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Kone Grécia

O paradoxo Grego

Panagiotis Kone é um homem confiante. Acredita no selecionador e restante equipa técnica, na capacidade da equipa grega fazer frente ao Japão. Tem até fé que os Gregos vão voltar a acertar no fundo das redes adversárias. Esta atitude quase zen contrasta com a explosão de Giannis Maniatis. Depois de uma altercação com o companheiro da defesa Tzavellas, o homem do Olympicos chegou mesmo a marcar passagem para regressar a Atenas. Ao seu jeito, Fernando Santos deitou água na fervura conseguiu que todos se concentrassem no que está para vir. O encontro com o Japão é decisivo, quem perder vai mesmo de malas aviadas.

Kone, o poder do pensamento positivo

O médio do Bolonha, Panagiotis Kone, encara com otimismo o próximo desafio da Grécia. Se querem manter em aberto a possibilidade de chegar aos oitavos-de-final, os helénicos não podem fraquejar diante dos japonese. Ambas as equipas estão em cheque já que, ao vencerem os respetivos jogos de estreia, Colômbia e Costa do Marfim se puseram em vantagem na liderança do Grupo C. Mas para Kone, a recuperação é perfeitamente possível. Basta que a seleção grega não repita os três ou quatro clamorosos erros defensivos que fez diante de James Rodriguez e companhia. “Vamos tentar desfrutar do jogo e entrar no relvado com a consciência de que estamos na fase final de um Campeonato do Mundo e que é um sonho para todos nós fazer parte desta celebração global ao futebol”, expressou o médio de vinte e seis anos em conferência de imprensa. Kone disse ainda que a Grécia conta com um grande corpo técnico, muito competente. Pessoas que entendem que os futebolistas presentes no Brasil acabaram de sair de temporadas duríssimas, nos seus respetivos campeonatos. O tempo numa competição como o Mundial é muito curto e não se pode carregar tanto na preparação física. A maioria do plantel precisa é de recuperar de pequenas mazelas e da fadiga muscular. A prioridade tem que ser o trabalho dos aspetos psicológicos do grupo. Ajudar os jogadores a lidar com a ansiedade, expetativas, frustrações e a resolver problemas de comunicação.

Psicólogo de serviço

Sempre se disse que o papel de selecionador grego não era fácil. São temperamentais e fazem as coisas muito ao seu estilo. Fernando Santos parece talhado à medida, uma mistura de honestidade, conhecimento do jogo e dos fatores humanos que o envolve. Carrega também uma aura de autoridade mais feita de respeito do que imposição e confronto. Por isso, perante a explosão de Maniatis, o selecionador português só podia reagir como fez. Desvalorizando, acalmando, dizendo que essas coisas são normais no futebol, em grupos que estão sobre pressão em espaços muito concentrados. Certamente o defesa do Olympiacos não teve esta reação exagerada apenas porque Tzavellas não acertava com os cruzamentos que ele pretendia. Santos teve que dar uns toques de pai e psicólogo, antes de trabalhar as questões da bola.

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