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Toca a mudar o chip!

O apuramento surpresa da Grécia baralhou os planos da comitiva costarriquenha. Jorge Luis Pinto e o seu corpo técnico já se estavam a preparar para enfrentar a Colômbia ou a Costa do Marfim. Os gregos não estavam nos planos. Agora é preciso mudar a agulheta, redirecionar a atenção e fazer o que fizeram antes. Estudar ao mínimo detalhe o próximo adversário e montar a estratégia adequada. Se derrotarem os gregos, Los Ticos ultrapassarão a melhor prestação de sempre da Costa Rica em mundiais, os oitavos-de-final no Itália 90. Mas cuidado, não há como a Grécia para se fazer convidada para a festa dos outros. Os troianos, ou os portugueses, que o digam.

“Não esperávamos a Grécia”

Costa Rica e Grécia são ambas presenças improváveis nesta segunda fase do Campeonato do Mundo. Mas uma e outra tiveram, até agora prestações muito distintas no Brasil. A seleção de Fernando Santos arrastou-se nas duas primeiras partidas e à terceira e decisiva fez a exibição de raça que se impunha. Mesmo assim, a qualificação só chegou em tempo de descontos, graças a um penálti assinalado sobre Samaras. Los Ticos entraram a todo o gás. Num grupo apelidado “da morte”, os costarriquenhos derrotaram Uruguai e Itália, e eliminaram a Inglaterra mesmo antes de os defrontarem. No domingo uma delas ficará pelo caminho.

Ninguém na Costa Rica esperava ter a Grécia como próximo adversário. Tejeda e Umaña, os primeiros elementos a falar em conferência de impressa após o nome ser conhecido disseram isso mesmo. Nos planos estavam Colômbia – país natal do selecionador Tico e que Pinto conhece de olhos fechados –, Costa do Marfim, e talvez, lá bem ao fundo, o Japão. Nunca a Grécia. “Temos que ser sinceros, achávamos que o rival ia ser outro. Mas se chagaram até aqui não são uma equipa fácil, merecem o nosso respeito, como fizemos com todos os outros“, advertiu Michael Umaña. E Yeltsin Tejeda, acrescentou, “Temos que mudar o chip, estudá-los muito e certamente passaremos os próximos dias a ver vídeos. Está muita coisa em jogo”.

Informação privilegiada

Como se comprova, logo a surpresa inicial foi substituída pela vontade aprender tudo sobre os helénicos. E nisso Joe Campbell e Bryan Ruiz podem ajudar muito os restantes companheiros. Campbell passou a última temporada no Olympiacos, por empréstimo do Arsenal. Teve como colegas quatro elementos da formação de Fernando Santos – os defesas Kostas Manolas e José Holebas, e os médios Andreas Samaris e Gianni Maniatis. Campbell ainda se cruzou também, brevemente, com Mitroglou no clube grego, antes de este rumar ao Fulham, de Inglaterra. Portanto, o jovem Tico tem informação privilegiada a partilhar como grupo. E porque o mundo é pequeno e o futebol não foge à regra, Ruiz, antes de ser emprestado pelo mesmo Fulham aos holandeses do PSV Eindhoven, teve a oportunidade de jogar ao lado do veterano Georgios Karagounis.

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