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Selecção Italiana

Selecção de Itália

A Selecção Italiana de Futebol aparece numa categoria à parte na história do futebol mundial, junto com uma lista muito restrita de selecções que ganharam mais do que um Campeonato do Mundo de Futebol, e que são o Brasil, a Argentina, o Uruguai, a Alemanha e, obviamente, a Itália. A esta lista restrita, pode-se acrescentar a Inglaterra, a França e a Espanha que conseguiram ser campeões por uma única vez. A Argentina e o Uruguai ganharam dois Campeonatos do Mundo (embora os uruguaios tenham no seu currículo duas vitórias nos Jogos Olímpicos anteriores ao primeiro Campeonato do Mundo de Futebol que, para alguns, e por vezes para a FIFA, conta como vitórias Mundiais), a Alemanha tem três Campeonatos (embora todos conquistados enquanto Alemanha Ocidental), a Itália tem quatro Campeonatos e o Brasil é a única selecção com cinco Campeonatos do Mundo conquistados. A esta lista poder-se-ia acrescentar a selecção holandesa que, nunca tendo sido campeã, foi, por três vezes, finalista vencida.

A esta selecção italiana pode, e deve, ainda, acrescentar-se o facto de ter sido por duas vezes finalista vencida em dois outros Campeonatos do Mundo e mais um título de campeã de um Campeonato da Europa de Futebol e duas outras vezes finalista vencida em outros dois Europeus. Ganhou ainda uma Taça das Nações, em 1942 e uma Medalha de Ouro nos Jogos Olímpicos de 1936.

Por tudo isto, a selecção italiana, que representa a Federazione Italiana Giuoco Calcio, nascida em 1898, é sempre, em qualquer campeonato que entre, uma forte candidata à vitória final, mesmo que o seu trajecto não seja brilhante, o seu futebol cínico é, muitas vezes, vencedor.

História da Selecção

Não tendo participado no primeiro Campeonato do Mundo, em 1930, no Uruguai, tudo começou, para a Squadra Azzurra, em 1934 quando foi a organizadora do torneio e, também, a vencedora. Logo nos oitavos-de-final venceu a selecção americana por 7 a 1 com um hat-trick de Schiavio. Nos quartos-de-final cruzou-se com a selecção espanhola e, tendo acontecido um empate a 1 golo, houve segundo jogo, no dia seguinte, que a Itália conseguiria ganhar por 1 a 0. Depois faria o mesmo resultado para afastar a selecção austríaca nas meias-finais e, na final, defrontaria e venceria a selecção checa por 2 a 1, tendo virado o resultado desfavorável, aos 81 minutos de jogo (o empate) e aos 95 minutos (o golo da vitória). E estava ganho o primeiro Campeonato do Mundo pela Itália.

Federazione Italiana Giuoco Calcio

A Federazione Italiana Giuoco Calcio nasceu em 1898

Quatro anos mais tarde, em 1938, numa Europa a ferver, em vésperas da Segunda Grande Guerra, a Itália vai a França ganhar o seu segundo Campeonato do Mundo. Começa nos oitavos-de-final por afastar a Noruega por 2 a 1 no prolongamento. depois, nos quartos-de-final, afasta a equipa organizadora do torneia, a França, por 3 a 1. E logo de seguida afasta o Brasil, nas meias-finais, por 2 a 1. Na final encontraria a Hungria e venceria por 4 a 1. E estava ganho o segundo Campeonato do Mundo pela Itália.

