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Scolari Brasil

Scolari prepara mudanças para os quartos-de-final

Sem poder utilizar Luiz Gustavo, Luiz Felipe Scolari vê-se obrigado a buscar alternativas a um jogador que tem sido central na sua estratégia e que é visto no balneário como um verdadeiro líder, como já constou pelas palavras de Willian. Perante a impossibilidade de ter o médio-defensivo do Wolfsburgo, Scolari coloca a hipótese de mexer em toda a estrutura tática da equipa. “Tenho duas possibilidades: continuo jogando da forma que vinha jogando, com a entrada normal de outro jogador no setor, dentro daquela situação normal que vinha praticando, ou mudo o sistema todo e aí posso iniciar como jogava na Copa do Mundo de 2002, com três zagueiros, liberando mais os laterais.”

A segunda opção delineada pelo selecionador brasileiro é bastante surpreendente, tendo em conta que Scolari nunca recorreu ao sistema dos três centrais desde que voltou a pegar na equipa do Brasil. Com ele na liderança, o Brasil tem optado por uma linha de quatro defesas, com dois volantes, Luiz Gustavo com presença fixa, na maior parte das vezes acompanhado por Paulinho e, nos últimos dois jogos, com Fernandinho a ganhar o lugar do jogador do Tottenham. Aliás, Paulinho seria uma das fortes possibilidades para ocupar a posição de Luiz Gustavo, com Ramires a ser uma outra opção com capacidade para estar na dupla de médios. Hernanes, esse, dificilmente terá oportunidade de ser utilizado no Mundial.

Agora, caso a ideia de Scolari seja utilizar uma linha com três defesas, poderia caber a Henrique ou Dante entrar no onze. Ainda assim, essa parece ser uma opção algo arriscada, pela falta de rotina dos seus jogadores nesse sistema. Os três centrais poderiam permitir uma maior liberdade a Dani Alves e Marcelo para subirem pelas faixas, mas também não seriam a melhor garantia para parar um adversário que tende a recorrer a jogadores muito móveis.

A Colômbia para lá de James

Luiz Felipe Scolari está confiante quanto ao conhecimento que tem do seu adversário e não se limita a James Rodríguez, que tem sido o melhor jogador da equipa cafetera. “Não adianta só parar o James, temos que parar o time todo da Colômbia, a sistemática de jogo, uma série de qualidades que possuem.” Para Scolari, a Colômbia “joga fácil, joga futebol bonito, tranquila, tem boa organização, e isso é importante para um jogo de futebol”, no entanto, espera conseguir explorar também aquelas que considera serem as fragilidades do adversário.

O treinador brasileiro acha perfeitamente normal a pressão que existe sobre a sua equipa. Num Mundial, como muito equilíbrio entre as diversas equipas, a pressão vai crescendo com o adiantar da prova e o Brasil nunca virou a cara ao facto de, ao jogar em casa, ser o favorito a vencer. Aceitando a forma como “ a imprensa está cobrando” a sua equipa, Scolari assume a vontade de melhorar. “Nós também estamos enfrentando as nossas dificuldades, e vamos ver se no próximo jogo conseguimos equilibrar a nossa equipa do princípio ao fim, sem os altos e baixos dos jogos anteriores, e assim passar à próxima fase.”

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