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The James Rodriguez show

Duas atitudes que resumem bem o que se passou na Arena Pantanal, em Cuiabá. O Japão a correr atrás do prejuízo e a Colômbia a deixar jogar, à espera das oportunidades. Enquanto James Rodriguez esteve no banco, os nipónicos tiveram hipóteses. Mas assim que o jogador do Mónaco entrou em campo isso acabou. James foi mesmo o homem do jogo, com duas assistências para Jackson Rodriguez e selando o resultado com um golo – o último – de pura classe. Marcador final, Japão 1 – Colômbia 4.

Japão não aproveita Colômbia B

Com o apuramento garantido de antemão, e a bastar um empate para vencer o grupo C, José Pekérman optou por fazer nada menos que oito alterações no onze inicial. Entraram Santiago Arias, Carlos Valdés, Eder Balanta, Alexander Mejia, Fredy Guarin, Juan Quintero, Jackson Martinez e Adrián Ramos. Dos habituais titulares só resistiram David Ospina, na baliza, Pablo Armero, na defesa, e Guillermo Cuadrado, na ala direita. Do lado do Japão, duas mudanças em relação ao alinhamento frente à Grécia. Yamaguchi deu lugar a Aoyama. A entrada de Kagawa empurrou Okubo para a frente e relegou Osako para o banco.

Jackson vai marcar

Os primeiros instantes da partida até foram de pressão colombiana, mas foi fogo de pouca dura. Seguiram-se uma sucessão de faltas no meio campo defensivo da Colômbia, com os respetivos livres diretos para o Japão. Todos executados por Keisuke Honda, todos desperdiçados, sem colocar Ospida verdadeiramente em cheque. Japão a apostar na mobilidade e nos passes em profundidade, tentando tirar partido da velocidade de Yoshito Okubo e Honda. A equipa colombiana muito passiva, sem grande vontade ou capacidade para pegar no jogo. Balanceados para a frente, os nipónicos têm muita dificuldade nas recuperações defensivas. É num desses lances que Yasuyuki Konno asserta no pé de Adrián Ramos e não na bola. Pedro Proença aponta de imediato para a marca de grande penalidade. Cuadrado, chamado a converter, coloca a Colômbia na frente do marcador, um pouco ao arrepio do sentido do jogo. Os japoneses insistem em concentrar o caudal ofensivo pelo corredor central mas as finalizações são inofensivas. O mais que conseguem é uns quantos livres diretos, também sem consequência. Os sul-americanos dão uma ajuda, perdendo muitas vezes a bola. A juventude de Quintero vem ao de cima, no pior sentido possível. Exageram nos dribles, complica o jogo e falha passes. Ainda tenta enganar o árbitro e cavar mais um penálti, mas o português não vai na fita. Não estava nos seus dias.

Do lado japonês, Okubo é, sem dúvida, o elemento mais esclarecido, acutilante e inconformado. Mas não tem acompanhantes a altura. Aos 45’+1’ Shinji Okazaki repõe a igualdade com um mergulho oportuno de cabeça a cruzamento de Honda. Justo para o esforço do Japão, a penalizar a passividade colombiana.

The James Rodriguez Show

A segunda parte foi jogada a ritmo bem mais elevado, com a bola a ir de baliza a baliza em pouco tempo. Pekérman retira Quintero e Cuadrado, substituídos por Rodriguez e Carbonero. Muda a tudo. James é uma injeção de intensidade e mexe com o jogo. Quatro minutos em campo e vai logo mostrando ao que vem com um cruzamento potente de fora da área, seguido de cruzamento tenso no minuto seguinte. O Japão treme nos lances de bola parada. Aos dez minutos do segundo tempo, Jackson Martínez estreia-se a marcar no Mundial. Jogada bonita, ao primeiro toque, que começa numa arrancada de Arias pela direita. James faz a diferença, arrastando Uchida e colocando a bola no lugar exato para o avançado do FC Porto encostar. O Japão tenta reagir mas as muitas tentativas, maioritariamente pelo meio do terreno, não são eficazes. Yuto Nagatomo é o único a dar alguma largura ao jogo nipónico, com dribles e cruzamentos tensos pela lateral esquerda. Contudo, as suas iniciativas individuais não encontram seguimento. Os colombianos estão cada vez mais soltos e quando saem para o contra-ataque fazem-no com perigo. Aos oitenta e um minutos os sul-americanos alargam a vantagem, mais uma produção da dupla James-Jackson. Passe a rasgar do primeiro para a corrida de Martinez, que remata em arco sem hipótese de defesa para Kawashidama. Era oficial, o Japão estava fora do campeonato do mundo. Ainda tempo para Ospina dar lugar a Faryd Mondragón que, aos quarenta e três anos se torna o jogador mais velho a alinhar num mundial de futebol.

O encontro não termina sem o momento de glória do número 10 colombiano. Desta vez o “Cha-cha-cha” faz a assistência para James finalizar. Toda a arte, todo o talento, num golo fantástico.

A surpresa da noite acontecia em Fortaleza, a Grécia vencia a Costa do Marfim ao fechar do pano e garantia assim o segundo lugar do grupo. Assim, a equipa de Fernando Santos vai defrontar a sensação Costa Rica. A Colômbia encontra o Uruguai na próxima ronda. Espera-se um duelo sul-americano eletrizante. So you’ll understand I got very excited when I saw that waves, which https://spying.ninja/ spy phone app reputation for excellency in plugins business has gone worldwide many years ago, was involved in a dj software project

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