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JL pinto Costa Rica

Jorge Luis Pinto ainda não terminou o seu trabalho

A Costa Rica tem sido a grande sensação deste Mundial e já atingiu uma fase onde nunca antes tinha estado presente. No entanto, para Jorge Luís Pinto, o colombiano que lidera Los Ticos, o trabalho está longe de ser terminado e ainda não é tempo para fazer festas. Quando foi questionado sobre se os costarriquenhos já se sentiam “campeões” pelo trajeto alcançado, Pinto foi claro. “Não nos sentimos campeões de jeito nenhum. Respeitamos as outras equipes, como Brasil, Argentina, Holanda e França. Eles são potências. Sonhamos apenas em poder lutar contra a Holanda. Ganhamos um jogo, mas falta muito e vamos seguir caminhando.”

Para Jorge Luis Pinto não existem segredos que não possam ser revelados para justificar a excelente caminhada da Costa Rica neste Mundial. “O nosso segredo é o trabalho. Nós trabalhamos muito e preparamos a equipa com muito conceito científico. Não medimos esforços e além disso, os jogadores também estão dando tudo que podem dentro de campo.”

Com a Holanda na agenda como próximo adversário, Los Ticos estão já totalmente concentrados no objetivo que segue. Mas só nesse. “A equipa deles é muito boa. É uma equipa completa. Não sabemos onde vamos chegar. Hoje pensamos apenas em lutar para triunfar contra a Holanda. Não estamos pensando em nada que não seja o jogo. Depois podemos pensar em outras coisas” – afirmou o selecionador costarriquenho.

Português sublinha a inteligência

No jornal O Jogo de hoje, Guilherme Farinha ajudou a perceber o sucesso da equipa da Costa Rica. O atual treinador do Carmelita, que disputa a liga costarriquenha, já passou, antes, pelo Alajuelense e pelo Heridiano, tendo um largo conhecimento do futebol daquele país. Para Farinha, “o jogador costarriquenho é mais inteligente e mais capacidade de aprendizagem do que os países vizinhos, o que ajuda a compreender a facilidade com que abordam o jogo taticamente”. O bom momento da Costa Rica também está intimamente ligada ao trabalho do seu selecionador. “O Jorge Luís Pinto é um treinador que tem qualidade, conhecimentos técnicos e muito disciplinado. Preparou a equipa muito bem em todos os aspetos”.

Os sinais dados pela seleção da Costa Rica, a nível físico e mental, demonstram a Guilherme Faria que a equipa está preparada para desafios mais exigentes, como será o jogo dos quartos-de-final, com a Holanda. Por outro lado, Farinha não estranha o interesse que se vai levantando em volta de alguns jogadores desta equipa, como Keylor Navas, Yeltsin Tejeda ou Joel Campbell. “Há aqui jogadores com qualidade para vingarem na Europa e acredito que o campeonato passará a ser seguido com mais atenção”.

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