Depois destes dois gloriosos campeonatos, a selecção italiana entraria em miséria por 32 longos anos. Primeiro, foram os anos que guerra que não permitiram a continuidade dos Campeonatos do Mundo de Futebol, que só voltariam 12 anos mais tarde. Depois, o não conseguirem a qualificação para o Campeonato do Mundo de 1958, na Suécia. E, no meio de tudo isto, as improváveis primeiras fases onde, invariavelmente, a selecção italiana acabaria por ficar. Foi assim em 1950, no Brasil, onde ganharia por 2 a 0 ao Paraguai, mas perderia 3 a 2 com a Suécia e ficaria pela fase de grupos. Foi assim em 1954, na Suíça, onde ganharia por 4 a 1 à Bélgica, mas perderia dois jogos com a equipa da casa, por 2 a 1 e 4 a 1 (este num jogo do play-off), ficando, de novo, pela fase de grupos. Foi também assim em 1962, no Chile, onde seria cabeça de série, ganharia por 3 a 0 à selecção suíça, empataria a zero com a selecção alemã ocidental e perderia 2 a 0 com a selecção chilena o que seria suficiente para ficar por ali, pela fase de grupos. E foi, ainda, também assim, em 1966, em Inglaterra, onde seria, também, cabeça de série, ganharia por 2 a 0 à selecção chilena (numa pequena vingança sobre o Mundial anterior), mas perderia por 1 a 0 com a União Soviética e com a Coreia do Norte. E a fase de grupos era uma coisa que lhes ficava bem. Pelo menos nestes anos.

O Regresso à Glória

Mas quatro anos volvidos, em 1970, no Campeonato do Mundo do México, a selecção italiana voltou aos seus bons velhos tempos de glória. Não foi campeã, mas foi finalista vencida. Um título de vice-campeã é melhor que nada. Passou a fase de grupos sem perder, ganhando por 1 a 0 à Suécia, e empatando a zeros com as selecções uruguaia e israelita. Nos quartos-de-final ganharia por 4 a 1 ao México, depois de ter estado a perder e, nas meias-finais, ganharia por 4 a 3, após prolongamento, à selecção alemã ocidental, com uma contagem no marcador verdadeiramente alucinante: 1 – 0, 1 – 1, 1 – 2, 2 – 2, 3 – 2, 3 – 3, 4 – 3. Na final seria derrotada, sem apelo nem agrado, pela selecção brasileira, por uns estrondosos 4 a 1.

Depois, em 1974, na Alemanha Ocidental e em 1978, na Argentina, não passaria da primeira e da segunda fase, respectivamente. Primeiro com uma vitória por 3 a 1 à selecção haitiana, um empate a 1 com a selecção argentina e uma derrota por 2 a 1 com a selecção polaca. Depois, com três excelentes vitórias noutros tantos jogos da primeira fase, com a França, por 2 a 1, com a Hungria por 3 a 1 e com a Argentina, por 1 a 0, seriam afastados na segunda fase com vitória por 1 a 0, à Áustria, empate a zero com a Alemanha Ocidental e derrota por 3 a 1 com a Holanda.

Paolo Rossi

Paolo Rossi foi a grande surpresa do Mundial de Espanha, em 1982

Mas este trajecto terminaria com o título, o terceiro, em 1982, no Campeonato do Mundo de Espanha. Começaria a fase de grupos com 3 empates, só levando a melhor sobre a selecção dos Camarões porque tinha mais um golo marcado, embora, também, mais um sofrido. Começaria, então, o cinismo italiano. Depois dos empates a zero com a selecção polaca, e dos empates a 1 golo com as selecções peruana e camaronesa, a Itália segue para a segunda fase onde vence os dois jogos com a Argentina, por 2 a 1, e com o Brasil, por 3 a 2, no famoso jogo dos três golos de Paolo Rossi. Nas meias-finais continuaria o espectáculo Paolo Rossi, que marcaria os dois golos da vitória italiana sobre a Polónia. Na final, onde iria defrontar a Alemanha Ocidental, a Itália ganharia por 3 a 1, com mais um golo do fora-de-série nascido neste Mundial, Paolo Rossi.

Em 1986, no Campeonato do Mundo do México, a selecção italiana faria um pequeno interlúdio, ficando-se pelos oitavos de final ao perder 2 a 0 com a selecção francesa, com um dos golos de França a ser marcado por Michel Platini.

