Última Hora

• Nenhum artigo encontrado
França

Selecção de França

Esta selecção é a verdadeira besta negra da selecção portuguesa.

Foi a selecção francesa que eliminou a selecção portuguesa nas meias-finais do Europeu de 1984, em França. No Europeu de 2000, na Bélgica-Holanda, foi a selecção francesa que, nas meias-finais, nos eliminou, com o controverso golo dourado no seguimento de um penalty, também ele controverso, por uma suposta mão na bola do jogador português, Abel Xavier. E, de novo, nas meias-finais do Campeonato do Mundo de 2006, na Alemanha, Portugal foi, novamente, eliminado pela selecção francesa por 1 a 0, novamente de grande penalidade, num jogo em que Portugal teve muitas razões de queixa da arbitragem.

A selecção francesa, que tem tido grandes equipas, ou pelo menos, grandes jogadores, tem nos últimos anos andado pelas ruas da amargura e, a sua história só não é pior porque, é crença geral, a França tem sido levada ao colo pela FIFA e pela UEFA.

Não querendo reduzir as selecções francesas que, ao longo dos anos, têm jogado os Campeonatos da Europa e do Mundo, e que tem dado jogadores como Éric Cantona, Jean-Pierre Papin, Michel Platini, Robert Pirès, Thierry Henry, Zinédine Zidane e Franck Ribéry, a verdade é que ganharam os Campeonatos da Europa de 1984 , em casa e de 2000, na Bélgica-Holanda, e o Campeonato do Mundo de 1998, também em casa, quase sempre rodeados de alguma polémica e suspeitas de favorecimento por parte da UEFA e da FIFA.

A juntar a isto, o polémico momento em que Zinédine Zidane, um dos melhores jogadores do Mundo deu uma cabeçada no peito de Materazzi, na final do Campeonato do Mundo de 2006, na Alemanha, e a eleição de Michel Platini como presidente da UEFA.

História da Selecção

Embora tenha já sido Campeã da Europa e do Mundo, e, de uma forma geral, ser uma das selecções que se diz poder ganhar os torneios onde entra, a verdade é que a selecção que representa a França no futebol não tem tido uma vida de glamour e nem sempre justifica o elan com que a qualificam.

Fédération Française de Football

Mais ou menos estilizado, o galo é o símbolo da Fédération Française de Football

Em abono da verdade, são os anos ’80 e ’90 os anos dourados do futebol francês. No século XXI, a França tem andado na mó de baixo, não se livrando, mesmo assim, de ainda ir colhendo algumas ajudas do poder efectivo do futebol, mais concretamente, desde 2007, com a eleição de Michel Platini como presidente da UEFA e, ao que tudo indica, putativo candidato à presidência da FIFA.

A selecção francesa esteve no primeiro Campeonato do Mundo, realizado em 1930, no Uruguai, mas nem sempre conseguiu o feito de se qualificar para as fases finais. Aconteceu assim em 1962, no Chile, em 1970, no México, em 1974, na Alemanha Ocidental, em 1990, em Itália e em 1994, nos Estados Unidos. No Campeonato do Mundo de 1950, no Brasil, os franceses, tal como os portugueses, foram convidados para colmatar as baixas de países como a Escócia, a Índia e a Turquia, mas optou por declinar o convite.

Nos outros Campeonatos do Mundo em que conseguiu a qualificação, a equipa de França não teve participações muito brilhantes, não conseguindo passar da fase de grupos nos Mundiais de 1930, no Uruguai, de 1934, em Itália, de 1954, na Suíça, de 1966, em Inglaterra, de 1978, na Argentina, de 2002, na Coreia do Sul-Japão e de 2010, na África do Sul.

Mesmo no Campeonato do Mundo de 1938, por si organizado, não conseguiu ir além da segunda fase de grupos.

Somente no Mundial de 1982, em Espanha, conseguiu um quarto lugar e nos Mundiais de 1958, na Suécia e de 1986, no México, conseguiu o terceiro lugar, tendo sido finalista vencido no Mundial de 2006, na Alemanha, na célebre final com a Itália onde Zidane cabeceou Materazzi, e finalmente, e por uma única vez, e porque em casa, a selecção francesa ganha o Campeonato do Mundo. Estávamos em 1998.

No seu Mundial, a França só empatou por uma única vez, tende, de resto, ganho todos os jogos. Na fase de grupos venceu a África do Sul por 3 a 0, a Arábia Saudita por 4 a 0 e a Dinamarca por 2 a 1. Nos oitavos-de-final defrontou o Paraguai e venceu por 1 a 0, com o golo de ouro. Nos quartos-de-final, o único empate, a 0 golos, com a selecção italiana, a quem acabaria por vencer nas grandes penalidades. Nas meias-finais encontrou a Croácia e ganhou por 2 a 1. E por fim, na final com o Brasil, a vitória por 3 a 0.

A França era, finalmente, Campeã do Mundo

Campeões da Europa por Duas Vezes

A história da selecção francesa nos Europeus não é muito diferente.

França 3 - 0 Brasil 1998

Em 1998, a França sagrou-se campeã em casa, derrotando o Brasil na final, por 3 a 0

Nos Campeonatos da Europa de 1964, em Espanha, de 1968, em Itália, de 1972, na Bélgica, de 1976, na Jugoslávia, de 1980, de novo em Itália, e de 1988, na Alemanha Ocidental, a França não conseguiu qualificar-se.

