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Costa Rica

Pauliceia: A revolta de Los Ticos

David continua a vencer Golias no Grupo da Morte deste Mundial. Depois de ter surpreendido o Uruguai, a Costa Rica venceu a Itália, assegurando, de uma assentada, o apuramento para os oitavos-de-final e a eliminação da Inglaterra. Entretanto, a França também já garantiu lugar na próxima fase do Mundial, sendo, para já, o melhor ataque de um campeonato cheio de golos. A festa continua!

A surpresa não surpreende

A Costa Rica entrou no Mundial como um personagem secundário e já obrigou a que toda a gente reservasse um capítulo para si na história desta competição. Depois de Uruguai e Itália terem perdido para Los Ticos, parece óbvio que nenhum deles havia feito o seu trabalho de casa. Os uruguaios descansaram num golo marcado, dando rédea solta a Joel Campbell. Os italianos, avisados para o poderio do jovem avançado, abriram as suas alas para que Bolaños e Júnior Díaz corressem, a seu bel-prazer, não encontrando maneira de libertar Pirlo da teia construída por Jorge Luís Pinto. No fundo, nada disto é novo. Uma equipa fez o seu trabalho na sombra, enquanto outras se preocupavam com os adversários que pensavam ser mais importantes. O Grupo da Morte, tem destas coisas. Nem toda a gente sabe como manter a lucidez na sua proximidade.

A classe e o trabalho

Bryan Ruiz, talvez não o tenham percebido, deverá ser o maior talento alguma vez nascido na Costa Rica. Algo que até pode parecer um tanto contraditório, visto que na seleção de Los Ticos estamos habituados a confundir talento com força física e explosividade, como nos casos de Paul Wanchope ou Joel Campbell. Mas, digo-vos eu, Bryan Ruiz é classe pura num metro e oitenta e seis de altura. Acontece que a Costa Rica nunca brilhará em lado algum pela classe, mas sim pelo trabalho. E neste esquema, a vida fica mais complicada para Bryan Ruiz. É, por isso, de uma justiça das mais essenciais sublinhar a forma como o avançado se isolou dos defesas italianos para colocar a bola entre Buffon e a barra da baliza. Um golo de classe num quadro de trabalho. A marca que Bryan Ruiz merecia deixar.

Quem nos defende dos árbitros?

O França – Suíça foi um fabuloso espetáculo de futebol ofensivo francês que transformou a perigosa Suíça num pequeno cordeiro a caminhar para a sua degola. Mas, nos minutos finais, quando os franceses acalmaram o seu ímpeto ofensivo, houve espaço para a rebeldia helvética se mostrar. O que ninguém merecia era ver um golo desaparecer só porque as regras dizem que o árbitro pode terminar o jogo quando quiser. A França seguia num ataque perigoso e, com a bola a encaminhar-se para Benzema, o árbitro vira costas e termina a partida. A transmissão televisiva fez o mesmo. Quem nos defende destes árbitros? Quem não nos deixa, até ao fim de cada jogada, desfrutar do melhor do futebol?

After districts have culled the low-hanging fruit, the thinking goes, it becomes more difficult to bump up the scores of students view it now with learning challenges, and overall scores level off

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