Em 1990, em casa, a selecção azzurra chega ao terceiro lugar do torneio, depois de duas vitórias por 1 a 0, às selecções austríaca e americana, e de uma vitória por 2 a 0 à selecção checa, na fase de grupos, de outra vitória por 2 a 0, nos oitavos-de-final, à selecção uruguaia, e mais uma por 1 a 0, à selecção irlandesa, nos quartos-de-final e, finalmente, a derrota, por penaltis, com a selecção argentina, depois do resultado de 1 a 1 no prolongamento. Ganharia o jogo do terceiro e quarto lugar com a Inglaterra por 2 a 1.

E quatro anos mais tarde, no Mundial de 1994, nos Estados Unidos, a selecção italiana subiria mais um lugar na classificação, chegando ao segundo lugar, tendo sido finalista vencida no confronto com o Brasil, no recurso ás grandes penalidades, depois de um tempo regulamentar sem golos. Foi a final em que o craque italiano Roberto Baggio falharia o penalty que daria a vitória à canarinha. Mas para aqui chegar, a selecção italiana seria igual a si própria: vitória por 1 a 0 com a selecção norueguesa, empate a 1 golo com a selecção mexicana e derrota, por 1 a 0, com a selecção irlandesa, na fase de grupos. Ganharia por 2 a 1 à selecção nigeriana, com dois golos do inevitável Baggio, nos oitavos-de-final, o mesmo resultado com que ganharia à selecção espanhola nos quartos-de-final e, ainda, o mesmo resultado com que venceria a selecção búlgara, nas meias-finais, de novo com 2 golos de Roberto Baggio. Este Mundial marcaria o fim de uma época e o renovar de uma selecção.

E de Novo, Campeões

E depois destes últimos anos de grandes resultados, a selecção italiana resolveu tirar umas merecidas férias. Vai daí, no Campeonato do Mundo de 1998, em França, a selecção italiana não passaria dos quartos-de-final. Depois de uma fase de grupos com duas vitórias, por 3 a 0 aos Camarões e 2 a 1 à Áustria, e de um empate a 2 golos com o Chile, a Itália venceria a Noruega por 1 a 0 nos oitavos de final, indo, finalmente, perder nos quartos-de-final com a França, por 4 a 3, nas grandes penalidades, depois de um nulo no tempo regulamentar.

Passados quatro anos, no Mundial de 2002, na Coreia do Sul-Japão, a selecção italiana não passaria dos oitavos-de-final, perdendo por 2 a 1, no prolongamento, com a equipa da casa. Isto depois de uma fase de grupos onde, mais uma vez, venceu a selecção equatoriana por 2 a 0, empatou com a selecção mexicana por 1 a 1 e perdeu com a selecção croata por 2 a 1.

Zidane & Materazzi

A final de 2006, na Alemanha, ficou marcada por esta imagem

Mas este trajecto foi, obviamente, a preparação para o Campeonato do Mundo de 2006, na Alemanha, onde a Itália iria ganhar o seu quarto torneio, ainda por cima, em casa de um concorrente directo. Passou a fase de grupos vencendo a selecção ganesa e a selecção checa por 2 a 0, e empatando a 1 com a selecção americana. Eliminou a selecção australiana por 1 a 0, nos oitavos de final, a selecção ucraniana por 3 a 0, nos quartos-de-final, e a selecção alemã por 2 a 0, após prolongamento, nas meias-finais, indo vencer, na final, a selecção francesa, na marca das grande penalidades, por 5 a 3, depois de um empate a 1 golo durante o tempo regulamentar. Os italianos não falharam um só penalty. Trezeguet falhou para os gauleses. E Zinédine Zidane cabeceou o peito de Materazzi e foi expulso.

E depois desta glória, a Itália foi passear para a África do Sul, no Campeonato do Mundo de 2010. Dois empates e uma derrota. Empates com a selecção paraguaia e com a selecção neo-zelandesa por 1 a 1, e derrota com a selecção eslovaca por 3 a 2. Quatro golos marcados e cinco sofridos.

