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Shaqiri assina apuramento da Suíça

A Suíça garantiu o apuramento para os oitavos-de-final do Mundial, onde irá encontrar a Argentina, depois de ter derrotado as Honduras por 3-0. Shaqiri foi a figura principal, ao marcar os três golos da equipa helvética, numa partida onde os suíços dominaram o primeiro tempo e geriram a sua vantagem na segunda metade, marcada por uma boa reação hondurenha e por uma falha do árbitro argentino Néstor Pitana, que não marcou uma grande penalidade que poderia ter devolvido as Honduras à disputa do resultado.

Shaqiri escreve as regras do jogo

Os primeiros quarenta e cinco minutos foram de total domínio da Suíça, com as Honduras a não serem capazes de criar sequer uma situação de perigo para a baliza de Diego Benaglio. Apesar de não impor um ritmo muito acelerado, a equipa helvética cumpria com o necessário para ser muito superior ao seu adversário. O primeiro golo surgiu logo aos cinco minutos, com Shaqiri a inventar espaço para rematar forte e em arco. Todo o futebol ofensivo passava pelos pés do jogador do Bayern Munique, que foi acumulando oportunidades, ora por sua conta, ora com o apoio de Drmic, que conseguia furar a defensiva hondurenha sem problemas.

À passagem da meia-hora, a Suíça criou um contra-ataque a partir de um passe rasgado de Inler, Drmic controlou a bola do lado esquerdo e entregou a Shaqiri, que ficou sozinho em frente a Valladares e fez o segundo golo. Tudo fácil, tudo lógico, sem ser necessário um esforço elevado. A ganhar por dois a zero, a Suíça colocava o seu goal average a zero e começava, também, a confiar estar no bom caminho. Ainda antes do intervalo, as Honduras perdia o seu melhor avançado, Costly, que saiu lesionado, e tudo se parecia encaminhar para uma goleada, até porque Drmic e Shaqiri ainda desperdiçaram duas oportunidades nos últimos minutos.

Reação hondurenha parada com apito

Luis Suárez, o técnico das Honduras, deixou Espinoza no balneário e lançou Martin Chavez, um jogador mais dinâmico e que abria a frente ofensiva da sua equipa. E a verdade é que a equipa centroamericana começou desde logo a levar mais perigo até à baliza de Diego Benaglio. Bengtson foi o jogador a surgir mais vezes na área, sempre chocando com o guarda-redes adversário ou, como aconteceu aos cinquenta e sete minutos, a ver Ricardo Rodríguez salvar sobre a linha. Três minutos depois, Jerry Palacios, que também esteve muito ativo na frente, surgiu isolado na área e foi derrubado por Djourou. Surpreendentemente, o árbitro nada assinalou, o que acabou por ferir de morte a reação hondurenha.

A Suíça aproveitou o nervosismo do adversário para fechar as contas da partida. Aos setenta e um minutos, Drmic fez um bom trabalho na esquerda e voltou a servir Shaqiri, que rematou sem hipóteses para Valladares. A equipa helvética passou a jogar com os ouvidos no Equador – França, visto que com um goal average positivo, seria necessário que os equatorianos marcassem dois golos, tarefa que não parecia possível. Até ao final do encontro, no entanto, até foram as Honduras quem esteve mais perto do golo, com Bengtson, aos setenta e nove, e Figueiroa, aos noventa, a obrigarem Diego Benaglio a defesas apertadas.

Venha a Argentina

A equipa helvética acabou por merecer o apuramento para os oitavos-de-final, sobretudo por ter vencido o Equador e por ter demonstrado capacidade de controlo e alguma criatividade. Não sendo uma equipa muito perigosa ou intensa, poderá criar dificuldades à Argentina se conseguir baixar as suas linhas com qualidade. As Honduras marcaram um golo neste Mundial, mas acabam com três derrotas, mais um do que há quatro anos, na África do Sul.

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