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Hitzfeld

Suíça a 45 minutos de poder fazer história

A Selecção da Suíça defronta neste momento um dos adversários mais difíceis deste Campeonato do Mundo para garantir um lugar nos quartos de final, algo que já não acontece desde 1954.

Depois de 60 anos de “seca”, a Suíça espera vencer o jogo de hoje contra a Selecção da Argentina, na Arena Corinthians, independentemente dos argentinos serem os favoritos em campo – algo que o treinador, Ottmar Hitzfeld, tenta combater com o pedido de apoio dos adeptos e restante público que está nas bancadas.

“Acredito que os adeptos do Brasil apoiarão a Suíça, porque há uma rivalidade muito grande com a Argentina.” – afirmou o seleccionador, na conferência de imprensa dada ontem, em Itaquera.

Sobre os 11 titulares, o seleccionador não quis adiantar nada, mas quando questionado sobre a táctica a utilizar, Hitzfeld disse ter consciência de que será muito difícil parar “La Pulga”, e por isso a equipa terá de apostar  no jogo colectivo, acrescentando ainda que se sente pronto para o confronto.

“Toda a defesa terá problemas quando enfrentar Messi. Mas os problemas estão cá para serem resolvidos. Confio nos jogadores da defesa e em toda a equipa. (….) É uma grande oportunidade para o futebol suíço poder ter uma oportunidade para fazer história, ficando entre as oito melhores selecções. Estamos a jogar contra a Argentina, duas vezes campeã, é um grande desafio. É algo muito especial. Estamos prontos.” – disse o treinador.

Pessoalmente, Hitzfeld comentou ainda sobre a sua possível aposentadoria depois do Campeonato do Mundo, e afirmou estar muito satisfeito com a evolução da selecção e do trabalho que têm vindo a desenvolver.

“Eu preparo-me sempre para que possamos continuar. Estou ansioso com o jogo contra a Argentina. Não acho que será o meu último jogo, não. (…) Queremos realizar os nossos sonhos. Acho que será o ponto alto da minha carreira. (…) Temos melhorado o nosso desempenho, apesar de termos sofrido golos contra a França. Contra as Honduras houve a confirmação de que estamos no caminho certo. Podemos jogar de igual para igual contra a Argentina se fizermos um jogo em equipa.” – concluiu.

A enfrentar uma fase complicada na vida pessoal – o irmão morreu na madrugada do dia de hoje, aos 82 anos – Hitzfeld mostra ser um exemplo de optimismo e perseverança.

De momento decorre a segunda parte do jogo , que ainda se encontra empatado 0-0.

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