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Golo da Franca

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Treinador da Nigéria em conferência de impresa

Treinador da Nigéria em conferência de impresa

Foi o fim do sonho para a Selecção da Nigéria.

O jogo da Nigéria contra a Selecção da França, ontem, no estádio Mané Garrincha, onde os franceses venceram os nigerianos por duas bolas a uma, foi uma disputa bastante renhida – de ter em conta que até mais de metade do jogo nenhuma das equipas tinha inaugurado o marcador.

O capitão de equipa, Yoseph Yobo, afirmou que a decepção foi grande, afinal,os golos sofridos aconteceram apenas na segunda parte, aos 30 minutos. Ainda assim, capitão diz que a equipa deu o tudo por tudo.

“Não passámos, mas fizemos tudo o que podíamos fazer. Jogámos bem, mas eles conseguiram encontrar uma oportunidade. Estamos decepcionados. Demos tudo, mas os créditos são deles. Lutámos muito hoje.” – disse Yobo, que também demonstrou tristeza por estar envolvido na jogada do segundo golo francês, em que sem querer desviou a bola com a perna para dentro da baliza.

Aos 33 anos, o defesa e capitão da Nigéria, esteve perto de quebrar um recorde na selecção. Mas a eliminação contra a França adiou o sonho de chegar o 100º jogo – o jogador pensa em retirar-se do futebol para dedicar mais tempo à família. Mesmo sem confirmar se esta teria sido sua última participação na Selecção da Nigéria, Yobo afirmou que trocaria qualquer recorde pessoal pela classificação para os quartos de final, acrescentando ainda, que de uma forma geral, a presença no Mundial 2014 no Brasil o deixou muito satisfeito.

“Eu acho que este foi o meu último jogo pela selecção nacional. Agora é altura de me focar mais na minha família. (…) Claro que classificação seria melhor que qualquer outro recorde. Passar para os quartos de final seria melhor. Mas não conseguimos. Estamos tristes por não ter passado. (…) Foi muito especial (a participação no Mundial do Brasil). Eu nunca imaginei que faria parte disto tudo, que chegaríamos aos oitavos de final. Eu estava lesionado, pensei que não jogaria mais nenhum Campeonato do Mundo, mas estou muito feliz por ter vindo, ter contribuído com algo para a equipa, e por tudo que fizemos.” – concluiu o jogador.

Mas o capitão nigeriano não foi o único a mostrar tristeza e alguma frustração com o jogo de ontem. Também o guarda-redes da equipa, e um dos grandes destaques da selecção nigeriana neste Mundial 2014, se sentiu frustrado com a reviravolta no marcador já quase no final do jogo. Ainda assim, Enyema afirma ter feito o melhor que sabia, e elogia a equipa – que já não passava uma fase de grupos desde o Mundial de 1998 – lamentando apenas a ajuda que deu à França aquando do primeiro golo sofrido.

“Acho que tive uma boa prestação em campo. No primeiro golo, eu tentei defender. Tentei. Não imaginava que o Pogba estava imediatamente atrás. Apenas tentei tirar a bola da cabeça de dois jogadores franceses. Mas estas coisas acontecem. (…) Estou muito orgulhoso de tudo aquilo que fizemos. Só temos de agradecer a todos pelo apoio, foram todos excepcionais.” – explicou Enyema.

Apesar das falhas, o guarda-redes conseguiu evitar o que poderia ter sido uma goleada da França – foram pelo menos quatro defesas complicadas.

Já Onazi, avançado da Nigéria, que saiu do jogo lesionado após Matuidi ter feito uma entrada dura sobre ele – onde acabou por levar apenas um cartão amarelo, decisão que foi muito contestada no momento –  foi levado de imediato para o hospital para tratamento médico, tendo informado os adeptos e o restante público da sua situação pela conta que tem no twitter.

“Obrigada a todos pelas vossas orações. Ficarei bem se Deus quiser.” – escreveu.

Com um golo de Pogba e um auto-golo da Nigéria, a Selecção da França segue então rumo aos quartos de final, ao passo que a Nigéria deixa por cumprir mais uma vez o sonho de passar pela primeira vez aos quartos de final de um Mundial  - os nigerianos, que apenas tinham estado duas vezes nos oitavos de final de um Campeonato do Mundo, foram eliminados pela Itália , em 1994, e pela Dinamarca, em 1998.

Treinador da Nigéria pede demissão 

Quem o diz é a imprensa inglesa.

Segundo os sites desportivos “BBC Sport” e “Daily Mail”, Stephen Keshi já não é treinador da Selecção da Nigéria. O treinador teria pedido demissão do cargo após a eliminação da equipa, ontem , contra a Selecção da França, pelo Campeonato do Mundo no Brasil –  onde os africanos perderam já na segunda parte por duas bolas a zero.

Keshi, de 52 anos, aceitou o cargo como seleccionador da Nigéria já em 2011, e no ano passado ajudou a selecção a conquistar o Campeonato Africano das Nações.

“É hora de voltar para a minha família e enfrentar novos desafios.” – disse o treinador ao “Daily Mail”.

Já a imprensa africana parece ter uma opinião diferente, e adianta ser provável que Stephen Keshi aceite o cargo como seleccionador da Selecção da África do Sul, uma vez que a equipa está sem treinador desde a saída de Gordon Igesund – que liderou sem sucesso a selecção sul-africana durante as eliminatórias para o Mundial.

Caso seja confirmada sua saída, Stephen Keshi será o sexto treinador a despedir-se da sua selecção após a equipa terminar a sua participação no Campeonato do Mundo –  tal como ele, Luis Suárez (Honduras), Carlos Queiroz (Irão), Alberto Zaccheroni (Japão), Cesare Prandelli (Itália) e Sabri Lamouchi (Costa do Marfim), deixaram a liderança de suas respectivas selecções.
Relativamente ao jogo contra a Selecção da França, o agora, ex-treinador, refilou pela primeira vez com a arbitragem e afirmou que na sua opinião, a vitória da França tinha apenas um culpado.

“Eu acho que foi um bom jogo, mas tivemos falta de sorte, como aquele golo que foi defendido. Também gostaria de saber por é que o golo do Emenike não foi considerado válido. É uma pena, mas as coisas são o que são e temos de seguir em frente. O árbitro é que decide o que acontece em campo. Não estou satisfeito porque em duas ocasiões o Onazi sofreu faltas da França e nada foi feito pelo árbitro, e agora ele vai ficar sem jogar durante semanas. Não foi uma boa arbitragem. É a primeira vez que falo sobre arbitragem, e não foi boa. (…) Qualquer derrota é difícil, até mesmo num jogo amigável, quando vês que a tua equipa está a fazer um grande jogo, e a tentar fazer tudo aquilo para que foram instruídos. E de repente perde o jogo. Não deveríamos ter perdido o jogo desta maneira, mas faz parte do que é o futebol.” – concluiu.

Contudo, e apesar de terem perdido para os franceses, os nigerianos deixam o Mundial 2014 no Brasil como um exemplo de perseverança e de profissionalismo, já que conseguiram surpreender pela positiva a todos.

Fora do Mundial, a Nigéria viaja para Brasília hoje de manhã e é provável que embarque para São Paulo antes de voltar ao seu país de origem.

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