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Terceiro lugar é obrigatório

Chegou o dia do jogo que ninguém quer jogar. Ainda assim, para o Brasil a partida é fundamental. É a oportunidade de lavar a imagem, recuperando alguma da dignidade esbanjada em Belo Horizonte. Scolari continua a insistir na tese da fatalidade que não põe em causa ano e meio de bom trabalho e esperam-se muitas alteração no onze inicial.

Honrar a camisola

Com o sonho do hexa morto e enterrado, jogadores, corpo técnico e dirigentes brasileiros rumam a Brasília para tentar um lugar no pódio. Neymar, ainda que não possa dar o seu contributo em campo, segue com a comitiva. Só Thiago Silva ficou para trás, na Academia, entregue aos cuidados do preparador físico Francisco González. No entanto, a CBF garante que o capitão estará em Brasília para o encontro do terceiro e quarto lugar.

Ontem, ao início da tarde, a Canarinha deixou a Granja Comary, ao fim de mês e meio, para não voltar. Mesmo depois do descalabro dos sete a um frente à Alemanha, não faltaram adeptos para manifestar apoio na despedida da seleção. Horas antes, o capitão dizia, em conferência de imprensa, que os Escrete “vai jogar pela hora e dignidade”, garantindo que todos se iam aplicar como se da final se tratasse. Luiz Felipe Scolari instou os seus homens a aproveitar este jogo para recuperar algum do orgulho perdido. “Sei que sonhámos um sonho maior mas temos que honrar a camisola da seleção.” O raciocínio entre o grupo é o de que ninguém quer, ou precisa, mais de vencer este jogo do que o Brasil. Mas como já ficou por demais provado, vontade a mais pode paralisar. E lá bem no fundo da cabeça de cada jogador canarinho está o terror de sofrer uma segunda humilhação.

Uma mão cheia de novidades no onze?

A experiência diz-nos que não devemos levar os treinos de Scolari à letra. Ele gosta de baralhar os media e adversários, baralhando o plantel pelo caminho. Portanto, vale o que vale. Nas últimas sessões na Granja Comary, o selecionador brasileiro trabalhou com várias caras novas e deu particular atenção aos processos defensivos. Primeiro testou Dani Alves, Henrique, David Luiz e Maxwell. Depois substituiu os laterais por Maicon e Marcelo, respetivamente. A maior novidade foi a inclusão do central do Napoli ao lado de David Luiz, resta saber se é para manter ou se deve apenas à necessidade de recuperar Thiago Silva fisicamente. As experiências apontam para um alinhamento com cinco segundas linhas: Júlio César, Maicon, Henrique, David Luiz, Marcelo, Luiz Gustavo, Paulinho, Ramires, Oscar, Willian e Jô. Poupar Fred à exposição parece elementar, o reforço da primeira linha do meio-campo uma segurança extra para o selecionador. Fernadinho, Hulk, Bernard e Dante foram dos jogadores mais contestados na derrota, o que pode justificar o seu afastamento.

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