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Thomas Muller Alemanha

Mesmo com serviços mínimo, é para ganhar

Muito se falou da hipótese de haver um arranjinho entre Alemanha e Estados Unidos. Bastava para tanto que os germânicos, que já tinham o apuramento garantido, facilitassem um pouco. Desenganem-se. Amigos, amigos, futebol à parte. Mesmo sem carregar no acelerador, os homens de Joachim Low fizeram a sua parte e Muller – quem mais? – carimbou a vitória. Portugal e o Gana, não.

Controlar do princípio ao fim

O selecionador alemão tem razões para estar satisfeito com a prestação da sua equipa durante a fase de grupos. Duas vitórias – frente a Portugal e aos Estados Unidos – e um empate – Gana – rendem sete pontos e o primeiro lugar do Grupo G. Acresce ainda o número confortável de golos, sete marcados e apenas dois sofridos, ambos do Gana. A fechar esta etapa, e antes de avançar para os oitavos-de-final, mais um resultado positivo e uma baliza inviolada. A Alemanha, que podia, e até tinha esse direito, descansar e aproveitar para poupar os titulares, não o fez. Debaixo de um temporal, os alemães cumpriram o seu papel de candidatos ao título. Sem se matarem em campo, demonstraram superioridade em relação ao adversário desde o primeiro minuto. E, com Thomas Muller no relvado, a vitória está à distância de uma pequena distração.

No rescaldo do encontro, Joachim Low louvou a forma como a sua equipa controlou o jogo com os EUA do princípio ao fim. Fez um elogio particular a Bastian Schweinsteiger, que segundo o técnico entrou muito bem para cumprir o papel de contenção do meio-campo, o que permitiu dar um merecido descanso a Sami Kedira. Mantendo o nível de exigência que já lhe conhecemos, aproveitou para pedir aos seus jogadores maior qualidade no último passe, na sua opinião o único aspeto a precisar de afinação. O que passa nesta Alemanha é o facto de ser um grupo muito coeso e uniforme. Uns entram, outros saem, o modelo adapta-se mas a eficácia mantém-se.

Sem arranjinhos

Quem temia um acordo de bastidores entre dois amigos e compatriotas, para benefício das equipas de ambos, ficou desiludido. Jurgen Klinsmann foi selecionador alemão e o responsável pela ida de Low para a mesma estrutura, na altura como seu adjunto. São, assumidamente, amigos. Klinsmann também conhece bem estes jogadores germânicos, alguns, como Muller, devem-lhe a primeira chamada à Mannschaft. Mas isto é um campeonato do mundo e a Alemanha está aqui para atacar o quarto título da sua história. Os alemães fizeram o seu trabalho, portugueses e ganeses não. Tão simples quanto isso. Agora seguem em frente, para defrontar a Argélia, já na próxima segunda-feira, em Porto Alegre.

Muller resolve

A figura do jogo voltou a ser o desengonçado Thomas Muller. Aos dez minutos do segundo tempo marcou o seu quarto tento na competição, igualando Neymar e Leo Messi, e decidiu a partida. Foi a nona vez que colocou a bola no fundo das redes, o que lhe dá a média de um golo por cada jogo que fez em campeonatos do mundo. A posição de avançado é aquela em que a Alemanha tem menos opções. Mas com homens como Muller e Klose, com o seu nível de eficácia, a questão nem aparece.

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