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Portugal - Suécia

Resumo: Portugal – Suécia

Selecção de Portugal: Guarda-redes – Rui Patrício; Defesas: João Pereira, Pepe, Bruno Alves e Fábio Coentrão; Médios – Miguel Veloso, Raul Meireles (77′ Josué) e João Moutinho; Avançados – Cristiano Ronaldo, Nani e Hélder Postiga (65′ Hugo Almeida).

Selecção da Suécia: Guarda-redes – Andreas Isaksson; Defesas – Martin Olsson, Per Nilsson, Mikael Antonsson e Lustig; Médios – Alexander Kacaniklic, Kim Kallstrom (78′ Svensson), Rasmus Elm (72′ Wernbloom) e Sebastian Larsson; avançados – Zlatan Ibrahimovic,  e Elmander.

O Estádio da Luz encheu para um jogo que foi a primeira parte de uma final, no dia em que Pepe foi homenageado pelos seus 50 jogos a representar a selecção portuguesa.

Uma bandeira gigante deu a volta a todo o estádio e 60 mil vozes cantaram o hino nacional garantindo aos jogadores da selecção que os adeptos estavam com a equipa e que acreditavam na vitória.

E o seleccionador português manteve-se igual a si próprio, para o melhor e para o pior: a equipa portuguesa não sofreu nenhuma alteração àquela que tem sido a sua estrutura sob o comando técnico de Paulo Bento.

Eram 19:45′ e o jogo começava.

A Primeira Parte

Portugal entrou a todo o gás, consciente de que tinha que se adiantar cedo no marcador, apostando na surpresa de quem poderia esperar um jogo calculado, de jogadores a estudarem-se, tentando acima de tudo não sofrer golos. Não, Portugal entrou determinado. Todo balançado no ataque.

Aos 5′ de jogo, a primeira grande oportunidade nos pés de João Moutinho que, bem desmarcado, fintou o guarda-redes sueco, mas acabou por perder o ângulo de

Portugal - Suécia

Zlatan Ibrahimovic passou ao lado deste jogo

remate e a bola acabou nas malhas laterais.

Logo na resposta a selecção da Suécia, através do lateral Lustig, que fez um cruzamento para a área onde Elmander desviou para a baliza de Rui Patrício, com a bola a roçar o poste.,

Este era o perigo que corria Portugal quando, todo balançado no ataque, podia sofrer um contra-ataque rápido dos suecos.

Aos 15′ Cristiano Ronaldo marcou um livre, de uma falta sofrida por si, mas a bola bateu na barreira. Portugal continuou a insistir.

Por seu lado, a Suécia fazia uma boa contenção e, aos 20′, num contra-ataque, Ibrahimovic simulou o remate, deixando ir a bola para Larsson que, num remate forte, levou Rui Patrício a defender a bola para canto.

Logo de seguida Hélder Postiga fez falta mesmo à entrada da área provocando um livre muito perigoso que Ibrahimovic cobrou e fez a bola passar a roçar o canto superior direito da baliza defendida por Rui Patrício.

Depois deste livre, Portugal puxou dos seus galões e continuou a forçar um ataque continuado sobre o último reduto sueco, sufocante, com vários remates à baliza de Isaksson, mas as finalizações, infelimente, a não levarem o mesmo cunho de qualidade dos ataques.

E toda esta primeira parte continuou num só sentido. Portugal em ataque continuado, sofrendo, pontualmente, alguns contra-ataques que, felizmente para a selecção nacional, não deram em nada.

Aos 38′, Cristiano Ronaldo cabeceou por cima da baliza em resposta a um canto.

Aos 41′ Hélder Postiga atrasou-se a um centro de João Pereira, e Isaksson chegou primeiro e depois lançou-se para cima do jogador português.

Algumas picardias de parte a parte, mas nada de mais. E foi assim que se chegou ao intervalo.

A Segunda Parte

E no recomeço tudo se manteve como tinha sido na primeira parte. Ou seja, Portugal em ataque continuada, a forçar a Suécia a retrair-se e a recuar no terreno.

Até que aos 50′, a maior das confusões na pequena área sueca, com vários remates portugueses para várias defesas, com Hélder Postiga a ser agarrado por Isaksson e Pepe a dar com a mão na bola, esta não entra. E começa o medo que esta seja a tónica do jogo.

E o jogo continuou nesta tónica, com Portugal, tal como na primeira parte, em ataque continuado. Mas sem produzir efeitos. Notava-se que a finalização era um

Portugal - Suécia

Cristiano Ronaldo voltou a ser a solução da selecção portuguesa

problema, com os remates, normalmente, a terminarem mal.

Como ilustração disto mesmo, a jogada que aos 62′ João Moutinho finalizou, estando bem posicionado frente à baliza, permitiu o corte para canto de um defesa sueco. Desse canto resultou a melhor ilusão de óptica deste jogo, com a boa a sugerir entrar na baliza mas, na verdade, a agitar as redes.

Mas a descrença parecia tomar conta do espírito do grupo. Se por um lado Portugal continuava a atacar e parecia dominar o jogo, por outro lado a proximidade da baliza sueca parecia fazer mal aos jogadores portugueses. E começava o nervoso.

Entretanto, já depois de ter substituído Héder Postiga por Hugo Almeida, Paulo Bento voltou a mexer na equipa e fez entrar Josué para o lugar de Raul Meireles.

E num curto espaço de tempo, João Pereira faz falta para penalty que o árbitro não assinalou e Nani, de novo em boa posição para rematar à baliza, fez a bola subir para as bancadas.

Para compensar todo este desnorte, Cristiano Ronaldo, aos 82′, resolveu fazer, finalmente, o primeiro e único golo da partida. Um cruzamento de Miguel Veloso e Cristiano Ronaldo a cabecear a bola para o interior da baliza de Isaksson. Estava desfeito o empate. E, quase logo de seguida, Cristiano Ronaldo voltou a cabecear à baliza, com a bola a ser parada pela trave.

Nos últimos 10′ de jogo assistiu-se ao mesmo que se passou durante todo o encontro: Portugal a massacrar a Suécia, mas com uma finalização muito deficiente.

Conclusão

Foi um jogo que soube a pouco, a muito pouco.

Portugal controlou e dominou o encontro, reduzindo a Suécia a uma equipa menor. No entanto, no capitulo da finalização, a selecção nacional esteve muito mal. A salvação portuguesa acabaria por vir da cabeça do seu capitão, ao responder a um centro de Miguel Veloso com um remate certeiro à baliza sueca.

Diga-se também que esta selecção sueca é muito devedora de Zlatan Ibrahimovic que hoje, praticamente, passou ao lado do jogo.

No entanto, este resultado não garante nada para o segundo jogo a realizar-se na próxima Terça-feira, em Solna, na Suécia. Mas espera-se que Portugal consiga manter o nível de jogo que teve hoje, mas que o alie a uma finalização mais competente e matadora. E que Hélder Postiga e Nani resolvam, por uma vez, concentrar-se no importante: ajudar Portugal a passar este play-off e rumaram, em Junho, ao Brasil.

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