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Carlos Queiroz

Irão conta com os brasileiros

É já esta tarde que o Irão, orientado pelo português Carlos Queiroz, disputa aquele que é o encontro mais esperado por toda a comitiva e, não será exagerado dizê-lo, por todos os adeptos iranianos. Frente à Argentina e a Messi, a equipa do Irão pretende deixar uma boa imagem do trabalho feito nos últimos meses, justificando os sacrifícios para se poder medir com os melhores do mundo. Carlos Queiroz não tem dúvidas e conta “com o apoio dos brasileiros” para tentar levar de vencido o grande rival da seleção canarinha.

Confiança e humildade

Um dos trabalhos de Carlos Queiroz na preparação para este jogo foi o de fazer crer aos seus jogadores que tudo é possível, tendo em conta que o futebol “é um jogo simples” e que “o terreno onde se joga é igual, aqui ou em qualquer parte do mundo”. No fundo, quer que os seus jogadores percebam que, apesar das diferenças de ambiente no estádio, “a partida se vai decidir entre as quatro bandeirolas de canto, como em todos os jogos onde eles já estiveram”.

O técnico português não perdeu a oportunidade de comparar o seu Irão com o que outras seleções de menores recursos estão a conseguir no Mundial, sublinhando o que considera ser uma oportunidade para os iranianos. “Nenhum jogo está ganho antes de ser jogado e é essa a beleza do futebol. Outra lei é que as as melhores equipas não ganham sempre e as piores não perdem sempre”, referiu Queiroz, naturalmente esperançado em conseguir pontuar, uma vez mais, na tarde deste sábado.

“Se tivesse dez fichas, apostava todas no Irão. Ou ganho muito ou não ganho nada. Ganhar pouco não interessa.” Carlos Queiroz definiu assim o seu estado de espírito para esta partida, na qual reconhece, no entanto, naturais dificuldades. “Não caímos na ilusão de que o primeiro tempo da Argentina na estreia se vá repetir muitas vezes”, mas, afiançou o técnico, a sua equipa está preparada para o desafio que aí vem.

Parar Messi

O técnico português referiu ainda a impossibilidade de parar Messi na equipa da Argentina. “Dão-lhe a bola, ele pega nela e mete na baliza. Outros tentam correr com a bola e não conseguem. Não podemos jogar contra ele, temos de jogar com ele.” Mas os problemas que o Irão terá de defrontar não terminam no astro do Barcelona. Aguero, Higuaín e Dí Maria foram mais alguns dos nomes que Queiroz referiu nesta conferência de imprensa.

No final das contas, a certeza de que a partida frente à Argentina é mesmo para aproveitar. “Calhou-nos a Argentina e acham que o Irão trocava isso por alguma coisa? Não trocamos este jogo por nada deste mundo.” Que a bola comece a rolar…

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