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Lukaku Howard

Pauliceia: Decisões prolongadas

Dos oito jogos destes oitavos-de-final, seis deles foram decididos com recurso a prolongamento ou grandes penalidades. Andam as equipas a adiar as decisões ou o equilíbrio é mesmo nota dominante da competição? No dia de ontem, Argentina e Bélgica utilizaram a meia-hora adicional para fechar as contas da qualificação. Mas não terminaram sem uma ligeira sensação de susto antes da festa.

Tim Howard

A escolher um nome para demonstrar o que se passa neste Mundial, há que escolher Tim Howard. O guarda-redes norte-americano fez uma exibição estratosférica, ontem, frente à Bélgica, adiando o golo dos belgas durante noventa minutos. Depois de entrar em cena Lukaku, e da sua equipa estar em desvantagem, Howard não parou de defender e aguentar o barco até permitir a reação dos Estados Unidos, que na segunda parte do prolongamento, ainda assustaram os belgas. Num Mundial marcado por grandes exibições de guarda-redes, Tim Howard selou aquela que talvez possa vir a ser a mais memorável de todas, sublinhada com o amargo da derrota, o que aumenta a sensação trágica de quem fica na baliza.

Uma questão física

Nunca o resguardar um jogador de claro impacto físico para uma fase tardia da partida teve tanta importância como no Bélgica- Estados Unidos. Lukaku foi lançado no início do prolongamento, quando o panorama no relvado era de duas equipas muito afetadas por noventa minutos de esforço extremo. O avançado do Chelsea transformou o campo de batalha, vencendo duelos, correndo, rematando, como se fosse um menino crescido a jogar entre crianças. A Bélgica pode bem agradecer-lhe a capacidade de resolver o jogo. Marc Wilmots soube guardar o trunfo para quando fazia sentindo usá-lo.

Messi num minuto

Já tinha acontecido noutros jogos, voltou a acontecer ontem. Messi precisa apenas de um momento do jogo para decidir uma partida. Lichtsteiner perdeu a bola no meio-campo, Palacios ofereceu-a a La Pulga e sentia-se, naqueles metros que Messi tinha livres à sua frente, que algo poderia acontecer. Aconteceu o óbvio. O jogador do Barcelona dançou uma trajetória frente à defesa suíça e encontrou Di Maria no ponto certo para marcar. Golo da Argentina. Se tudo na vida fosse tão fácil assim.

A despedida de Hitzfeld

O alemão Ottmar Hitzfeld fez ontem o seu último jogo. Para o treinador que não gostava de perder, terá alguma ironia o afastamento com um golo sofrido tão perto do final e uma bola no poste do adversário na última jogada da partida. Mas o alemão sai composto, como quase sempre, debaixo daquele manto de gelo que escondia a maestria técnico-tática. Os seus últimos anos, na seleção suíça, terão deixado as bases necessárias para aproveitar uma geração que começa agora a pegar nas rédeas do futebol daquele país. Do descanso do seu retiro, Ottmar continuará de olhar atento a tudo o que o rodeia e a pensar em soluções que transformem o futebol. Obrigado.

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