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Neymar no Brasil

Seis em risco de falhar semifinal

O espanhol Carlos Velasco Carballo foi o árbitro escolhido para apitar o Brasil-Colômbia desta sexta-feira. Muita pressão sobre o homem do apito, a de ajuizar a partida dos quartos-de-final em que está envolvido o país anfitrião. Para tornar as coisas ainda mais complicadas, há seis jogadores canarinhos em risco de perderem o próximo jogo – se este vier a existir – se virem mais um cartão amarelo.

Carballo sobre pressão

Velasco Carballo será auxiliado pelos compatriotas Roberto Alonso Fernàndez e Juan Yuste, nas lçaterais, e terá como quarto árbitro o norueguês Svein Oddvar Moen. Esta será a sua terceira participação neste Campeonato do Mundo, depois de ter estado nos Uruguai-Inglaterra e Bósnia-Irão. Já não bastava o nervosismo e tensão próprios de uns quartos-de-final de um Campeonato do Mundo, há ainda essa ameaça a pairar sobre a cabeça de seis elementos do plantel verde e amarelo. Se Neymar, Daniel Alves, Thiago Silva, Ramires, Hulk e Jô forem penalizados com mais um amarelo não poderão dar o contributo à equipa no jogo seguinte, das meias-finais. No caso do Brasil conseguir o apuramento, claro está. Receio que poderá condicionar a atuação dos jogadores canarinhos. Ninguém vai querer perder a oportunidade de disputar uma semifinal por causa de um cartão. As posições de Alves e Silva são particularmente sujeitas e é natural que os dois evitem entradas mais arriscadas, pelo menos nos momentos iniciais, em que isso ainda está bem presente. Não será nada fácil para o lateral do Barcelona, que tem “impetuoso” como nome do meio. O cadastro de cartões fica a zeros para quem chegar à fase seguinte mas até lá ainda acumula. A Colômbia também não está livre deste problema, embora tenha apenas três homens nesse aperto: Pablo Armero, Fredy Guarín e Carlos Sánchez.

Não temos guerra com a Colômbia

Depois de dois dias de conferências de imprensa crispadas, Luiz Felipe Scolari acalmou um pouco e resolveu partilhar algumas ideias sobre o embate com a Colômbia. Não poupou elogios ao próximo adversário. Nas palavras do selecionador brasileiro, a Canarinha não tem nenhuma rivalidade especial com os Cafeteros. “É uma questão de técnica, a Colômbia é um time mais técnico. O Chile agrupa melhor lá atrás e tem uma força, um espírito, uma dinâmica de jogo diferente. Como equipa a Colômbia é melhor, bem melhor, mas joga o jogo pelo jogo, não existe guerra com a Colômbia. As nossas guerras são contra o Chile, o Uruguai, a Argentina, nada com a Colômbia. Seja em amistosos ou a valer, são jogos alegres, disputados, com força, vigor, mas sem malandragem.” Mas apesar desta consideração pelo opositor, Scolari tem plena confiança nas capacidades dos seus homens para lidar com os vizinhos sul-americanos, em Fortaleza. Eles podem trocar bem a bola, ser técnica e taticamente evoluídos mas Felipão acredita que o Escrete tem argumentos para vencer. “Admiramos. Respeitamos. Mas temos armas para causar dano à Colômbia.” Nessa toada mais descontraída, o selecionador não teve problemas em anunciar que Paulinho vai regressar ao onze inicial, para cobrir a vaga de Luiz Gustavo. Fernandinho e Óscar devem competar alinha do meio-campo.

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