Última Hora

• Nenhum artigo encontrado
Michael Umana Costa Rica

Estranho ser favorito

Para os jogadores Ticos é estranho verem-se agora no papel de favoritos. Para a quase totalidade dos analistas, a Costa Rica estava eliminada mesmo antes de pôr os pés no Brasil. Mas o primeiro lugar no “grupo da morte”, conseguido com vitórias históricas sobre Uruguai e Itália, mais o empate final com a Inglaterra, mudou tudo. Mudou o estatuto, mudou o objetivo. Los Ticos querem fazer história no Brasil, levando a caminhada além dos oitavos, pela primeira vez na história do país. Para tal há que vencer a Grécia em hora e meia de jogo. Pelo sim, pelo não também já começaram a treinar penáltis.

De Gata Borralheira a Cinderela

Há três semanas o mundo do futebol não dava nada por eles. Eram o elemento descartado de antemão no chamado “grupo da morte”. Hoje, Jorge Luis Pinto e seus “muchachos” são confrontados com o interesse mediático do mundo inteiro. E agora são muitos os que os apontam como favoritos no próximo embate com a Grécia. É o que dá ser a equipa sensação deste mundial! Na comitiva costarriquenha isso tem pouca importância. Preferem continuar a repetir expressões como “trabalho”, “humildade”. “Primeiro éramos a Gata Borralheira, depois o jocker, agora isto… Nós não vamos atirar foguetes. Temos pela frente um momento muito bonito mas será também muito difícil.”, disse Michael Umaña aos jornalistas e acrescentou que ele e os companheiros estavam bem cientes de que as vitórias se conquistam em campo, não com conversa fiada. “Estamos a pensar no que precisamos de fazer para ganhar, não se somos favoritos ou não.” O defesa Tico tem os pés bem assentes na terra. O que a Costa Rica conseguiu nos jogos anteriores foi extraordinário mas isso já ficou para trás. Agora espera-os uma partida decisiva, que os pode mandar de volta a casa se não estiverem preparados.

Identificar as fragilidades adversárias

Los Ticos já identificaram as brechas a explorar com os gregos. É uma seleção lenta, que tem dificuldades em travar ataques rápidos pelo centro do terreno e que, por vezes, se distrai nos lances de bola parada. Basta analisar com atenção os jogos anteriores, foi por aí que tanto a Colômbia como a Costa do Marfim causaram perigo. O talento e repentismo de jogadores como Campbell, Ruiz e Bolaños podem tirar partido destes calcanhares de Aquiles. O adjunto de Pinto, Luis Marín, esconde o jogo e diz que o alinhamento ainda não está decidido. Existe uma base mas pode haver uma ou outra alteração no plantel costarriquenho, em função das características do adversário. Ainda assim, vai referindo que era importante marcar cedo, surpreender a seleção grega enquanto ainda estivesse a posicionar-se no relvado. Sabendo-se da tendência que têm para se fechar na defensiva e esperar uma oportunidade de contra-ataque, um golo nos minutos iniciais ia obriga-los a abrir um pouco e correr atrás do resultado.
Na comitiva costarriquenha está tudo preparado. A ideia é derrotar a Grécia, se possível dentro dos noventa minutos regulamentares. Mas, pelo sim, pelo não, o plantel já está a treinar lances de grande penalidade. A partir de agora, a mira apurada da marca dos penáltis pode ser o passaporte para seguir em frente.

Carolan of the newschools seed fund said she didn’t see a downside to the geographic focus of the boston and baltimore efforts, but she said both programs would need to remain flexible in trying to help http://writemypaper4me.org new education companies grow

Outros Artigos Recomendados

Deixe um comentário

Your email address will not be published. Required fields are marked *