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Neymar fez a sua parte, agora é a nossa vez

As aparições do selecionador brasileiro têm alternado de estilo. Depois do modo belicoso, a disparar em todas as direções contra inimigos vários, voltamos a ter um Scolari de bem com a vida. Acabou a indignação pela perda da principal figura. O Brasil está onde queria estar, falta um degrau para alcançar a tão sonhada final da Copa organizada em casa. Para Luiz Felipe Scolari, a Canarinha tem todas as motivações para se superar neste encontro com a Alemanha. Todos e mais um: Neymar. Quanto às alterações que será forçado a fazer, as decisões estão tomadas. Mas ele não fala.

Um país inteiro por trás

Scolari diz que a equipa já ultrapassou esse primeiro momento de tristeza, de indignação, de reação ao golpe sobre Neymar e a notícia de que não poderiam contar mais o seu talento. Já conversaram, já treinaram várias soluções. O próprio jogador do Barcelona esteve com os companheiros e esse reencontro ajudou a seguir em frente. Estamos num Campeonato do Mundo, o tempo é escasso para tudo, e também o é para gerir as contrariedades. O grupo tem tudo muito claro. Neymar fez a sua parte, agora é a nossa vez. E Scolari alarga esse “nós”, incluindo nele a torcida. “Eu, os jogadores e todo o povo brasileiro. Nós não vamos estar jogando apenas por nós, por nosso país, por tudo o que imaginamos e sonhamos, mas também pelo Neymar, por tudo o que fez por nós.”

Agora há nada mais nada menos que a Alemanha pela frente, num jogo de mata-mata, tão grato ao selecionador brasileiro. No Mineirão, em Belo Horizonte, a Canarinha enfrenta o degrau que a separa do dia mais esperado. A final nesse mítico lugar de todo o futebol brasileiro, o Maracanã. Este podia muito bem ser esse jogo que decide o título, não outros dois países que mais tenho feito a história dos Campeonatos do Mundo. Curiosamente, esta é apenas a segunda vez que brasileiros e germânicos se defrontam num Mundial de futebol. A primeira vez aconteceu há doze anos, na organização conjunta Japão/Coreia do Sul, precisamente na final da competição. Nessa altura, Luiz Felipe Scolari, pela primeira vez no comando do Brasil, conquistou o seu primeiro título, o quinto dos verdes e amarelos.

Scolari não perde o sono

As baixas de Neymar e Thiago Silva, e a forma como a formação canarinha se vai transfigurar para supri-las dominam todas as conjeturas. Mas não se pense que as decisões a tomar deixam Felipão angustiado. “Eu durmo muito bem”, disse com um sorriso. “Tenho um grupo de jogadores fantástico e temos estado a ver os jogos da Alemanha. Tivemos olheiros nos últimos dois jogos deles e deram-nos indicações de como podemos derrotá-los. Quando tens uma equipa a trabalhar contigo, um grupo de assistentes, sentes-te mais à vontade para fazer essas escolhas.” Aliás, Scolari afirma que o alinhamento está mais do que decidido mas cada um de nós vai ter que espera pelo início do jogo para entender as opções que tomou. A única entrada que parece evidente é a de Dante, para o centro da defesa. Nos treinos, o técnico brasileiro experimentou todos os médios e avançados que têm à disposição. Na Granja Comary foram testados diversos esquemas táticos. Primeiro alinhou um 4-3-3, com um bloco no meio-campo composto por Luiz Gustavo, Paulinho e Fernadinho e puxando Óscar para acompanhar Hulk e Fred. Esta seria uma formação mais ao gosto do “cauteloso” Scolari. Os alemães teriam enormes dificuldades com essas duas linhas defensivas. Basta saber se Hulk e Óscar, que têm estado algo apagados, poderiam explodir nesta semifinal. A não ser assim, pode vir a faltar aquele rasgo de criatividade, as ruturas que Neymar assegurava. O selecionador também experimentou substituir Paulinho por Willian, numa posição mais avançada. No fundo seria entregar ao jovem do Chelsea as funções que Óscar tem desempenhado. Outras alternativas passam pela entrada de Bernard, Hernanes e Jô, menos prováveis para o onze inicial.

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