Nos Campeonatos da Europa de 1992, na Suécia, e de 2008, na Áustria-Suíça, a selecção francesa não foi além da fase de grupos.

Nos Europeus de 2004, em Portugal e de 2012, na Polónia-Ucrânia, chegou, somente, aos quartos-de-final.

No Campeonato de 1960, em casa própria, a França ficou pelo quarto lugar, num Europeu ganho pela selecção da União Soviética e, no Europeu de 1996, em Inglaterra, e que a Alemanha seria a vencedora, a França chegaria às meias-finais, perdendo, aí, para a República Checa.

Foi, finalmente dos Campeonatos da Europa de 1984, em casa e de 2000, no Bélgica-Holanda que a selecção francesa foi campeã. Em 1984 protagonizou um jogo fantástico com a selecção portuguesa que terá sido, injustamente, afastada, e em 2000, ganhou à Dinamarca, à República Checa, a Espanha e a Portugal, tendo só perdido, ainda na fase de grupos com a Holanda, e chegando à final com a Itália, a quem ganharia por 2 a 1, após prolongamento.

Das histórias de favorecimento que se contam à volta da selecção francesa, o caso mais mediático foi o que aconteceu na campanha de qualificação para o Campeonato do Mundo de 2010, na África do Sul, onde a França perdeu o apuramento directo para a Sérvia e teve de disputar o play-off com a Irlanda acabando por carimbar o passaporte para África com um golo precedido de uma falta claríssima, quando Thierry Henry ajeitou a bola com a mão antes de a passar para Gallas que marcaria o golo da qualificação.

Treinador

Didier Deschamps

Didier Deschamps viveu uma qualificação muito difícil

Antigo jogador de futebol com uma carreira de sucesso, seja em clubes ou na selecção francesa, Didier Deschamps é o actual treinador dos Bleus.

Deschamps foi jogador do Nantes, do Bourdeaux e do Marseille, antes de emigrar para outros campeonatos, tendo jogado em Itália, na Juventus, em Inglaterra, no Chelsea e em Espanha, representando o Valência. Ganhou a Liga Francesa, a Inglesa e a Italiana. Foi várias vezes campeão da Liga dos Campeões, para além de várias Taças, como a Intercontinental e a Super-Taça Europeia. E ao serviço da selecção francesa foi campeão da Europa e do Mundo.

Como treinador já tem também algumas vitórias, tanto em França como em Itália.

Foi em 2012 que assumiu o comando da selecção francesa e o objectivo de conseguir o apuramento para o Campeonato do Mundo de 2014.

Mas depois de uma campanha de qualificação fraca, onde ficou em segundo lugar no grupo de apuramento, atrás de Espanha, viu a sua vida muito complicada no primeiro jogo do play-off ao ir perder à Ucrânia por 2 a 0. No entanto, e se calhar contra todas as expectativas, a selecção francesa conseguiu, em França, ganhar à selecção ucraniana por 3 a 0, num jogo polémico onde Benzema terá marcado um golo fora-de-jogo.

De todas as formas, a França será sempre uma possível candidata ao título de campeã do Mundo no Brasil, não sendo, contudo, algo em que muita gente, mesmo os franceses, acreditem. Talvez só mesmo Didier Deschamps para quem os jogos só acabam quando o árbitro apita para o final. E, quem sabe, com alguma ajuda.

Prováveis Convocados

Guarda-redes – Hugo Loris, Steve Mandanda, Michaël Landreau;

Defesas – Raphaël Varane, Mamadou Sakho, Mathieu Debuchy, Patrice Evra, Gaël Clichi, Éric Abidal, Bacary Sagna;

Médios – Paul Pogba, Mathieu Valbuena, Yohan Cabaye, Blaise Matuidi, Franck Ribéry, Clément Grenier, Rio Mavuba, Samir Nasri, Dimitri Payet, Moussa Sissoko;

Avançados – Karim Benzema, Olivier Giroud, Loïc Rémy.

As Estrelas

Franck Ribéry

Franck Ribéry é a estrela maior desta constelação

Às vezes as partes não fazem o todo. E se é verdade que a selecção francesa, esta selecção francesa, está cheia de nomes sonantes que jogam em grandes clubes, o resultado não tem sido o melhor.

Selecção de franceses, filhos de emigrantes e outros com origens em antigas colónias, passaram, também eles, a ser emigrantes. Uma grande parte desta selecção joga fora de portas, nomeadamente em Inglaterra, em Espanha e Alemanha.

Varane, Sakho, Evra, Sgna, Pogba, Nasri, Sissoko e Benzema são estrelas que brilham no firmamento e que, no fundo, bem lá no fundo do coração dos franceses, os fazem sonhar com grandes feitos no Brasil, é em Franck Ribéry que a maio parte da aposta é feita.

Concorrente directo de Lionel Messi e Cristiano Ronaldo à Bola de Ouro, Ribéry é hoje a grande estrela desta companhia.

Franck Ribéry joga um futebol cheio de garra e apaixonante, sendo ainda, um jogador que desequilibra como ninguém. E se há alguém nesta selecção capaz de fazer a diferença, ele é Franck Ribéry.

Equipamentos

França A 2014 França B 2014

Kentucky is using pearson-designed common-core tests in grades 3-8 and a http://eduessayhelper.org suite of act tests in high school

Outros Artigos Recomendados

Deixe um comentário

Your email address will not be published. Required fields are marked *