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Mertesacker Alemanha

Um cento para Mertesacker

Per Mertesacker, que no próximo sábado fará o centésimo jogo pela seleção alemã, resume as preocupações germânicas para o desafio que se segue. Não perder Mats Hummels ao seu lado no centro da defesa, a capacidade física dos ganeses e o calor que se os espera em Fortaleza. Entretanto, Boateng, o Prince, jura vingança. “Respondemos em campo”, foram as palavras de Joachim Low.

Uma década e 100 jogos

Aos vinte e nove anos, o central do Arsenal está prestes a atingir a marca simbólica das cem internacionalizações. Mertesacker admite que ainda lhe custa a acreditar no número redondo, que se tenha conseguido manter durante tanto tempo como pedra basilar da defesa alemã. É com esta boa disposição que responde aos muitos críticos, que desde 2006 o quiseram afastar da Mannschaft. Demasiado lento, demasiado pesado e agora demasiado velho para lidar com avançados rápidos e muito móveis. Per Mertesacker, o gigante tranquilo que nunca perde a cabeça espera continuar a dar o seu contributo à seleção alemã por mais uns anitos. E não se esqueceu de agradecer ao agora treinador dos Estados Unidos, Jurgen Klinsmann, que o convocou pela primeira vez em 2004, no dia do seu vigésimo aniversário.

Hummels em dúvida

Mats Hummels sofreu um toque na coxa no jogo frente a Portugal. Joachim Low foi abrigado a substituí-lo aos setenta e três minutos, já o marcador assinalava uma vantagem de três a zero para os germânicos, um dos quais da autoria do próprio Hummels. No rescaldo da partida, tanto o defesa do Dortmund como o selecionador alemão foram rápidos a desvalorizar a situação, que não passava de uma pancada. Exames posteriores revelaram uma hemorragia no músculo. Ainda assim nada de grave mas a precisar de algum para sarar. Hummels ainda não voltou a treinar com o grupo o que pode indicar que dificilmente estará em condições de alinhar frente ao Gana. No jogo de estreia foi Shkodran Mustafi, a chamada de última hora de Low, a entrar para o substituir. Há também a hipótese de Boateng sair da lateral e regressar ao eixo da defesa. Aliás, Jerôme é a única outra questão de ordem física a afetar a equipa alemã. Apesar de ter jogado os noventa minutos rompeu os ligamentos do polegar da mão direita e deve alinhar com uma tala de proteção.

Calar o Prince

O mais velho dos Boateng, Kevin-Prince, insiste em tentar espicaçar a Mannscaft. Desta vez, entre promessas de vingança de lutar até à morte para derrotar os alemães, disse ainda que à seleção germânica faltava um verdadeiro líder e que por isso o grupo fraquejava nos momentos decisivos. Pouca reação tiveram do outro lado as suas alfinetadas, teve apenas um “dentro de campo logo veremos” como resposta. Kevin-Prince, que nasceu em Berlim e fez o seu percurso nas camadas de formação alemãs, tem uma relação de complicada com a seleção que o irmão representa. Há quem diga que ele optou pelo Gana porque a concorrência era menor. Mas a origem do ressentimento parece estar no afastamento dos sub-21, às vésperas do Campeonato Europeu de 2009, alegadamente por chegar repetidamente atrasado aos treinos. Pouco tempo depois ele requisitou um passaporte ganês. Houve ainda a falta grave sobre Ballack, que não ajudou nada a sua imagem junto do público alemão. I can read aloud from a novel while they color complex collegepapers.co.uk mandalas

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