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Irlanda do Norte - Portugal

Resumo: Irlanda do Norte – Portugal

A selecção de Portugal deslocou-se à Irlanda do Norte, mais concretamente à capital Belfast, para defrontar a selecção da casa, em jogo a contar para a 8ª jornada da fase de grupos da Qualificação para o Campeonato do Mundo 2014 que terá lugar no Brasil. Os seleccionados de Paulo Bento, naquela que foi uma convocatória atípica, fruto das várias lesões presentes no plantel, procuram regressar ao primeiro lugar do Grupo F, ainda que à condição, depois da Rússia ter batido o Luxemburgo por 4-1 esta tarde. Com o objectivo da qualificação a não depender exclusivamente dos resultados alcançados por si mesma, a selecção nacional portuguesa teve pela frente uma Irlanda do Norte bem organizada e sempre difícil de bater no seu reduto.

Primeira Parte: Nervosismo indisfarçável

Irlanda do Norte - PortugalCom uma entrada algo irregular na partida, fruto do nervosismo associado à necessidade de vencer, a selecção de Portugal sentiu algumas dificuldades para segurar a ofensiva da Irlanda do Norte nos primeiros 10″ minutos da partida. Bruno Alves aos 15″ minutos de jogo, teve a primeira grande oportunidade de golo, com um cabeceamento a passar a centímetros do poste esquerdo da baliza defendida por Roy Carroll. Seguiu-se um período de maior ascendente da selecção de Portugal, que culminou com o golo de Bruno Alves aos 20″ minutos da partida, abrindo desta forma o caminho a uma possível vitória de Portugal.

Aos 30″ minutos da partida, numa jogada organizada pelo ataque de Portugal, Raul Meireles na cara do golo, não conseguiu materializar a superioridade apresentada por Portugal na segunda metade da primeira parte. O médio português foi perdulário, depois de Cristiano Ronaldo na direita ter feito exactamente no mesmo, alguns segundos antes. A Irlanda do Norte correspondeu com uma jogada perigosa a partir do lado direito do seu ataque, que culminou com um corte fulcral de Pepe já dentro da pequena área.

A Irlanda do Norte continuava a pressionar na frente, e aos 35″ minutos, fruto de um mau alívio de Rui Patrício que deu origem a um pontapé de canto, a Irlanda viria a marcar, por intermédio de McAuley, restabelecendo a igualdade no marcador. A primeira parte voltou a ser dominado a partir deste momento pela selecção de Portugal, que procurava incessantemente o segundo golo, mas aos 42″ da partida, num lance entre Hélder Postiga e o defesa central Irlandês, o avançado Português ameaçou uma cabeçada ao adversário, num comportamento anti-desportivo, tendo dado origem à má expulsão do mesmo, uma vez que ambos os atletas deveriam ter visto o cartão amarelo, por intermédio da ausência do comportamento anti-desportivo. No meio dos protestos que envolveram a situação, má ajuizada pelo árbitro da partida, Cristiano Ronaldo viu o cartão amarelo, não tendo existindo mais nenhuma situação relevante antes do apito final para o descanso.

Segunda Parte: Muito coração e chuva, numa reviravolta histórica

cristiano ronaldoA segunda parte iniciou-se como terminou a segunda, com a Irlanda do Norte por cima, fruto da presença de mais um jogador em campo. A intensidade da chuva que se fez sentir em Belfast, tornou a partida mais lenta e ao mesmo tempo mais imprevisível. Aos 52″ minutos de jogo, fruto de um pontapé de canto, novamente, a Irlanda do Norte colocou-se em vantagem por intermédio de Ward, num lance que envolve um fora de jogo não assinalado e uma mão na bola, que resulta no golo que colocava a Irlanda do Norte em vantagem na partida.

Por cima na partida, a Irlanda do Norte manteve-se no domínio da partida, criando os lances de maior perigo, fruto do nervosismo acentuado de Portugal, que procurava um rumo aparentemente difícil de encontrar. Aos 61″ minutos da partida, fruto de uma entrada irreflectida sobre João Pereira, C. Brunt é expulso após acumulação de cartões amarelos, restabelecendo-se a igualdade numérica em campo, e entregando novamente o domínio do jogo a Portugal, que de igual para igual, é uma selecção mais forte e com mais argumentos, em especial depois da entrada de Nani e Nélson Oliveira. Aos 65″ minutos da partida, Miguel Veloso, num remate à entrada da área, tem a melhor ocasião de golo da selecção de Portugal na primeira metade da segunda parte.

Aos 68″ minutos, também por intermédio de um pontapé de canto, Cristiano Ronaldo num cabeceamento fugaz numa entrada da esquerda para a direita da área, coloca a igualmente no marcador com um 2-2. Neste momento Portugal assumia por completo o domínio da partida, empolgado pela possibilidade de vencer e restabelecer-se como líder do Grupo F. Aos 77″ minutos de jogo, novamente num cabeceamento fulgurante após cruzamento de Fábio Coentrão, colocava a selecção de Portugal na frente do marcador por 2-3 nesta altura.

Aos 80″ minutos de jogo, Lafferty é expulso por uma entrada irreflectida sobre João Pereira, tal como aconteceu no início da segunda parte, e a Irlanda do Norte jogaria então os últimos 10″ minutos com menos um jogador em relação a Portugal. Aos 82″ minutos de jogo, fruto de uma falta sobre Fabio Coentrão à entrada da área, Cristiano Ronaldo assina um hat-trick com mais um excelente golo, desta feita de livre directo, garantindo a vitória de Portugal, 17 anos depois, na Irlanda do Norte.

Conclusão

Embora muito longe da perfeição exigida para uma selecção que figura no TOP5 das melhores do Mundo, Portugal sentiu dificuldades para vencer na Irlanda do Norte, como seria suposto. Numa partida imprevisível e onde a chuva não ajudou, a selecção nacional conseguiu inverter a injustiça do resultado ao longo da partida, fruto de uma má expulsão de Hélder Postiga e um golo da Irlanda do Norte em claro fora de jogo, com uma exibição de grande nível de Cristiano Ronaldo, que ao seu estilo, calou o estádio de Belfast com um hat-trick que catapulta Portugal novamente para a liderança do Grupo F, ainda que à condição, mantendo o sonho da presença no Campeonato do Mundo do Brasil bem vivo, quando faltam apenas 3 partidas por disputar. Vitória sofrida, de uma selecção com muito para melhorar ainda, mas que cumpriu, e que tal como em 1996, conseguiu vencer na Irlanda do Norte.

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