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Luis Suárez Uruguai

Pauliceia: Suárez está vivo!

À segunda partida do Uruguai neste Mundial, e depois de uma entrada terrível e triste, Luis Suárez regressou aos relvados para devolver aos amantes do futebol a ideia de futebol de raiva e paixão com que a equipa de Óscar Tabárez tem invadido as principais competições nos últimos quatro anos. Sentia que, para o Uruguai, os únicos jogos que interessam são aqueles onde se joga pela vida ou pela morte. A vítima, desta vez, foi a Inglaterra.

Suárez e a conquista do equilíbrio

Luis Suárez, um jogo, dois golos. Tal como o artilheiro do Liverpool tinha sonhado. Há um mês, o uruguaio estava numa cadeira de rodas, no pós-operatório, desiludido pela possibilidade de falhar o Mundial. Ontem à noite, em São Paulo, inundou o relvado com a sua vontade que parece superar todas as contrariedades. A Inglaterra, que tão bem o conhece, tudo tentou para o parar, mas não se conseguem prender os fenómenos da natureza. Um cabeceamento em modo bailado para abrir o marcador e um movimento fenomenal para selar a vitória. Com a bola colocada em jogo por Muslera, Gerrard tocou-a e deixou Suárez ganhar a frente a Gary Cahill. O uruguaio quase caía, tal a velocidade a que se lançou, mas com um último passo a fixar o pé de apoio, soltou o gatilho e fuzilou as redes de Joe Hart. As lágrimas que se seguiram servem, apenas, para melhor fixar a imagem no álbum dos grandes momentos da história dos Mundiais.

A cabeça de Álvaro Pereira

Álvaro Pereira Uruguai

Aouch!

Intervalo na paixão para defender o jogador. Álvaro Pereira foi atingido na cabeça pelo joelho de Sterling durante a partida de ontem à noite. Durante alguns momentos, o jogador perdeu os sentidos. A equipa médica uruguaia aconselhou, de imediato, a substituição do jogador. Este, num misto de coragem e inconsciência, decidiu manter-se em campo. Alguns preferem sublinhar a entrega que um jogador naquela situação demonstrou, ao querer ficar em jogo. Eu prefiro destacar o óbvio: é necessário regulamentar a saída de um jogador que perde a consciência em campo. Ofereçam uma substituição, para além das três regulamentares, para casos destes, se for preciso. Mas depois de desmaiar, ninguém tem direito a escolher manter-se em atividade física.

Demasiado talento

Pode soar a heresia utilizar esta conjugação de palavras, demasiado talento, quando nos inclinamos a pensar que o talento nunca é demais. Mas, na segunda parte do jogo frente à Costa do Marfim, a Colômbia teve em campo Quintero, James Rodríguez, Cuadrado e Teo Rodríguez. Os dois primeiros marcaram os golos. James, de cabeça, a mostrar que tem tudo aquilo que se adivinhava quando passou no FC Porto, Quintero a reivindicar espaço na equipa dos Dragões para a próxima temporada. Um regalo para os olhos, um prazer difícil de descrever. Demasiado talento sim, como quem ama demais.

Regressem a casa!

O Japão – Grécia desafiou o título de pior jogo de vários Mundiais. Regressem a casa, é tudo o que tenho a dizer.

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