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Treino Japao

Última oportunidade para o Japão

A derrota contra a Selecção da Costa do Marfim e o empate sem golos com a Selecção da Grécia, deixaram o Japão numa situação delicada para o próximo jogo contra a Selecção da Colômbia. De facto, para chegarem aos oitavos de final, a selecção japonesa precisa de vencer o líder do Grupo C – já classificado – e torcer para que a Costa do Marfim ganhe aos gregos. Em todo o caso, os japoneses terminariam empatados com um dos outros aspirantes ao segundo lugar do Grupo C, e a decisão basear-se-ia depois nos critérios de desempate.

O seleccionador do Japão, Alberto Zaccheroni, diz estar ciente da qualidade da Selecção da Colômbia, e mostra-se entusiasmado para ver como a equipa colombiana irá lidar com a sua equipa.

“Temos que ser  melhores do que eles. Não podemos abrir espaços, porque eles são muito bons a furar espaços. É uma equipa que me agrada muito e que merece os elogios que está a colher. Por outro lado, estou curioso para ver o desempenho contra a minha equipa.” – disse, acrescentando ainda que a sua equipa “só terá alguma possibilidade de avançar ganhando este jogo. Portanto iremos investir todas as nossas energias e pensamento positivo em campo. A equipa está concentrada, treinou bem, está a movimentar-se com bastante desenvoltura. Estou a encarar este jogo de forma bastante positiva.” – afirmou.

Sobre as estrelas da equipa, Kagawa e Honda – ainda não conseguiram estar à altura das expectativas no Mundial – o treinador acredita que a salvação do Japão passa de facto pelos pézinhos mágicos da dupla, mas sem nunca diminuir a a importância da equipa como um todo.

“Considero sempre a equipa muito importante, e dentro dessa equipa podem haver grandes jogadores individuais. O que precisa funcionar sempre é a equipa como um todo. Confio na qualidade individual de Honda e Kagawa, porém tenho como principio que os resultados são construídos baseados na união e força da equipa.” – concluiu Zaccheroni.

Já Honda também pareceu sentir a pressão a que está sujeito, e afirmou que a sua concentração está primeiro em ganhar, e depois então em fazer contas de cabeça.

“Sei que não demos o nosso máximo até agora e não dependemos apenas de nós, mas vamos para o jogo com o objectivo de vencer. Depois então preocupamos-nos com o resultado do outro jogo.” – disse.

Já o colega, o avançado, Nuremberg-ALE – jogador que chegou aos oitavos de final no Mundial 2010 na África do Sul – reconhece as diferenças entre os adversários de há quatro anos atrás e de agora.

“Nos últimos dois jogos faltou velocidade. No geral não conseguimos o mesmo ritmo e intensidade, e é nisso que temos que nos esforçar agora.  O desempenho tem que ser tal que adeptos digam “sim, eles estão a jogar bem”. Vamos tentar não nos sentir pressionados, mas temos que estar focados e manter o equilíbrio entre estarmos relaxados e alertas.” – afirmou.

11 titulares

Relativamente à equipa titular, o treinador da selecção japonesa tem vindo a fazer algum mistério. A expectativa é de que Shinji Kagawa, suplente no jogo contra a Grécia, volte a jogar na equipa principal.

“É uma decisão que só depende do treinador, e eu tenho de a respeitar. Sei que não dei o meu melhor no primeiro jogo e por isso saí da equipa, mas estou pronto para dar o meu melhor agora.”

Os japoneses enfrentam hoje os sul-americanos pelas 17h (horário do Brasil), na Arena Pantanal, em Cuiabá – o último jogo ainda na fase de grupos. No mesmo horário, jogam ainda as Selecções da Grécia e da Costa do Marfim, em Fortaleza.

De momento, os japoneses encontram-se em terceiro lugar dentro do Grupo C.

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