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Lahm Cristiano Ronaldo Portugal

Lahm no meio-campo é para durar

Aquela que pode ser considerada como a grande mudança operada por Pep Guardiola no Bayern Munique, este ano, a passagem de Lahm para o meio-campo defensivo, foi adoptada com entusiasmo na seleção alemã. No entanto, depois de Hummels ter saído lesionado na partida frente a Portugal, o posicionamento do capitão foi questionado, abrindo-se a possibilidade de ver Lahm regressar à lateral-direita, com Jerome Boateng a ocupar o lugar de defesa-central, tal como faz na equipa bávara. Para Hansi Flick, treinador-adjunto de Joachim Low na seleção germânica. isso está fora de questão.

“Temos várias opções para as posições defensivas e o Philip Lahm vai continuar no meio-campo”, disse Flick, numa conferência de imprensa. Mas a confiança do técnico germânico vai para lá das suas opções, visto que, para este responsável, a ausência de Hummels não é garantida. “O Matt treinou individualmente e penso que poderá estar disponível para jogar já no encontro frente ao Gana. Temos uma excelente equipa médica e tudo está a ser feito para que os nossos jogadores estejam em campo”. No caso de Boateng, que também terá sentido algumas queixas no final do encontro com Portugal, tudo está ultrapassado. “O Jerome treinou normalmente” – afiançou Hansi Flick.

Tem tudo a ver com dinamismo

Flick e o líder Low

Flick e o líder Low

Hansi Flick sublinhou que o plano tático da Alemanha não está assente em ideias rígidas. A presença de Lahm a meio-campo não obriga o defesa a um posicionamento fixo, bem pelo contrário. Como se viu frente a Portugal, Lahm é, muitas vezes, opção para transportar a bola, mas também surge solto mais próximo da área, encontrando espaços naquele que é um território, o lado direito, que lhe é mais familiar. O mesmo se aplica a Thomas Muller que, apesar do hattrick e do grande aproveitamento de falhas dentro da área, não tem as características de um ponta-de-lança tático, antes atuando muito solto na frente de ataque, em busca da evolução dinâmica do esquema ofensivo da sua equipa.

O técnico fez ainda questão de sublinhar que, frente a Portugal, “nem tudo foi perfeito”. “Também conhecemos bem a equipa do Gana e temos que fazer um esforço para nos mantermos mais compactos no terreno de jogo”, provavelmente lembrando que as poucas oportunidades cedidas à equipa lusa nasceram do afastamento das linhas, que pode provocar perdas de bola em zonas proibidas, quando enfrentam pressão.

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