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Katsouranis Grecia

Resistir ao Japão com um capitão a menos

Foi um jogo sofrível, mais raça do que talento. Havia demasiado em jogo, quem perdesse estava arrumado. Cada equipa fez o que sabe. Os japoneses correm muito, os gregos sabem segurar. Curiosamente, depois de reduzida a dez – com a expulsão do capitão Katsouranis – e da saída forçada de Mitroglou por lesão, a Grécia teve o seu melhor período em campo. Não durou mas com muito sofrimento os helénicos lá garantiram o ponto que os mantém na corrida. Na Arena das Dunas, em Natal, a vitória foi para a Colômbia, que assim se junta a Holanda e Chile nos oitavos-de-final da competição.

Katsouranis compromete

O capitão da Grécia não fez jus ao seu estatuto e colocou o grupo em sarilhos quando foi expulso por acumulação de amarelos. O primeiro cartão, por falta sobre Yuya Osaka, rendeu também um livre perigoso ao Japão. E, para um jogador com a sua experiência, arriscar um carrinho, no meio-campo adversário, em situação de contra-ataque, é simplesmente pateta.

Fernando Santos considerou que os seus jogadores foram verdadeiros gigantes, depois de Kostas Katsouranis ter sido mandado para o duche mais cedo. É verdade, esse foi a melhor fase de jogo da Grécia, a reação às adversidades de ter perdido um elemento e ver outro sair lesionado. Com a saída do capitão, os gregos acentuaram aquele que é o seu ADN. Entrincheiraram-se na sua metade do campo e resistiram às inúmeras investidas japonesas. Foi uma partida de muita luta, ressalvada pelo selecionador português, que apenas lamentou que os seus homens não explorado mais as saídas. “O Japão atacou mais, mas soubemos defender bem, só queria que tivéssemos tentado mais vezes o contra-ataque. Pedi-lhes isso ao intervalo.”

Ideias fixas

Verdade seja dita, foi uma partida de ideias fixas e únicas. O Japão a circular a bola, diligentemente, mas sem encontrar soluções para penetrar a muralha defensiva. O esquema de atacar pelas laterais esbarrava no muro grego e, claramente, não havia plano b. Na mente dos jogadores gregos era só defender, defender, e contra-atacar, se for possível.

Fernando Santos afirmou que a sua estratégia para derrotar os nipónicos caiu por terra com a expulsão de Katsouranis. Foi necessário reequilibrar a equipa, com a entrada de Karagounis para o meio campo. Mas, convenhamos, a Grécia não esteve mais perto de marcar quando ainda contava com onze elementos em campo. Aliás, foi preciso não pestanejar para descobrir uma oportunidade de golo no desafio, de um lado e de outro.

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