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Equador

Dilema: Atacar ou não atacar a França?

O treinador da Selecção do Equador parece estar a enfrentar um grande dilema relativamente à táctica que irá ou não usar contra a Selecção da França.

Os equatorianos, que precisam de vencer aos franceses caso queiram passar a fase de grupos e avançar até aos oitavos de final, vão ter de arriscar no jogo e atacar o adversário – não fosse tão urgente marcar golos. Parece simples e lógico. A questão reside no facto de que o seleccionador, Reinaldo Rueda, teme os avanços da França – que é actualmente líder do Grupo E, com seis pontos, e marcou oito golos em dois jogos – e disse que, se por um lado a equipa não pode jogar apenas na defensiva, por outro lado tem de ter muito cuidado e não deverá expor-se demasiado. Segundo Rueda, a fórmula para vencer os franceses será diminuir os espaços da equipa rival e ser assertivo nas oportunidades em que seja possível atacar.

“Espero que seja um jogo mais aberto pela parte da França. A nosso equipa vai fechar-se. Para conseguirmos o resultado pretendido no marcador, teremos de ser assertivos quando tivermos a posse de bola, principalmente nos momentos em que houver oportunidade de fazer golo.”– comentou o treinador.

Ainda segundo o treinador, o Equador precisa de analisar bem o comportamento da França, na esperança de conseguir obter os três pontos.

“É necessário que a nossa equipa faça uma boa leitura do jogo. Além de inteligência, precisamos que toda a equipa esteja concentrada. A França é uma potência e trabalha muito bem as triangulações.” – analisou.

Quanto aos jogadores, Rueda garante que eles estão preparados psicologicamente para encarar uma equipa que já foi campeã do mundo (1998, em França).

“Enfrentámos uma Suíça muito aplicada e pecámos numa jogada já na recta final do jogo. Contra as Honduras, a nossa equipa melhorou. Agora temos um adversário com outro estilo e estrelas individuais. O empenho tem que ser ainda maior.” – concluiu.

O clima é de esperança e total concentração dos atletas. O avançado Christian Noboa destacou a importância do jogo para a selecção”.

“Estamos preparados para este jogo, que é decisivo para nós. Temos que jogar com a mesma garra e vontade que tivemos no jogo contra as Honduras. A equipa tem que melhorar em alguns aspectos, mas penso que a classificação é possível.” – comentou.

Também o colega de equipa, Jefferson Montero, partilha da mesma opinião que Noboa.

“Para nós é como se fosse uma final. Sabemos disso e assim tem sido a preparação. Não começámos com o pé direito no Campeonato, mas recuperámos no segundo jogo. Temos de melhorar em alguns pontos, e não pode haver espaço para erros.”- disse, acrescentando ainda que “a França não é como as Honduras, e vai  permitir-nos jogar mais. Será um jogo mais aberto. Temos de aproveitar todas as oportunidades que surgirem.”

Segundo colocado no Grupo E, com três pontos, o Equador joga amanhã, às 17h, no Estádio Maracanã, contra a Selecção da França, na tentativa de solidificar a sua passagem aos oitavos de final, sem depender de resultados paralelos.

Do mesmo grupo, e no mesmo horário, jogam ainda a Selecção da Suíça contra a Selecção das Honduras,em Manaus.

Treino leve

O Equador fez um treino leve antes antes de viajar para o Rio de Janeiro onde irá defrontar a Selecção da França – o último jogo da equipa na fase de grupos.

O treino, que decorreu ontem pela parte da tarde, concentrou-se numa primeira fase, na preparação física dos jogadores – trabalho de ginásio –  e posteriormente, em treinos no relvado.

Os jogadores viajaram hoje de manhã para o Rio de Janeiro.

There’s a lot of resources differentiation within the groups, said jill gilkerson, lena’s director of child-language research

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