Última Hora

• Nenhum artigo encontrado
Irão

Irão amanhece sem Carlos Queiroz

Terminada a prestação da seleção iraniana no Mundial 2014, Carlos Queiroz deu por concluído o seu trabalho naquele país asiático. Ao sair de competição com um empate e duas derrotas, o Irão não foi capaz de se superar, mas, na verdade, deixou uma boa imagem em campo, com vários jogadores que se esperam fazer parte de um futuro brilhante.

Para Carlos Queiroz, “é importante que se comece já amanhã a preparar o futuro, não se pode esperar mais”. O treinador português considera que ficou provado que o Irão “pode jogar de igual para igual com outras equipas mais evoluídas, os nossos jogadores conseguem alcançar níveis muito próximos, mas é preciso mais investimento, mais trabalho e a única coisa que não nos sobra é tempo. Para estarmos ao nível dos nossos adversários, temos que manter os objetivos claros”.

O treinador português não deixou de assinalar que é “bastante mais fácil quando temos jogadores do Manchester City, do Roma, do Benfica ou do Real Madrid ao nosso dispor”. A seleção do Irão lutou no limite das suas forças, “estávamos esgotados depois do jogo com a Argentina, demos tudo nesse encontro”, pelo que Queiroz assume que “não era muito realista pensar que poderíamos seguir para a segunda fase, ainda não é esse o nosso nível, a Bósnia foi a melhor equipa que enfrentamos”.

O talento plantado para o futuro

Enquanto se espera pelo nome que tomará conta dos destinos da Seleção do Irão, que terá como objetivo principal uma boa prestação na Taça Asiática 2015, que se irá disputar na Austrália e onde os iranianos começam num grupo onde são claramente favoritos, com os Emirados Árabes Unidos, o Barém e o Catar, olha-se para o talento deixado por Carlos Queiroz ao serviço do futuro desta seleção.

Os avançados Dejagah e Reza Ghoochannejhad serão os dois elementos mais talentosos do conjunto, e chegarão ao próximo Mundial à beira dos trinta anos. Nekounam e Masoud poderão ter neles dignos sucessores. Mas o futuro do futebol iraniano estará em jogadores como Alireza Jahanbakhsh, avançado do NEC de apenas 21 anos, ou Ehsan Hajsafi, que aos 24 anos precisará de sair do seu país para continuar a evoluir. Por outro lado, Alireza Haghighi fez boas exibições na baliza iraniana e, depois de ter estado na Covilhã, poderá continuar a jogar na Europa.

Quem chegar terá neste núcleo de cinco jogadores um ponto sólido para começar a construir os sucessos futuros.

Auseinandersetzung mit kirche und inquisitionim jahre https://www.hausarbeit-agentur.com 1613 äußerte sich galilei in briefen erstmalig über die stellung der bibel zu seinen astronomischen entdeckungen

Outros Artigos Recomendados

Deixe um comentário

Your email address will not be published. Required fields are marked *