Mas isto é estratégia para chegar ao Campeonato do Mundo de 2014 e tentar ganhar o torneio onde dói mais aos brasileiros: em casa. Mas já há uma enorme lista de quem quer ir lá ganhar.

Uma Caminhada pela Europa

O trajecto da selecção italiana pelos Campeonatos Europeus é, mesmo assim, um pouco mais fraca. Mas comporta, também, a vitória num Europeu, e a presença, na final, noutros dois.

Porquanto, não participou, e não conseguiu a qualificação, nos Europeus de 1960, em França, de 1964, em Espanha, de 1972, na Bélgica, de 1976, na Jugoslávia, de 1984, em França e de 1992, na Suécia. Muito Europeu para uma selecção campeã. Mas aconteceu.

Depois, a fraca história continuou. Em 1980, em casa, a selecção italiana não foi além do quarto lugar. Vitória por 1 a 0 com a selecção inglesa, e empates a zero com as selecções belga e espanhola o que lhe permitiu a luta pelo terceiro e quarto lugar, jogo que iria perder com a selecção checa, com quem, depois de um empate a 1 golo no tempo regulamentar, tiveram de lutar nas grandes penalidades – nove para cada lado -, onde o jogador italiano Collovati iria falhar e oferecer o terceiro lugar à Checoslováquia.

Em 1996, no Europeu de Inglaterra, e em 2004, no Europeu de Portugal, a selecção italiana não passou da primeira fase. No primeiro caso com uma vitória sobre a Rússia, por 2 a 1, um empate com a Alemanha, a 0 golos e uma derrota com a República Checa, por 2 a 1. No segundo caso com uma vitória sobre a Bulgária, por 2 a 1, e com dois empates com a Dinamarca, 0 a 0, e a Suécia, 1 a 1. E depressa voltariam para casa.

Em 2008, no Europeu da Áustria-Suíça, chegaria os quartos-de-final, com uma vitória por 2 a 0 à França, um empate 1 a 1, com a Roménia, e uma derrota por 3 a 0, com a Holanda, o que lhe garantia a passagem ao jogo seguinte, onde seria eliminada pela Espanha, nas grandes penalidades, por 4 a 2, depois de um nulo durante o tempo regulamentar.

Os Europeus de Glória

Mas no caminho dos Campeonatos Europeus de Futebol, a Itália também acabaria por fazer coisas bonitas. Em 1988, na Alemanha Ocidental, chegaria às meias-finais, depois de duas vitórias, por 1 a 0 a Espanha e 2 a 0 à Dinamarca, e de um empate a 1 bola com a equipa da casa, na fase de grupos, onde seria eliminada por 2 a 0 pela selecção da União Soviética.

Itália Campeã Europeu 1968

A Itália venceu o Euro ’68, vencendo a Jugoslávia, em segundo jogo, por 2 a 0

Depois, em 2000, no Europeu da Bélgica-Holanda, e em 2012, no Europeu da Polónia-Ucrânia, a selecção italiana chegaria à final. No primeiro caso, com uma caminhada invicta até à final. Vitórias sobre as selecções turca e sueca por 2 a 1 e sobre a selecção belga por 2 a 0, na fase de grupos, sobre a selecção romena, por 2 a 0, nos quartos-de-final e empate a 0, no tempo regulamentar com a selecção holandesa, a quem acabaria por ganhar por 3 a 1 na marca das grandes penalidades. Na final perderia para a França por 2 a 1, no prolongamento, depois de Wiltord ter empatado o jogo ao minuto 90. No segundo caso, dois empates por 1 a 1 com as selecções espanhola e croata e uma vitória por 2 a 0 à selecção irlandesa na fase de grupos, levariam a Itália aos quartos-de-final onde venceria a Inglaterra nos penaltis, por 4 a 2, depois de um nulo no tempo regulamentar, e às meias-finais onde, igualmente, venceria a Alemanha por 2 a 1, chegando à final, com a Espanha, para ser derrotada por 4 a 0.

