entrada da área, que atingido de forma violenta, desvia a bola para Benzema que faz o 3-0 de uma forma irrepreensível. O goleador Francês está bem e recomenda-se! A França venceu com total justiça na sua estreia neste Mundial de Futebol do Brasil.

Messi acordou para salvar a Argentina

A grande partida da noite, pôs frente a frente a Argentina de Lionel Messi e a Bósnia de Edin Dzeko. Os argentinos entraram fortes, como seria de esperar, e ao minuto 3″ da partida, infelicidade para a Bósnia num livre de Lionel Messi que é desviado para a própria baliza por Kolasinac. A Selecção Albiceleste entra a vencer no jogo. A Bósnia reagiu bem à desvantagem e rapidamente assumiu o controlo do jogo, e por diversas vezes teve possibilidade de fechar melhor as suas jogadas. Ainda assim, foi preciso esperar 30 minutos para voltar a ver perigo real numa das balizas, com um remate de Mascherano ao minuto 31″ da partida. Ao minuto 40″ da partida, Lulic tem na cabeça a oportunidade de empatar o jogo, mas Sergio Romero com uma defesa fantástica, deixa a Argentina em vantagem. A primeira parte termina com vantagem da Albiceleste por 1-0, nuns primeiros 45 minutos muito equilibrados em todos os aspectos do jogo. A Bósnia não merecia sair para o intervalo a perder.

A genialidade de Messi

A genialidade de Messi

Pouco contente com a performance da primeira parte, o técnico Argentino faz entrar Higuaín e Gago logo no início da segunda parte, retirando de campo Campagnaro e Maxi Rodríguez. Mudanças à parte, a segunda parte começou como terminou a primeira, ou seja, com a Bósnia a assumir o controlo do jogo e a ser a Selecção com melhores oportunidades para marcar. O cartão amarelo de Marcos Rojo, foi também um handicap defensivo para a Argentina que sofreu um pouco nos primeiros 10 minutos da primeira parte. Só aos 57″ minutos a Bósnia esteve realmente muito perto de marcar, com uma saída errada de Romero, correctamente compensado pela defensiva Argentina.

Aos 65″ minutos da partida, a genialidade de Lionel Messi chegou ao Maracanã. Acordado de uma apatia que parecia não ter volta, Messi recebe a bola à entrada da área, e num rasgo lateral da direita para a esquerda, leva consigo quatro defensores Bósnios, contorna todos eles, dispara em arco e vê a bola a bater no poste direito da baliza da Bósnia e a entrar. Estava feito o 2-0 para a Argentina, com um rasgo de génio de Lionel Messi.

Aos 75″ minutos Kun Aguero tem uma recepção fantástica no lado direito da ofensiva Argentina, ajeita a bola e dispara para a baliza, com a bola a passar muito perto do poste esquerdo defendido por Begovic. A Bósnia resigna-se com o 2-0 e a Argentina assume por completo o controlo do jogo, e vai dispondo de várias oportunidades para dilatar a vantagem, mas sem grande qualidade na finalização. Até que ao minuto 84″, Besevic faz uma “cueca” a Romero e coloca a partida em 2-1. A Bósnia está novamente em jogo e tem 5 minutos para inverter o resultado. Sem grande consequência, a partida termina com vitória por 2-1 da Argentina. Injusta a vitória, para uma Bósnia que correu muito e merecia mais do que sair do Rio sem qualquer ponto.

Más exibições que valem vitórias

Este quarto dia fica marcado pelas más exibições de Suíça, França e Argentina, que sofreram para vencer e precisaram de ajuda para levar os 3 pontos para casa. Primeiro a Suíça, com uma vitória nos últimos segundos. Depois a França, que desbloqueou as Honduras com um penalti e uma expulsão, e mais tarde a Argentina, com um rasgo de Lionel Messi a salvar a Albiceleste de uma possível empate, frente a uma Bósnia que merecia mais do que uma derrota.

Amanhã entram em campo a Alemanha e Portugal, naquele que é o grande jogo do dia. Estaremos a torcer para que Portugal e Cristiano Ronaldo consigam somar três pontos e colocar a Selecção Nacional com um pé nos oitavos-de-final da prova.

Que comece o quinto dia do Mundial de Futebol do Brasil!

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