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Costa Rica 2013

Selecção da Costa Rica

A selecção costa-riquenha de futebol é a terceira melhor selecção do conjunto de selecções que compõem a Concacaf e que englobam as áreas da América do Norte e Central.

Depois do México e dos Estados Unidos, a Costa Rica é a terceira selecção em número de participações em Campeonatos do Mundo (vai a caminho da sua quarta participação em fases finais) e em título conquistados nos diversos torneios regionais.

Em 2014, ao conseguir o apuramento para a fase final do Campeonato do Mundo do Brasil, a Costa Rica volta aos Mundiais depois de ter falhado a qualificação em 2010, para o Campeonato do Mundo da África do Sul, depois de ter conseguido qualificar-se nos dois últimos Campeonato do Mundo anteriores, em 2002, na Coreis do Sul- Japão e 2006, na Alemanha, e depois de ter feito o seu baptismo em 1990, no Campeonato do Mundo de Itália.

História da Selecção

E foi, então, no Campeonato do Mundo de 1990, em Itália, que tudo começou para a selecção da Costa Rica. Começou por fazer companhia ao Brasil, à Escócia e à Suécia, no Grupo C, na primeira fase do Campeonato. E, surpresas das surpresas, conseguiu passar à fase seguinte, ganhando por 1 a 0 à selecção escocesa e por 2 a 1 à selecção sueca, só perdendo, com a selecção brasileira, por um magro 1 a 0. Nos oitavos-de-final cruzou-se com a selecção checa e, aí sim, espalhou-se, perdendo por um categórico 4 a 1. Voltaria a casa mas com a sensação de dever cumprido e de ter chegado onde, provavelmente, não teria imaginado chegar.

Mas a Costa Rica ficou-se por aí e, durante alguns anos, repetiu a história da sua vida até 1990, não tendo conseguido qualificar-se para as fases finais dos Campeonatos do Mundo de Futebol.

Mas em 2002, no Mundial da Coreia do Sul-Japão, a Costa Rica voltava a marcar presença, pela segunda vez, numa fase final. Não foi um regresso de sonho, mas também não se pode dizer que tenha sido um desastre. É verdade que ficou-se pela fase de grupos, mas conseguiu um terceiro lugar com os mesmo pontos que o segundo classificado, a Turquia, que passaria aos oitavos-de-final pela melhor diferença de golos. Tal como em 1990, a

Federación Costarricense de Fútbol

A Federación Costarricense de Fútbol foi criada em 1921

Costa Rica marcou presença no Grupo C e, de novo, com o Brasil como adversário e com quem perderia por 5 a 2. No entanto, ainda conseguiria uma vitória por 2 a 0 com a selecção chinesa e um empate a 1 golo com a selecção turca. Cinco golos marcados e seis golos sofridos, contra os mesmos cinco golos marcados mas só três golos sofridos pela selecção da Turquia foram o suficiente para barrar a continuação em prova à selecção costa-riquenha. Mas foi um adeus e até ao meu regresso. E regressaram, logo em 2006, no Campeonato do Mundo seguinte, na Alemanha.

Ora, este Mundial de 2006, na Alemanha, haveria, contudo, de ser o Mundial do descontentamento costa-riquenho. Três jogos, três derrotas. Por 4 a 2 com a Alemanha, por 3 a 0 com o Equador e por 2 a 1 com a Polónia, num jogo em que até esteve a ganhar. Nove golos sofridos, e três golos marcados. Zero pontos e último lugar no grupo. Mau demais para uma selecção que está em 31º lugar no Ranking da FIFA.

Talvez por causa desse resultado, zangados com eles próprios, os costa-riquenhos não conseguiram a qualificação para o Campeonato do Mundo seguinte, em 2010, na África do Sul. Mas posto para trás das costas estes resultados aziagos, de novo aí está a selecção da Costa Rica, de novo numa fase final de um Mundial, em 2014, no Brasil.

Na CONCACAF

Regionalmente, o currículo da selecção da Costa Rica é muito mais… rico.

