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Colombia Pablo Armero

Pauliceia: Cada Mundial tem seus nomes

Não existem dois mundiais iguais, nem nenhuma equipa tem por garantido que, num intervalo de quatro anos, possa manter-se ao mesmo alto nível que o levou a ser protagonista na edição passada. A Espanha provou isso na sexta-feira, no sábado foi a vez do Uruguai ter, também um duro encontro com a realidade, ao perder com a Costa Rica.

“El Explosivo” sabe que isto é futebol

O treinador colombiano da Costa Rica, Jorge Pinto, é conhecido como “El Explosivo” e o que preparou para a sua partida de estreia no Mundial de 2014 foi uma bomba com retardador. Depois do Uruguai ter dominado, sem brilhantismo, na primeira metade, a Costa Rica mostrou a sua verdadeira face, sem ansiedades ou nervosismos. Passou muito pelo pé esquerdo de Campbell, mas a boa organização da equipa da América Central, que respeitou o jogo e nunca perdeu de vista que um golo tem a capacidade de mudar uma história. Uma vitória que mostra que os costarriquenhos, ainda que cheguem poucas vezes a fases finais, fazem-no sempre no máximo das suas capacidades.

Sob o sol de Minas

A Grécia morreu sob o sol mineiro, encadeada por um estádio cheio de camisolas amarelas de colombianos, que marcaram presença em força para empurrar a sua seleção para uma caminhada que se quer histórica. E foi logo a abrir o jogo que Pablo Armero marcou o primeiro dos três golos cafeteros. O jogador que terminou a temporada no West Ham de Inglaterra, correu para junto do banco e executou o “Armerantion”, tornado trend mundial com os pequenos passos balançados de ritmo latino e os braços bem no ar. Como se fosse uma dança ao deus sol, que emocionado, agradeceu.

Bem e devagar

A Itália de Cesare Prandelli não poderia deixar de marcar o Mundial com uma boa dose de cinismo e capacidade de ver as coisas como elas realmente são. Perante uma atmosfera quente e pesada, Pirlo e companhia executaram a maioria dos seus movimentos quase em câmara lenta, como que fazendo um favor à captação de Alta Definição que está presente em todos os encontros do Mundial. Da equipa italiana, pudemos ver cada gota de suor, cada esgar de esforço, todos executados devagar, respeitando a natureza e protegendo os seus jogadores do desgaste. E numa das poucas vezes em que alguém se permitiu a desrespeitar o slow-motion, Candreva centrou para a cabeça de Balotelli, que talvez só tenha estado no jogo para marcar o golo da vitória.

Podem chamar-lhe Chefe

Durante 60 minutos, a Costa do Marfim pareceu navegar sem mestre pelo relvado do Recife, um pouco espantados pela intensa chuva que caía e menos interessados em cobrir todos os espaços que o Japão abria com a sua progressão. A equipa nipónica vencia e Lamouchi chamou do banco Drogba. Aos 36 anos, a simples presença do melhor jogador costamarfinense de todos os tempos em jogo injetou confiança e vontade de vencer. E cinco minutos depois de Drogba estar em campo, já os Elefantes venciam por 2-1. Drogba só precisa de ser Drogba para que as coisas aconteçam.

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