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Sneijder Holanda

Pauliceia: Este Mundial não é para defender

As duas partidas de domingo demonstraram que, neste Mundial, defender o resultado não tem sido a melhor opção. O México ficou pelo caminho frente à Holanda, com dois golos sofridos nos minutos finais, e a Costa Rica resistiu à mesma sorte, tendo sido obrigada a prolongamento e grandes penalidades, onde Keylor Navas voltou a fazer-se de herói para levar o pequeno país da América Central aos quartos-de-final da prova.

A importância do desconto de tempo

Num jogo disputado a temperaturas altas, a FIFA aceitou, finalmente, a realização de descontos de tempo, paragens para refrescar e hidratar os atletas. Mas, como qualquer seguidor de outras modalidades saberá, a paragem pode servir para muito mais do que isso. Louis Van Gaal não se coibiu de anunciar que prescreveu algumas mudanças táticas nesse tempo de paragem. A Holanda pareceu recuar no terreno quando, na verdade, apenas se preparava para buscar maior profundidade nos momentos de ataque, sem dúvida alguma, o momento de jogo que mais a favorece. Miguel Herrera acabou iludido por aquele momento e o México eliminado. Há um dado novo a reter sobre a importância dos descontos de tempo.

Desejos de boa viagem

Miguel Herrera estava exasperado com a atuação de Pedro Proença, que até terá deixado escapar uma grande penalidade contra os mexicanos no final da primeira parte, mas assinalou a falta decisiva, num lance onde ficaram algumas dúvidas sobre o toque de Rafa Márquez em Robben. No final da partida, Herrera, ao seu melhor estilo, apenas desejou que Proença se visse obrigado a regressar a casa, tal como estava a acontecer com a sua equipa. Um sinal de que a competição ainda se continua a fazer com os árbitros, quando se deveria ficar apenas pela luta entre as duas equipas.

A multiplicação de Navas

Ouve-se por dizer que este tem sido um Mundial de guarda-redes e Keylor Navas muito tem feito para justificar essa ideia. Frente à Grécia, o ainda jogador do Levante esteve irrepreensível, defendendo durante os noventa minutos, o prolongamento e as grandes penalidades. A equipa grega tentou, de todas as formas, impor a sua força para chegar às redes, mas Navas esteve sempre na posição certa para o evitar. No final, o herói voltou ao discurso humilde, de quem está no Mundial, apenas, para “se divertir e aproveitar o momento histórico”. Mas é na multiplicação do seu corpo que se encontra uma das razões para o sucesso da Costa Rica.

O manto negro sobre Gekas

Theofanis Gekas é, aos trinta e quatro anos, uma das lendas do futebol grego. Apareceu, no plano internacional, na Taça das Confederações de 2005, podendo ter-se despedido da pior forma, falhando uma grande penalidade num encontro decisivo do Mundial. Pouco importa que a Grécia tenha cumprido objetivos e feito história, infelizmente, os grandes falhanços são, muitas vezes, mais relembrados do que os pequenos conseguimentos. Gekas não merecia um ponto final assim. Mas só quem assume responsabilidades pode gerar tristezas épicas.

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