Mas o melhor resultado num Campeonato Europeu aconteceria em 1968, em casa, no seu Europeu, onde se sagraria campeã da Europa, ao defrontar, e vencer, a selecção da Jugoslávia por 2 a 0, num segundo jogo de desempate, depois de, na primeira final o resultado ter sido um empate a 1 golo. Mas para chegar a esta final, a Itália teve de ultrapassar a União Soviética através do recurso de cara-ou-coroa de uma moeda para escolher o vencedor de um jogo que tinha terminado com um nula. E o mais bizarro é que é verdade. Mas a história do futebol italiano também se faz destas bizarrias.

E agora, que venha o Campeonato do Mundo de 2014.

O Treinador

Cesare Prandeli, que assumiu o cargo de seleccionador da equipa azzurra depois do Campeonato do Mundo de 2010, é, ainda, o treinador da selecção italiana.

Cesare Prandelli

Cesare Prandelli é o seleccionador desde 2010

Prandeli, que iniciou a sua vida no futebol como jogador, tendo passado 6 temporadas na Juventus, começou como treinador no Atalanta, tendo ainda treinado, entre outros, as equipas do Parma, do Roma e da Fiorentina.

Em 2010 aceitou o cargo de seleccionador da equipa italiana, tendo levado a Itália à final do Campeonato Europeu de 2012, na Polónia-Ucrânia, onde perderia para a selecção Espanhola.

O seu trajecto no grupo de qualificação para o Mundial de 2014 não foi brilhante, tendo, no entanto, terminado a fase de qualificação em primeiro lugar, com 6 vitórias e 4 empates em 10 jogos.

Mas espera-se uma Itália forte no Campeonato do Mundo. Pela tradição, pelos jogadores e pelo trabalho que Prandelli já mostrou que é capaz.

Prováveis Convocados:

Guarda-redes – Buffon, Federico Marchetti, Sirigu;

Defesas – Federico Balzaretti, Giorgio Chiellini, Andrea Ranocchia, Leonardo Bonucci, Ignazio Abate, Andrea Barzagli;

Médios – Thiago Motta, Ricardo Montolivo, Antonio Candreva, Claudio Marchisio, Lorenzo di Silvestri, Alberto Aquilani, Alessandro Florenzi, Pirlo, Alessio Cerci, Daniele de Rossi, Emanuele Giaccherini;

Avançados – Alessandro Diamanti, Osvaldo, Gilardino, Stephan El Shaarawy, Mario Balotelli, Lorenzo Insigne, Giuseppe Rossi, Giovinco.

As Estrelas

Numa equipa como a italiana, com um campeonato como o italiano, o que não faltam são estrelas, e jogadores de classe. De muita classe.

Mario Balotelli

Mario Balotelli é a verdadeira estrela, dentro e fora de campo

Mas de todos os possíveis convocados, as grandes estrelas são Pirlo, El Shaarawy e Balotelli.

Pirlo é o jogador clássico, veterano, com inúmeros títulos, que já ganhou tudo o que havia para ganhar, que não tem nada a provar a ninguém, mas que ainda está aqui para as curvas. Embora tenha 35 anos na altura do Mundial, é de prever que seja convocado e que ajude, efectivamente a sua selecção com todo o acumular de saber que vem trazendo consigo.

El Shaarawy é a nova geração. Novo, representa a renovação desta selecção e do futebol italiano. Usa um futebol bonito e remata forte e simples.

Mario Balotelli é a estrela total, dentro e fora das quatro linhas. Verdadeiro craque, com um futebol directo e muito vistoso, tem um remate forte e bom drible. Mas também é dono de um forte temperamento que o tem colocado em situações mais delicadas, mas que ao mesmo tempo lhe vão criando uma aura de enfant terrible que agrada muito às revistas. E no Brasil, será um jogador muito procurado. E dele se esperará, realmente, bastante.

Equipamentos

Itália A 2014 Itália B 2014

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