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ThiagoSilva

E agora, Brasil?

Depois do choque inicial, o Brasil tem que reagrupar e olhar em frente. Mesmo sem poder contar com Neymar em campo, a Canarinha tem uma meia-final para jogar, diante da Alemanha. Desde o início desta campanha todos os comentadores têm evidenciado o modo como a equipa depende do avançado do Barcelona. Mas há quem pense, como José Mourinho, que a ausência de Thiago Silva pode ser ainda mais difícil de preencher.

Reagir às perdas

O Brasil vive o aproximar da semifinal com a Alemanha com um misto de emoções à flor da pele. Ansiedade, desalento, frustração, crença, esperança. Houve até uma reação de ódio e perseguição em relação a Juan Zuñiga nos media e redes sociais, que revelou o lado negro do povo brasileiro. A lesão de Neymar sobrepõe-se a todas as conversas. Todas as conjeturas giram em volta das alternativas a ocupar o seu lugar. Como poderá o Brasil organizar-se sem a sua maior estrela? Não será fácil, até porque todo o jogo passava por ele, Neymar era o fio condutor, aquele para quem todos os companheiros recorriam à espera que resolvesse. Mas é possível, o que não falta entre os vinte e três escolhidos de Felipão é qualidade e poder atacante. Willian é um jogador tremendo, muito jovem mas com toda a experiência do campeonato inglês e da Liga dos Campeões. Bernard, como já entendeu, agrada e muito ao selecionador. Mas Mourinho tem razão, substituir a presença de Thiago Silva em campo será mais complicado. O capitão cumpre um jogo de castigo por acumulação de amarelos. Não é à toa que ele usa a braçadeira da Canarinha. O modelo de Scolari é baseado na solidez defensiva e os seus onze iniciais têm algumas peças-chave, certamente mais discretas que o rapaz do cabelo espetado, mas tão ou mais importantes na manutenção dos equilíbrios tão caros ao selecionador. Thiago Silva é uma delas, Luiz Gustavo é outra. Saber que terá o médio do Wolfsburg de novo à disposição deve ser um grande alívio para o técnico brasileiro.

Colocar as peças no tabuleiro

Luiz Felipe Scolari tem decisões difíceis para tomar. A lesão de Neymar Júnior foi um golpe tremendo. Não apenas pelos golos que marca mas pela perturbação que causa nos adversários. Neymar desequilibra, mexe com o jogo. O Escrete dependia da sua corrente de energia a percorrer o relvado. Não há uma escolha evidente e o passatempo nacional, e mundial, é tentar entrar na cabeça de Scolari. Verdade seja dita, nos jogos a eliminar o menino de Santos esteve longe do papel explosivo e decisivo que desempenhou nas partidas da fase de grupos. Há que peça a Scolari que aproveite oportunidade que a desgraça trouxe e arrisque ainda mais um pouco. Que deixe cair Fred no lugar mais adiantado, passe Óscar para n.º 10 e coloque Willian e Bernard em simultâneo em jogo. Mas Felipão não é homem de aventuras. O mais natural é que Hulk, que já tem vindo a subir de rendimento nos últimos dois jogos, e Óscar sejam convidados a liderar o processo ofensivo, com um dos jovens a fazer a lateral.

Concretizar o sonho de Neymar

Desengane-se quem teme ou espera um Brasil enfraquecido. A estrutura mental dos brasileiros é feita de resiliência, superar as adversidades com o poder da sua vontade. Sejam quais forem os onze a entrar em campo vão deixar a pele. Já não bastava a motivação de ganhar uma Copa em casa, agora todos vão querer vencer para dar esse presente ao amigo lesionado. O pensamento entre o plantel é só um: Neymar vai realizar o seu sonho de ser Campeão do Mundo.

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