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Japão desolado

Game Over para o Japão

Foi com desalento que a selecção do Japão saiu do estádio Arena Pantanal com uma goleada sofrida ontem, por 4-1, frente à Colômbia. O Japão, uma equipa que se mostrou com outra capacidade e performance nos jogos amigáveis e nas eliminatórias para este Mundial, que se classificou em primeiro lugar na Àsia e com jogadores com experiência em Mundiais anteriores, mostrou não estar à altura do jogo nem do campeonato do Mundo. Muita expectativa foi criada em torno da selecção nipónica, mas no final ficaram as desilusões, e um sentimento de grande tristeza e impotência. Os jogadores passaram por situações muito desagradáveis e queriam de alguma forma fazer uma boa campanha para honrar o povo japonês que passou por tanto, desde o Tsunami, ao terramoto, e ao acidente nuclear de Fukushima. Só a vontade e o crer não bastaram para o Japão levar de vencida os jogos na fase de grupos, onde não conseguiu uma única vitória, e apenas com um empate frente à Grécia, o Japão vai para casa com apenas 1 ponto somado.

Jackson Martinez foi o melhor jogador em campo

Jackson Martinez foi o melhor jogador em campo

Na primeira parte até parecia que o Japão tinha tudo para contrariar a Selecção da Colômbia, mas a entrada de James Rodríguez para o lugar de Quintero foi fulcral para a vitória da Colômbia. Foi uma tarde de inspiração para o extremo do Mónaco, que está em ascensão neste Mundial. Quem também brilhou e fez um jogo de tirar o chapéu, foi o avançado do F.C.Porto, Jackson Martínez, que foi considerado o melhor jogador em campo, com dois golos de belo efeito. Esperava-se outra atitude por parte dos Samurais Azuis, mas com tanta afinação e pontaria por parte dos Colombianos, foi de todo impossível ver a equipa nipónica a dar a volta por cima, naquele que podia ser o jogo decisivo para a continuação neste Mundial.

O treinador Alberto Zaccheroni, não conseguiu encontrar uma justificação plausível para tamanha derrota e para o desempenho dos jogadores no jogo contra a Colômbia e no Mundial em si. Visivelmente desolado, na conferência de imprensa, preferiu assumir a culpa da eliminação do Japão no Campeonato do Mundo, ainda que tenha questionado o porquê de tanta passividade e falta de empenho dos jogadores nipónicos. Questionado pelos jornalistas  se continuaria na selecção nipónica depois da eliminação do Mundial, Zaccheroni, não disse que sairia, seria uma decisão a ponderar, mas que essa decisão seria tomada no Japão, onde se reunirá com os responsáveis e jogadores. O discurso no entanto, soou a  despedida.

Mondragon, guarda-redes mais velho de sempre a jogar em Mundias, com 43 anos e três dias, entrou aos 84″ para a baliza da Colômbia, batendo assim, o recorde anterior que era do camaronês Roger Milla, com 42 anos, um mês e oito dias.

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