Foi, por três vezes, campeão da Concacaf. E ainda conseguiu um segundo e três terceiros lugares, para além de, por mais duas vezes, ter chegado às meias-finais. Foi, ainda, seis vezes vencedor da Taça Uncaf. E por mais três vezes atingiu o segundo lugar. E conseguiu o segundo lugar na Taça de Ouro da Concacaf. Na Taça América atingiu por duas vezes os quartos-de-final. Nos Jogos Pan-Americanos chegou uma vez ao segundo lugar e, uma outra vez, conseguiu chegar às meias-finais. E nos Campeonatos Pan-Americanos chegou, por uma vez, ao terceiro lugar e outra vez ao quarto.

Deve referir-se, ainda, que o primeiro jogo internacional que a selecção da Costa Rica fez foi contra a selecção de El Salvador a quem ganhou por 7 a 0. Esse jogo estava incluído nos Jogos do Centenário de Independência da Guatemala, torneio que a Costa Rica acabaria por ganhar ao vencer, ainda, a selecção da casa, a Guatemala, por 6 a 0. Estávamos em Setembro de 1921.

Treinador

Jorge Luís Pinto, colombiano de origem, é o treinador da selecção da Costa Rica.

Jorge Luis Pinto

É a segunda passagem de Jorge Luis Pinto pela selecção costa-riquenha

Enquanto treinador, Jorge Luís Pinto caracteriza-se por nunca estar muito tempo em sítio nenhum, embora, e de uma maneira geral, acabe por fazer quase sempre uma segunda passagem pelos sítios por onde já andou.

Já foi campeão nacional na Costa Rica, no Peru, na Venezuela e na Colômbia. Já treinou a selecção peruana e também a costa-riquenha, à qual acabou agora por voltar, nove anos depois da primeira passagem, na qual não conseguiu ter grande sucesso.

À frente da selecção da Costa Rica desde 2011, foi o grande responsável pelo apuramento da selecção para o Campeonato do Mundo de 2014, fazendo uma boa fase de qualificação. No entanto, continuam a incertezas sobre as reais capacidades da selecção costa-riquenha e de um treinador capaz do melhor e do pior. A ver qual deles vai conseguir estar presente no Brasil.

Prováveis Convocados

Guarda-redes – Keilor Navas, Patrick Pemberton;

Defesas – Bryan Oviedo, Cristian Gamboa, Geancarlo González, Johnny Acosta, Michael Umaña, Junior Díaz, Óscar Duarte, Carlos Johnson;

Médios – Christian Bolaños, Celso Borges, Yeltsin Tejeda, José Miguel Loria, Michael Rojas, Mauricio Castillo;

Avançados – Joel Campbell, Yendrick Ruiz, Bryan Ruiz, Alvaro Saborio, Diego Calvo, Randall Brenes, Victor Rodriguez.

As Estrelas

Numa selecção como a da Costa Rica, não abundam as estrelas, pelo menos com grande dimensão.

Joel Campbell

Joel Campbell é do Arsenal, mas está no Olympiacos

Alguns dos jogadores da selecção já conseguiram furar a fronteira regional e aparecer a jogar em equipas europeias. Não há muitos exemplos, mas já há alguns. Como o guarda-redes Keilor Navas que joga no levante, em Espanha, os defesas Bryan Oviedo, que joga no Everton, em Inglaterra, Cristian Gamboa, que joga no Rosembrog, na Noruega e Óscar Duarte que joga no Club Brugge, na Bélgica, e os avançados Joel Campbell, que joga no Olympiacos, na Grécia e Bryan Ruiz que joga no Fulham, em Inglaterra.

A maior das estrelas actuais da selecção costa-riquenha,  e até pela margem de progressão que ainda tem, porque é um jogador ainda novo, é o avançado Joel Campbell. Campbell que joga actualmente pela equipa grega do Olympiacos, é na verdade jogador do Arsenal mas que tem sido emprestado, tendo já passado, por exemplo, pelo Bétis de Sevilha.

Joel Campbell é um jogador possante, de remate rápido, que joga no meio do terreno, mas que não enjeita as alas onde invariavelmente constrói bonitas jogadas que terminam com milimétricos passes para o interior da área. É ele a grande carta que a Costa Rica tem para apresentar no Brasil.

Equipamentos

Costa Rica A 2014 Costa Rica B 2014

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