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terramoto seguido de tsunami

Japão – Uma Selecção marcada pela sua história

A selecção do Japão chegou no sábado à noite ao Brasil, em Itu, município do Estado de São Paulo. O Terramoto, Tsunami e a explosão da central nuclear de Fukushima, tornaram a selecção nacional mais unida que nunca, unidos pela coragem e pela forma rude, ingrata e injusta que este País foi devastado pelas catástrofes naturais e pelas obras magnânimas do homem. Sem dúvida, que foi um trauma de preparação para este campeonato do Mundo e para a equipa Japonesa.

Março de 2011, o terramoto de magnitude 8.9 na escala de Richter, no nordeste do Japão, fez provocar um Tsunami que atingiu algumas zonas costeiras e numerosas réplicas, acabando, assim com a vida de milhares de pessoas e deixado um rasto de destruição maciço, sem falar dos avultados prejuízos para o País. Quando a radiação começou a vazar dos tanques de contenção, cerca de 300 mil moradores, tiveram que deixar, as suas vidas, pertences, e tudo o que tinham até então. Até a delegação japonesa, não se livrou deste terrível acidente e evacuou da região. Todos tiveram de procurar outro sírio para viver. Mais de 13 mil pessoas morreram na catástrofe.

Obviamente que estes infelizes acontecimentos também atingiram o futebol, em concreto, o centro de treinos da selecção nacional, que fica muito perto da central nuclear de Fukushima, J-Village, um enorme complexo desportivo da federação japonesa de futebol. Este era o lar de todas as selecções do Japão, situado a 20 quilómetros da central nuclear, agora convertido no quartel-general da operadora Tokyo Electric Power (TEPCO). Os relvados do complexo desportivo J-Village, os balneários, academias e campos de futebol foram usados como base para os esforços do governo para controlar o vazamento radioativo – outrora serviram para jogar futebol – agora servem para albergar  contentores que servem de habitações para trabalhadores, que diariamente trabalham no desmantelamento da central. As balizas deram lugar a tendas para se fazer o controlo da radiação, a relva, é agora, o palco de uma infra-estrutura que em 2002 serviu alguma das selecções do mundial.

Eiji Kawashima

Eiji Kawashima, insultado, devido à tragédia de 2011

Sem dúvida que este terrível acidente, uniu todos os Japoneses e seus compatriotas neste luta desmedida e sem glória,. O guarda-redes, e jogador dos samurais azuis, Eiji Kawashima, foi exemplo disso, aquando de um jogo da primeira liga da Bélgica entre o Standard de Liège e o Germinal Beerschot, Eiji Kawashima, foi insultado com cânticos e gritos de ”Kawashima-Fukushima!” referentes ao desastre nuclear de Fukushima Daiichi. Depois de confrontado pelo jogador, o árbitro, cancelou o jogo por breves minutos até que se deixassem de ouvir cânticos referentes ao desastre. Após terminar a partida, o guarda-redes saiu conturbado e em lágrimas pelo sucedido, visivelmente indignado, Kawashima disse: “Eu posso passar por muitas coisas, mas não isto. Isto não tem graça nenhuma. Usar a tragédia de Fukushima desta forma não é nada engraçado” – rematou.

Também, Laurent Ruquier, um prestigiado apresentador Francês do canal France 2, teve a infeliz ideia de brincar com o sucedido em Fukushima, depois da partida amigável entre a França e o Japão, onde o Japão levou de vencida a França. Laurent Ruquier, mostrou um foto montagem em que o guardião dos samurais azuis, aparece com quatro braços, numa piada sobre um suposto “efeito Fukushima”, elogiando, a prestação do guardião. A piada foi motivo de risos e aplausos no estúdio. Quem não gostou nada do sucedido, foi o chefe do gabinete do governo japonês, Osamu Fujimura, dizendo que foi uma piada inadequada – “É um retrocesso na moral das pessoa que lutam para melhorar o país” – referiu. O apresentador desculpou-se mais tarde.

We were very upfront about the fact the system was not working very well when ibm released the system last october, keric ashley, the director of the california department of education’s data management division, said https://writepaper4me.com in an interview last week

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