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Miguel herrera Mexico

Pauliceia: Apurar-se com emoção

Último dia dos Grupos A e B, que fecharam com histórias bem diferentes. No Grupo A, Brasil e México apuraram-se com golos e bastante emoção, elevando bem os seus níveis de confiança com vista aos oitavos-de-final. Por outro lado, no Grupo B, Holanda e Chile avançam depois de um jogo quezilento, com o abandono da Espanha a acabar por ser a grande notícia desta última jornada.

Quando o Brasil quer

Frente aos Camarões viu-se, ontem, a melhor face do Brasil neste Mundial. Parece que, quando quer, a seleção canarinha se torna mesmo uma equipa com capacidade para ameaçar o adversário. É verdade que o conjunto africano pouco fez para perturbar o domínio brasileiro, mas Neymar voltou a quebrar resistências e a marcar dois golos, antes de Scolari lhe ter dado alguns minutos de descanso. De notar, ainda, o aparecimento de Fernandinho neste Mundial. Se Scolari quiser, também, o Brasil pode mesmo vir a confirmar o favoritismo que todos esperam ver em campo.

Miguel Herrera

Não são precisas muitas palavras para assinalar um técnico que promove o espetáculo dentro e fora do terreno de jogo. O México é uma equipa consistente, que lê muito bem a partida e se alinha conforme as necessidades de cada momento do jogo. Fora das quatro linhas, Miguel Herrera não para. Grita, esbraceja, está no banco como se estivesse no meio do campo, lutando, correndo atrás de cada bola, de cada adversário. No momento dos golos, então, Herrera explode. O futebol vive-se em alta rotação no banco dos aztecas. Nós agradecemos.

Um adeus espanhol

Para a Espanha, o jogo frente à Austrália parece ter sido muito mais do que um adeus ao Mundial. Durante todo o jogo vivia-se debaixo da sensação do adeus de uma geração que conquistou tudo o que havia para conquistar. Xavi, David Villa, Xabi Alonso, Iniesta ou Casillas poderão ter feito a sua última competição com La Roja, da mesma forma que Vicente del Bosque deverá deixar de ser o selecionador. A Espanha venceu, mas a alma espanhola estava triste. Não pela derrota do presente, mas pela saudade das vitórias passadas.

Coração latino

Perante uma Holanda em poupanças e a dar sinais que ficaria satisfeita com um empate, o Chile não foi capaz de colocar em jogo as suas melhores armas, jogando mais com o coração do que com a razão que tem feito da Roja chilena uma das atrações deste Mundial. O comportamento dos holandeses, o árbitro, a bola, tudo parecia fazer os chilenos ferver em pouca água. Jorge Sampaoli precisará de trabalhar um pouco mais para fazer frente ao Brasil no jogo dos oitavos.

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