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Manaus

Sedes do Mundial – Manaus

O Arena da Amazónia, antigo Estádio Vivaldo Lima, é o estádio de Manaus, capital da Amazónia, escolhido para o Campeonato do Mundo de Futebol Brasil 2014.

O estádio, a primeira edificação da Amazónia a obter a certificação LEED (Liderança em Energia e Design Ambiental), terá o seu jogo inaugural numa partida do Grupo D a 14 de Junho, 2 dias depois do arranque da competição, a 12 de Junho, no Arena de São Paulo e com a selecção do Brasil como anfitriã. Para além do jogo do Grupo D, o Arena da Amazónia irá receber ainda mais três jogos, um do Grupo A, outro do Grupo E e um último do Grupo G. As selecções que integrarão os respectivos grupos, e que irão jogar em Manaus, só serão conhecidas numa cerimónia a realizar no dia 6 de Dezembro de 2013.

Mas mesmo que não sejam muitos os jogos em Manaus, há muito mais vida para além do Mundial de Futebol no centro do continente e muito há para visitar neste porto de entrada para o pulmão do Mundo.

A Importância de Manaus

Para além do futebol, a Amazónia seria suficiente para motivar a visita a esta cidade que serve de porta de entrada para a selva. No entanto, Manaus não se esgota na sua floresta. Manaus, cidade franca, começa por ser o mais importante centro financeiro do norte do Brasil. À sua frente encontram-se os rios Negro e Solimões, que correm lado-a-lado durante 6 quilómetros sem se misturarem criando um rio colorido café com leite gigante, e que irão dar origem ao rio Amazonas. Cidade inaugurada em 1669, por um grupo de destemidos que resolveu subir um rio com a largura de um mar e aventurar-se num desconhecido assustador para criar o Forte de São José da Barra do Rio Negro. De então para cá, Manaus foi crescendo, mudou de nome várias vezes e até o seu motor económico se foi alterando. Um dos mais importantes foi a industria da borracha no início do século XX e que deu à cidade a projecção que ainda hoje ostenta. Hoje, Manaus, que é um importante centro turístico (Manaus tem capacidade para receber navios de cruzeiro de grande porte), deve a sua maior riqueza à extracção de matérias primas (gás natural e madeiras).

Manaus

O skyline de Manaus

O que Ver em Manaus

Estando nas franjas da Amazónia, e servindo-lhe de entrada, Manaus tem, na sua cidade, uma série de parques e jardins que se deve visitar: o Jardim Botânico Adolpho Ducke, o maior jardim botânico do mundo, o Parque Estadual Sumaúma, o Parque da Ponte dos Bilhares e o Parque do Mindu. Mas o ex-libris da cidade e o seu símbolo cultural maior é, sem dúvida, o obrigatório Teatro Amazonas, produto máximo do período áureo da borracha.

E depois, depois são os museus. Há um em cada esquina. É impossível fugir-lhes. Eles perseguem os novatos da cidade em cada canto: Museu do Índio, Museu das Ciências Naturais da Amazónia, Museu de Numismática do Amazonas, Museu do Porto de Manaus, Museu Tiradentes e a Pinoteca do Estado do Amazonas. Há ainda o Palácio do Rio Negro, o Palacete Provincial e a Igreja de São Sebastião.

Manaus - O Porto

Como cidade franca e isolada, o porto é muito importante

Obrigatório visitar é também o Mercado Municipal, junto ao porto, e que funciona diariamente, sempre cheio de gente a vender e a comprar e o porto fluvial com os seus barcos antigos e com história e que descem e sobem diariamente o rio Amazonas. E então é de aproveitar para subir (6 dias de viagem) ou descer (4 dias de viagem) o rio de Manaus até Belém, no Pará e ver a beleza que se vai desenrolando à sua volta, enquanto espera pelos jogos ou já na sua ressaca.

Amazónia

Para quem se quiser aventurar, há sempre a hipótese de entrar dentro da floresta amazónica. Há vários lodges, hoteis e resorts no interior da selva. Mas cuidado porque não se pode sair sozinho para o meio da bicharada e há protocolos a respeitar.

E para quem quiser ir mais longe, tem sempre a capacidade de utilizar a plataforma que é Manaus para se aventurar mais dentro da Amazónia e tentar chegar aos outros estados da região, como a Rondônia, o Acre e o Roraima.

Manaus - Teatro Amazonas

A beleza do Teatro Amazonas

Se só levar dólares, tenha atenção pois há alguns anos só se cambiavam os dólares por reais, nos bancos, num determinado dia da semana. O que pode provocar alguns dissabores a quem estiver desprevenido. Para além disso, é usufruir do calor húmido da cidade e deixar-se embrenhar na sua efervescência comercial, industrial e cultural.

Para quem não poder deslocar-se a Manaus e à Amazónia, há sempre a possibilidade de ver Fitzcarraldo, a obra-prima do realizador alemão Werner Herzog que, no início dos anos ’80 produziu sobre um melómano que resolveu um dia levar a ópera ao meio da selva. Um filme megalómano mas que mostra, na plenitude, a brutalidade que é esta região do Brasil.

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